segunda-feira, 21 de novembro de 2016

"Adeusinho, raça branca!"


    O "cavalheiro" que abre este vídeo é o imã da mesquita de Al-Aqsa, um dos tais "palestinianos oprimidos" por quem muitos nazionaliztaz têm amizade (repare-se que essa amizade está longe de ser recíproca, os palestinianos teriam todo o prazer em cortar as goelas dos imbecis nazionaliztasz).

Depois aparecem uns paquistaneses simpáticos; e depois uma revelação interessante por parte da divisão de narcóticos dos EUA (Drug Enforcement Administration - DEA): a falida Venezuela e a teocracia do Irão terão financiado o partido esquerdalhista espanhol Podemos  em 5 milhões de euros + bónus!

Finalmente, o comunista honesto Noel Ignatiev explica que esta aliança entre islamistas e esquerdalho é natural, porque ambos têm o mesmo objectivo: a destruição do homem branco e da Civilização Ocidental. Temos ainda o judeu "alemão" Gregor Gysi e a traidora alemã Stefanie Von Berg, que também têm uma mensagem simpática para os verdadeiros alemães.

2 comentários:

A-24 disse...

São os tais genocidas ocidentais e é verdade que este tipo de lixo humano deveria estar mais controlado do que realmente está. Esses é que são os verdadeiros inimigos, os que através da sua lingua venenosa, acabam por moldar opiniões, ter cargos nos governos, que depois legislam a favor do nosso genocídio cultural.

Afonso de Portugal disse...

A questão é que, para os podermos controlar, temos de começar por perceber que há uma guerra cultural em curso que perpetua esses canalhas ao poder. E o grande problema é que a Direita ocidental só muito recentemente acordou para esse fenómeno, em grande parte graças ao surgimento da Direita Alternativa que, contrariamente ao que alguns dizem, começou com o Rush Limbaugh e não com o Andrew Breitbart, muito menos com o Andrew Anglin. Foi o Sr. Limbaugh quem primeiro denunciou a guerra cultural contra o Ocidente ainda durante os anos 80, ao documentar a Escola de Francoforte com nunca ninguém tinha feito antes e também os esforços levados a cabo pelo esquerdalho durante os anos 60 para tomar conta dos mé(r)dia e das universidades norte-americanas.

Hoje em dia, começamos finalmente a ter alguns herdeiros desses esforços, como o Bill Whittle, o Andrew Klavan, o Paul Joseph Watson, o Ben Shapiro, o Milo Yiannopoulos, o Mark Dice, o Andrew Anglin, o Gavin McInnes, o Steven Crowder, etc. E eu até estou convencido que esta mudança também ajudou à vitória do Trump. Estes jovens cavalheiros deram um enorme contributo à sua campanha nas redes sociais e nas universidades (o Shapiro e o Yiannopoulos têm enfrentado sozinhos universidades inteiras, com auditórios cheios de esquerdistas raivosos!)

Mas ainda há muito trabalho para fazer. A narrativa cultural dominante continua a ser a historinha de que o homem branco europeu é o grande responsável por todos os males do mundo. É preciso lutar contra essa farsa, não apenas na internet mas um pouco por todo o lado!