quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Raridade: um comentário inteligente nas caixas do Al-Público!


Se isto fosse um selo dos correios ou uma moeda comemorativa, seria cobiçada por todos os coleccionadores:



Vale bem a pena salientar a última frase: «nenhum político foi mandatado pelo seu povo para dar por terminado o conceito de nação e abrir o território e a economia a quem queira». É uma grande verdade, que deita imediatamente por terra os "argumentos" de todos aqueles palhaços que, no movimento nacionalista, se opõem à Democracia. Os povos do Ocidente nunca foram consultados a respeito do multiculturalismo, da iminvsão ou do globalismo. Isso significa que nunca viveram realmente em Democracia. Porque quando o povo vive em Democracia, acaba por dizer não aos tratados europeus. E por dizer sim ao Brexit. E até por eleger Donald Trump!

Democracia não é apenas escolher uns quantos marretas corruptos de x em x anos. Democracia é poder decidir, enquanto povo, o futuro do país em que se vive. E isso, doa a quem doer, compete mesmo ao povo como um todo, não a uns quantos déspotas iluminados que, a pretexto de saberem melhor do que a população que (des)governam (não sabem, ninguém sabe - por mais qualificado que seja e isso vê-se no estado em que se encontra o Ocidente), têm destruído sistematicamente os nossos países e as nossas gentes. Não, um voto não é uma carta em branco que dá aos políticos o poder de fazer tudo e mais alguma coisa. O fim das fronteiras apenas pode ser decidido pelo povo da nação. É esta a razão de ser do Nacinalismo, o respeito absoluto pela vontade e pela autodeterminação do povo.

Se continuarmos a deixar a classe pulhítica europeia de rédea solta, eles acabarão por destruir o nosso país e o nosso futuro. Costa e Marcelo já mostraram que querem transformar a CPLP numa espécie de União Europeia de terceira categoria. Com que direito? Nenhum! Absolutamente nenhum!!! Os cargos que desempenham não os autorizam a concretizar semelhante aberração! Mas se o povo português não apostar no Nacionalismo com alternativa política, a traição definitiva da corja abrilina será inevitável...

10 comentários:

pvnam disse...

«de todos aqueles palhaços que, no movimento nacionalista, se opõem à Democracia.»
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É um case-study para a história: a forma como as marionetas da alta finança (capital global) fizeram a campanha anti-Trump.
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Foi possível constatar que a alta finança (capital global) possui infiltrados por todo o lado... inclusive nos movimentos nacionalistas.
O trabalhinho dos infiltrados nos movimentos nacionalistas é o seguinte:
- eles sabem que são múltiplas as Identidades Autóctones em risco de sobrevivência por todo o planeta... no entanto... eles gostam é de andar ocupados em quezílias/(cortina de fumo) com a esquerdalha... e em simultâneo... BLOQUEANDO O ACTIVISMO GLOBAL NECESSÁRIO para enfrentar a ameaça global: aqueles que já se consideram os Donos Disto Tudo (DDT's) - a alta finança (capital global) -... estão apostados em dividir/dissolver as Nações... terraplanar as Identidades... para assim melhor estabelecerem a Nova Ordem Mundial: uma nova ordem a seguir ao caos – uma ordem mercenária (um Neofeudalismo).
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De facto, É NECESSÁRIO UM ACTIVISMO GLOBAL: leia-se, as múltiplas Identidades Autóctones (no continente europeu e não só) em risco de sobrevivência... devem contactar entre si... e devem manifestarem-se a nível global.

Afonso de Portugal disse...

pvnam disse...
«É um case-study para a história: a forma como as marionetas da alta finança (capital global) fizeram a campanha anti-Trump.»

Sem dúvida! O que se passou nestas presidenciais norte-americanas foi verdadeiramente notável. Os dois maiores partidos dos EUA contra o homem. Os mé(r)dia contra o homem. O mundo da música e Hollywood em peso contra o homem. A elite acacémica contra o homem. E mesmo assim, MESMO ASSIM, o homem conseguiu vencer!


«Foi possível constatar que a alta finança (capital global) possui infiltrados por todo o lado... inclusive nos movimentos nacionalistas.»

Eu nunca tinha o tinha afirmado tão claramente, mas cada vez mais me convenço disso! Não se entende a posição daqueles nacionalistas que, depois de décadas sem terem conseguido nada de nada, continuam a insistir na mesma cassete de merda: "A democracia é um cancro! O lóbi sionista domina tudo! É preciso uma revolução!"

