domingo, 2 de outubro de 2016

Viktor Orbán: «A UE não poderá impor a sua vontade à Hungria»


     Os resultados do referendo da Hungria já são conhecidos. Conforme se pode ler nos blogues A-24 e Gladius, o "não" venceu por larga margem (97,89% segundo o A-24 e 98,3% segundo o Gladius). No entanto, a participação no referendo ficou aquém das expectativas, com os 50% requeridos para validar o referendo a não serem atingidos (45% segundo A-24 e 43,23% segundo o Gladius).

Importa agora ler o que o herói Viktor Orbán, primeiro-ministro da Hungria, disse esta noite acerca dos resultados:

«O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, afirmou hoje que a União Europeia "não poderá impor a sua vontade à Hungria" e anunciou que vai apresentar uma emenda constitucional para "registar a vontade das pessoas".»

Viktor Orbán: a desafiar abertamente a tirania da superclasse mundialista!

«A Hungria referendou hoje o sistema de quotas de refugiados nos países da União Europeia, mas a consulta popular não é válida, uma vez que a taxa de abstenção ultrapassou os 50 por cento. 

O "não" concentrou mais de 98 por cento dos votos. "Bruxelas não poderá impor a sua vontade à Hungria", disse o primeiro-ministro conservador, depois de conhecidos os resultados oficiais.» 

Comentário do blogueiro: já se está a ver o que vai acontecer nos próximos dias. Os mé(r)dia e os eurocratas vão vociferar que "Orbán é um ditador" e que "o referendo não legitima alterações à constituição", pá!

O que é obviamente uma grande treta! Em toda a Europa, elegem-se governos com bem menos votação do que aquela que o "não" obteve neste referendo. E, aqui em Portugal, o referendo que levou à despenalização do aborto teve apenas uma participação de 43,57% (igual ou inferior à participação no referendo realizado hoje na Hungria), com o "sim" a vencer com apenas 59,25% dos votos!

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