terça-feira, 25 de outubro de 2016

Três vídeos que vale a pena ver (27)


1. Pat Condell: «O momento da verdade da América» O melhor orador ateu presentemente no YouTube está (finalmente) de volta, desta feita para falar um pouco das eleições presidenciais norte-americanas. O Sr. Condell resume a situação nos EUA da seguinte forma: a escolha é entre tornar os EUA mais parecidos com o que há de pior na Europa, votando na pérfida bruxa Hilária, ou usar o Sr. Trump como um voto de protesto, desafiando o establishment da superclasse mundialista e a máfia de Wall Street. Pelo meio, o Sr. Condell aproveita para mandar umas farpas aos mé(r)dia ianques e à forma vergonhosa como cobriram esta campanha eleitoral a favor da bruxa.




2. Paul Joseph Watson: «Queridos grandes mé(r)dia...» E por falar em mé(r)dia, aqui temos o grande PJW a desancar na comunicação social norte-americana! Desde os emails da Wikileaks, até à concessão do poder de censura à pérfida bruxa Hilária por parte de alguns jornais e estações de televisão, passando pelas sondagens aldrabadas da CNN, o PJW denuncia a diferença de tratamento abismal dada às duas campanhas, sempre a favor da bruxa degenerada que quer continuar a endividar os EUA e a entrar em guerra com a Rússia.




3. Aayan Hirsi Ali: a cultura é importante! Aqui fica mais um vídeo da corajosa somali que conseguiu fugir aos horrores do Islão. O que a Sr. Ali diz neste vídeo é uma das mensagens centrais deste blogue: a cultura é um dos factores mais determinantes para o sucesso ou fracasso das civilizações. E no que respeita aos direitos das mulheres, há uma cultura que é largamente inferior a todas as outras, que é a cultura islâmica. Infelizmente, nem toda a gente no Ocidente compreende esta realidade. Pior do que isso, há grupos de pessoas -entre eles, as feministas- que estão apostados em esconder esta realidade do grande público.

4 comentários:

Bilder disse...

http://omarxismocultural.blogspot.pt/2016/10/judeu-gilad-atzmon-analisa-reaccao-da.html a propósito dos discursos de Trump(candidato a presidente dos EUA).

Afonso de Portugal disse...

Bom artigo, caro Bilder, como é geralmente hábito do blogueiro Lucas. O que esse judeu diz é algo que eu tenho dito quase desde que cheguei à blogosfera, há já dez anos: não é preciso estarmos sempre a falar nos judeus porque, quando se começa a perceber quem está por detrás da maioria dos probelmas do Ocidente, é impossível não dar com eles mais cedo ou mais tarde.

Os próprios judeus sabem disso, conforme esse artigo demonstra. E é por isso que desataram a espernear e a chorar baba e ranho contra o Trump, sem contudo serem capazes de desconstruir as afirmações do Trump.

Mas há mais. Porque é que será que os universalistas quase não gastam energia contra os nacionalistas que são anti-sionistas primários? A grande preocupação da esquerda e da "direitinha" modernas é a "islamofobia"! E porquê? É simples, porque a "islamofobia" dá votos aos partidos nacionalistas, enquanto o anti-sionismo primário assusta o eleitorado. A raiva dos judeus mencionados nesse artigo vem precisamente daí, eles sabem que o Trump está a fazer passar a mensagem anti-globalista sem os mencionar explicitamente. E também sabem que esse é o único caminho viável para combater a superclasse de que fazem parte.

Obrigado pelo link!

pvnam disse...

As feministas europeias não têm alternativa... de facto: OS BADALHOCOS LAMBE-BOTAS NÃO TÊM ALTERNATIVA
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A luta pela sobrevivência é algo trabalhoso:
- é necessário capacidade de renovação demográfica;
- é necessário capacidade de auto-defesa perante aqueles que (por motivos políticos, económicos, religiosos, etc) pretendem ocupar e dominar novos territórios.
[obs: eventualmente será necessário uma coligação defensiva - do tipo NATO - com outros povos também em risco de sobrevivência]
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COMO NÃO QUEREM DAR-SE AO TRABALHO (e como os 'salvadores' da demografia ambicionam ocupar e dominar novos territórios), os badalhocos lambe-botas não possuem alternativa!
Pois, ora, de facto, os badalhocos lambe-botas são INTOLERANTES para com a sobrevivência de Identidades Autóctones.
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NOTA: A sociedade (nativa) não é sustentável (média de 2.1 filhos por mulher); o pessoal critica da repressão dos Direitos das mulheres... todavia, em simultâneo, para cúmulo, o pessoal defende que... no aproveitar da 'boa produção' demográfica proveniente de determinados países {nota: 'boa produção' essa... que foi proporcionada precisamente pela repressão dos Direitos das mulheres - ex: islâmicos}... é que está a 'salvação' para resolver o problema do deficit demográfico!?!?!?!
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Antes que seja tarde demais... há que cortar com a bandalheira!!!
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RESUMINDO E CONCLUINDO:
Os 'globalization-lovers', UE-lovers e afins... que fiquem na sua... desde que respeitem os Direitos dos outros... e vice-versa.
-» http://separatismo--50--50.blogspot.com/.
[o legítimo Direito à sobrevivência das Identidades Autóctones]
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P.S.
Pessoal na bandalheira NÃO É UMA NOVIDADE NA EUROPA: os Romanos (e outros também) embarcaram numa alegre bandalheira em direcção ao desaparecimento.

Afonso de Portugal disse...

pvnam disse...
«COMO NÃO QUEREM DAR-SE AO TRABALHO (e como os 'salvadores' da demografia ambicionam ocupar e dominar novos territórios), os badalhocos lambe-botas não possuem alternativa!
Pois, ora, de facto, os badalhocos lambe-botas são INTOLERANTES para com a sobrevivência de Identidades Autóctones.
»

O fenómeno do feminismo contemporâneo passa em grande parte por isso que referiste, preguiça e intolerância. Mas atenção, não sejamos ingénuos: o feminismo é financiado e incentivado pela superclasse mundialista que aspira à aniquilação definitiva das identidades autóctones! O movimento feminista faz parte da vanguarda cultural da luta contra a superior Civilização Ocidental!

Quer dizer... superior? Já nem sei se é... se fosse assim tão superior, não teriam acabado com ela tão facilmente. Claro que isto ainda não acabou, mas pelo andar da carruagem, vai ser muito difícil ao Ocidente sobreviver como o conhecemos.