Não vou tão longe a ponto de afirmar que são todos infiltrados. Alguns são apenas BURROS ou, quando muito, mancebos ingénuos. Mas quem os comanda poderá decididamente ser um infiltrado. Só assim se explica a insistência em estratégias de propaganda estúpidas que nunca nos levaram a lado nenhum! E que pior, assustam e afastam o eleitorado nacionalista!



«De facto, É NECESSÁRIO UM ACTIVISMO GLOBAL: leia-se, as múltiplas Identidades Autóctones (no continente europeu e não só) em risco de sobrevivência... devem contactar entre si... e devem manifestarem-se a nível global.»

Precisamente! Nesse sentido, a Europa das Nações e das Liberdades parece-me a melhor coisa que aconteceu ao Nacionalismo europeu. Mas lá está, os cretinos do costume dizem que os partidos dessa aliança (que inclui o PNR) são todos "falsa oposição"! Nunca falha: sempre que aparece alguma coisa de jeito no movimento nacionalista, um partido ou organização que aglutine e inspire muitas pessoas, é "falsa oposição"!

Falsa oposição são estes grandessíssimos filhos da puta que dizem constantemente mal de tudo e de todos mas nunca fazem nada! Ficam em casa a masturbar-se em frente ao computador com imagens do Hitler, ou do Goebbels, ou do Hess!!! Autistas de merda, irrealistas alienados que querem mudar o mundo mandando umas larachas atrás do computador!

Anónimo disse...

"Raridade: um comentário inteligente nas caixas do Al-Público!"

Conheço bem o jornal em questão e o caríssimo vai me desculpar mas penso que a designação correta é Afro-Publico. O nível de lambimento de cú aos alógenos Africanos atinge níveis absurdos, ultrapassando o lambimento realizado aos submissos a Meca (Que como é óbvio também está bastante presente no referido órgão de comunicação anti-social). Chegaram ao ponto de fazer uma reportagem a beatificar e "humanizar" os criminosos cabo-verdianos que estão nas nossas prisões e são deportados, tendo essa reportagem sido a base para a mudança da lei efectuada pela troika de esquerda, a proibir as deportações de alógenos que recebem pena de prisão no nosso país (ou que era nosso). Também me recordo de uma noticia de destaque em que o titulo era "um policia disse-me: se eu pudesse matava os pretos todos" isto algo dito supostamente por um residente da Cova da Moura, coincidência ou não uma semana depois um policia reformado branco foi assassinado na Damaia. Podia continuar aqui o dia todo a dar exemplos de noticias claramente incendiárias contra a "raça branca" que aparecem no Afro-Publico.

Tenho conta no website do tal jornal há já alguns anos e é preciso andar com "pinças" na hora de comentar algo pois a inquisição politicamente correta ali não dá hipótese (o que por um lado até é bom para não fazer descer o nível dos comentários) e dá-me um gozo tremendo quando apanho algum esquerdista multi-universalista desprevenido e aproveito para desmontar a sua retórica subversiva com muita educação, admito que é o combate cibernético que me dá mais gozo. No entanto, para um indivíduo com as nossas preferências politicas e visão da sociedade é preciso um estômago forte para andar por ali, é com cada noticia e com cada alucinado de esquerda e hipócrita da "direitinha" a comentar que não poucas vezes fico com vontade de "chamar o Gregório".

Ainda assim de todos os meios de comunicação anti-social "mainstream" aqui do burgo o Afro-Publico consegue ser o meu favorito, pelo facto de ter um pouco mais de qualidade que os restantes (apesar do facciosismo). Expresso, Dario de Noticias e o maior lixo de todos - o Jornal de Noticias dão me vergonha de ser português. O ultimo então é de um nível absolutamente deprimente, qualquer partido alegadamente à direita da "direitinha" é automaticamente apelidado de "neo-nazi". O nível dos jornais de maior tiragem nacionais é absolutamente catastrófico e não estou a exagerar, é mesmo do mais rasteiro e faccioso do que se faz na Europa. Os próprios artigos de opinião dos "colunistas" intelectuais académicos de ocasião são uma crueldade para os olhos. Ainda por cima os intelectuais portugueses são donos duma arrogância e pretensiosismo atroz, quase que me chega a dar vontade que a invasão migrante 3º mundista se consuma só para não ter sequer que sentir o bafo desta gente. Ainda outro dia, no Expresso, assim do nada, sem razão aparente, uma dessas figuras sai-se com o seguinte artigo de opinião: "e agora e como sempre o anti-semitismo está de volta" LOL uma cena esquizofrénica.

