sexta-feira, 4 de novembro de 2016

As novas da iminvasão da Europa (12)


I. O dinheiro dos europeus continua a ser desperdiçado a "resgatar" os iminvasores 

«A Guarda Costeira italiana informou esta sexta-feira este Vernes que, nas últimas horas, coordenou o resgate de 1200 pessoas que estavam a bordo de várias embarcações no Mar Mediterrâneo. Tratava-se de imigrantes que viajavam em oito embarcações pneumáticas e em duas barcas pequenas, avançou o serviço italiano. Na quinta-feira Joves, os italianos já tinham coordenado o resgate de 766 migrantes, quando se dirigiam para a Europa


II. A "selva" de Calais tranferiu-se para Paris

«As autoridades francesas evacuaram esta sexta-feira este Vernes o maior acampamento de imigrantes instalado em Paris, no qual viviam em condições precárias cerca de 4000 pessoas, perto das estações de metro Stalingrad e Jaurés, no norte da capital.

A Câmara Municipal de Paris confirmou que 3.852 imigrantes - entre os quais mais de 300 mulheres e crianças - foram retirados do local durante a operação iniciada pouco depois das 06h00 locais (05h00 em Lisboa) e concluída pelas 12h00 (11h00 de Lisboa).

(...) No total, 82 autocarros foram disponibilizados para a operação que sofreu alguns atrasos devido à chuva, às baixas temperaturas e ao desespero dos imigrantes por entrar nos veículos.

Não é a primeira vez que um acampamento de imigrantes, incluindo o de Stalingrad, é desmantelado na capital. Segundo a câmara de Paris, foram realizadas até agora, este ano, 30 operações de desalojamento em diversas zonas da cidade, mas os acampamentos voltam a surgir em poucas semanas.

Em cima, os prédios representam a velha Paris, fria, enfadonha, racista e colonialista...
Em baixo, as tendas representam a nova Paris, muito mais colorida, exótica e vibrante!

Centenas de tendas de campanha brotam diariamente como cogumelos nos passeios e zonas verdes dos distritos X e XIX de Paris, entre caixotes de papelão, colchões velhos e estendais de roupa improvisados.

Apesar de tudo, alguns, como Abdrihm Mohghd, sudanês de 25 anos, preferem ficar nas suas tendas em vez de serem levados para os centros de acolhimento. "Eu quero ficar aqui, não quero ir para lá [para o centro], o meu desejo é ficar a viver em França", afirmou Mohghd, enquanto esperava na fila para entrar num dos autocarros. Um jovem que se encontra num grupo de imigrantes, homens e mulheres, da Eritreia e da Etiópia, garantiu: "Se não gostarmos do sítio para onde nos vão levar, voltamos para aqui".

Esta situação ocorre, em parte, decido à sobrelotação dos centros de acolhimento e à quantidade de imigrantes que continuam a chegar todas as semanas a cada um dos cinco acampamentos de rua que ainda existem em Paris. Os imigrantes hoje retirados deste acampamento serão realojados em vários centros da região parisiense, como a estância balnear Cergy-Pontoise, preparada para tal, onde receberão informação para iniciar os pedidos de asilo.

A presidente da câmara de Paris, Anne Hidalgo, que esteve presente durante parte das operações, sublinhou que "é necessário que o conjunto de municípios de França aceite contribuir para este acolhimento em condições dignas". Na próxima semana, deverá estar pronto o primeiro centro de acolhimento e informação de imigrantes de Paris, que terá espaço para "entre 400 e 600 pessoas", indicou a autarca.

Contudo, para Maria Joseph, membro do colectivo voluntário Solidarité Notre-Dame de Tanger, este novo centro de acolhimento "não vai melhorar muito a situação". "Aqui, há muitos imigrantes que não são requerentes de asilo e faz falta encontrar uma solução para eles. Isto vai voltar a acontecer", observou.

(...) Precisamente hoje, o ministro do Interior francês, Bernard Cazeneuve, indicou que mais de 7.000 pessoas foram acolhidas pelo Estado após a evacuação de Calais, das quais 5.132 adultos foram enviados para Centros de Acolhimento e Orientação, enquanto são analisados os processos de outros 1.932, menores.»


III. Os "pobres coitadinhos" continuam a agradecer aos europeus por terem sido acolhidos...

Um imigrante iraniano de 20 anos foi considerado culpado de drogar e violar uma jovem de 15 anos, na Bélgica. Porém, o mesmo tribunal que considerou o alógeno culpado, acabou por livrá-lo da prisão!

«Durante a violação, o iraniano mordeu a adolescente e quase a sufocou ao apertar-lhe o pescoço para abafar os seus gritos.»

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