Acrescentar apenas que em todos os referidos "pasquins" e mais alguns, desde a eleição do Trump os jornalistas e colunistas do burgo andam de cabeça perdida. É "extrema direita" para ali "fim do mundo" para acolá, "tempos perigosos" "incerteza" "racismo" estão em histerismo e ainda nada de especial aconteceu. Atiram os foguetes, fazem a festa e apanham as canas.

Ass: Filho da truta

Afonso de Portugal disse...

Filho da Truta disse...
«Conheço bem o jornal em questão e o caríssimo vai me desculpar mas penso que a designação correta é Afro-Publico.»

Sim, nos últimos tempos, o jornal tem passado mais tempo a defender os "jovens" do que os muçulmanos. Mas, na altura em que este termo foi cunhado, o jornal tinha a Margarida Santos Lopes, uma islamófila patológica que escrevia constantemente a favor do Islão.


«(...) coincidência ou não uma semana depois um policia reformado branco foi assassinado na Damaia»

Não me tinha apercebido dessa sucessão de eventos. Bom trabalho!


«(...) admito que é o combate cibernético que me dá mais gozo.»

Eu ainda comentei lá algumas vezes antes de o jornal ter instituído a moderação, agora já não tenho paciência. Aquilo está cheio de comunagem, alguns são até moderadores.


«(...) é com cada noticia e com cada alucinado de esquerda e hipócrita da "direitinha" a comentar que não poucas vezes fico com vontade de "chamar o Gregório".»

E isso! E ainda por cima, são arrogantes e condescendentes, julgam-se todos uns intelectuais de primeira categoria, embora claramente não dominem os assuntos sobre os quais insistem em pronunciar-se! Não tenho paciência...


«O ultimo então é de um nível absolutamente deprimente, qualquer partido alegadamente à direita da "direitinha" é automaticamente apelidado de "neo-nazi".»

E olha que a versão online ainda não é nada! Sendo aqui do Porto, o JN é o jornal impresso que eu mais apanho nos cafés e nos restaurantes locais. Os editoriais e os artigos de opinião da versão em papel são absolutamente deprimentes! Durante a campanha para as presidenciais do EUA, foi publicado, quase todos os dias, pelo menos um artigo a falar mal do Trump logo na segunda página!


«Ainda por cima os intelectuais portugueses são donos duma arrogância e pretensiosismo atroz»

Exactamente! Essa é a parte que mais me mete nojo! Quanto a mim, o campeão dos campeões é o escroque do Ferreira Fernandes do DN. O homem é um antêntico monte de merda empilhado em forma de gente! Ainda agora, a popósito da vitória do Trump, o animal escreveu que o fracasso das previsões dos mé(r)dia não foi culpa dos jornalistas, foi culpa dos adeptos do Trump que, segundo ele, "foram uns cagados" que se esconderam cheios de medo, o que levou os pobres dos jornalistas a subestimar o apoio ao magnata!


«"e agora e como sempre o anti-semitismo está de volta"»

Essa treta do "regresso do anti-semitismo" também se ouve muito ultimamente! Mesmo que fosse verdade, porque é que seria? Querem ver que europeus estão a aderir cada vez mais ao nazismo? Andamos cada vez mais de braço estendido a dizer "Heil! Heil!"???... Ou será que os adeptos de um certo credo abraâmico, cada vez mais numerosos na Europa, estão a "enriquecer" cada vez mais os judeus?


«É "extrema direita" para ali "fim do mundo" para acolá, "tempos perigosos" "incerteza" "racismo" estão em histerismo e ainda nada de especial aconteceu. Atiram os foguetes, fazem a festa e apanham as canas.»

O azar deles e que o povo, felizmente, acredita cada vez menos na porcaria que eles escrevem! E ainda nos querem obrigar a pagar pela porcaria que nos oferecem! Ahahahahah! Vão contando com isso, é já a seguir!!!

Anónimo disse...

"Sendo aqui do Porto, o JN..."

Não sei porquê mas tinha ideia que era do sul, nesse caso é meU conterrâneo :)

"O azar deles e que o povo, felizmente, acredita cada vez menos na porcaria que eles escrevem! E ainda nos querem obrigar a pagar pela porcaria que nos oferecem! Ahahahahah! Vão contando com isso, é já a seguir!!!"

E a nossa sorte é existir a Internet, e livre (ou quase) caso contrário imagine a nossa ignorância...se calhar íamos andar a jurar que o Mário Soares, o Sampaio, o Guterres e companhia eram heróis do povo...

Ass: Filho da Truta

Afonso de Portugal disse...

Filho da Truta disse...
«Não sei porquê mas tinha ideia que era do sul, nesse caso é meU conterrâneo :)»

Mas olhe que também não sou do Porto! Mudei-me para aqui há já mais de duas décadas, para estudar na faculdade. Depois acabei por ficar por cá. :)


«E a nossa sorte é existir a Internet, e livre (ou quase) caso contrário imagine a nossa ignorância...se calhar íamos andar a jurar que o Mário Soares, o Sampaio, o Guterres e companhia eram heróis do povo...»

É por isso que eu digo que é fundamental lutar pela liberdade na internet, a todos os níveis: neutralidade no acesso e na priorização dos conteúdos, a manutenção da Autoridade para Atribuição de Números da Internet (IANA) e claro, a salvaguarda da privacidade dos utilizadores. Parece-me que os portugueses são dos povos da Europa que menos compreendem o valor da internet, o que talvez explique em grande parte porque é que a bruxa Hilária obteria 85% dos votos do nosso eleitorado, contra apenas 5% de Trump. Os portugueses ainda não perceberam que aquilo que os nossos mé(r)dia nos transmitem não é de confiar!

Felizmente para nós, os norte-americanos, da esquerda à direita políticas, andam bem mais atentos e já conseguiram frustrar o SOPA e o PIPA. Esperemos que continuem a levar a melhor sobre o governo e as grandes corporações. Já nós, por cá, continuaremos a manter o hábito de dizer que os americanos são estúpidos e analfabetos. Elegeram o bronco do Trump e tudo, pá!!!

CENSURADO AGAIN disse...

CARAMBA ESSA FIGURA DO PVNAM AINDA EXISTE?É UM ACHADO ARQUEOLOGICO

Afonso de Portugal disse...

Olha que tu e eu também já não somos propriamente meninos... ;)

Já vi que estou novamente bloqueado no teu Google+. Desta vez vê se não me desbloqueias, começo a fartar-me de aturar as tuas neuroses!

Lura do Grilo disse...

A última frase está muito correta. Nenhum Governo foi eleito para vender a Pátria ou dissolver a sua fronteira, não foi eleito para garantir os direitos humanos overseas, não foi eleito para fazer caridade, não foi eleito para receber quem lhe apetecer sem passar cartão a quem os elegeu, não foi eleito para dissolver a cultura e o passado comum, não foi eleito para matar os seus filhos e substitui-los por quem bem entender.

Afonso de Portugal disse...

Exactamente, caro Lura do Grilo! E devo dizer que a forma como completou o raciocínio da Anabela Faísca foi absolutamente certeira! Os governos não são eleitos para tomar esse género de decisões e, legalmente, não deviam ter autoridade para tal. Os governos são eleitos para governar, i.e. para gerir o seu país e as relações entre o seu país e os outros países. Só isso!

O problema é que tem de haver, por parte do eleitorado, uma pressão constante no sentido de responsabilizar as elites políticas pela sua má governação e pelos seus excessos. E os povos ocidentais têm-se demitido constantemente dessa responsabilidade. Não se admite, por exemplo, que um licenciado saiba os nomes de todos os jogadores de futebol dos três grandes, mas depois não saiba o valor do nosso PIB ou da nossa dívida pública! Eu conheço vários indivíduos com formação superior que correspondem a esta descrição!!! Isto é ser um burro encartado, é ser uma criança num corpo de adulto com um canudo universitário a atestar a sua incompetência! E lá está, os políticos são, para o melhor e para o pior, o reflexo do povo que os elege. Se o povo for analfabeto, os políticos estarão apenas um pouco acima.

Mas meter isto na cabeça dos inimigos da Democracia tem sido mais difícil do que fazer passar um camelo através do buraco de uma agulha de coser. A solução não é colocar um ditador no poder, um rei, ou uma aristocracia de déspotas iluminados. A solução é assumirmos colectivamente as nossas responsabilidades de juízes e carrascos da classe política.