terça-feira, 11 de outubro de 2016

Karma em estado puro: o relativista Marcelinho foi usado pelo ISIS como exemplo de um "infiel"!


    Pois é, caros leitores, o Marcelinho da "direitinha" bem se farta de lamber as botas aos muslos com as suas "celebrações ecuménicas" e os seus abracinhos ternurentos ao xeque David "cotovelada" Munir, mas os propagandistas do Estado Islâmico não vão em cantigas: para eles, o nosso "presidente dos afectos" não passa de um reles "infiel", pá! Ninguém avisou o Marcelinho que a podolatria não funciona com o seguidores do credo do "profeta" pedófilo! Mas quem sabe, talvez se o Marcelinho dançar com eles, os terroristas mudem de opinião!

«Uma fotografia do Presidente da República está a ser utilizada num vídeo de propaganda do Estado Islâmico (ISIS). A imagem, que assinala a visita de Marcelo Rebelo de Sousa a Marrocos em Junho deste ano, mostra o Presidente da República ao lado do rei de Marrocos, Mohammed VI, no momento em que o condecora com a Ordem de Santiago.

No vídeo de propaganda extremista, o Presidente português é apelidado de “infiel”, enquanto o rei de Marrocos é chamado de “muçulmano sem vergonha”. O caso ficou conhecido na segunda-feira Lues, durante um seminário sobre estratégias de comunicação em contexto de terrorismo, cujo painel contou com a presença de altos dirigentes das secretas portuguesas e estrangeiras. A denúncia foi feita pelo comentador político Nuno Rogeiro e é citada pelo Diário de Notícias. O jornal contactou o gabinete da presidência que se limitou a confirmar ter conhecimento do “caso” e garantiu que “as autoridades competentes tomaram conta do assunto”, sem querer acrescentar outros comentários.»

(Suspiro) Ai, Maomé! Ainda és mais bonito do que o meu querido xeque David!
Oh! Aposto que dizes isso a todos, Ibn-Direitinha!

«O vídeo de propaganda começa por tentar mostrar uma juventude do EI “bem formada, bem preparada em escolas e mesquitas, e tem uma moral superior aos jovens de países árabes e islâmicos ‘corruptos’". As imagens avançam depois “contra os dirigentes 'pseudo-islâmicos' que se vergam ao Ocidente e são seus serventes”, explica Nuno Rogeiro. Nesse momento surge a imagem do chefe de Estado português, com uma voz off que diz que “os líderes ditos muçulmanos não têm vergonha de mostrar prémios e condecorações dados por infiéis, como mostra a imagem”. “O verdadeiro Islão não esquecerá estes actos”, conclui a mensagem.

O DN escreve que a situação foi avaliada pelos serviços de informações, a quem compete a análise da ameaça sobre as altas individualidades, e foi concluído que o "alvo" dos terroristas não era o Presidente português, mas sim o rei de Marrocos.

De acordo com Nuno Rogeiro, só os movimentos terroristas jihadistas produzem, por dia, cerca de 90 mil mensagens de propaganda, divulgadas através das redes sociais e sites.

Para combater esta tendência, a Google já anunciou que irá apostar num programa que – através de algoritmos – redirecciona os utilizadores que procurem por palavras-chave que reflectem interesse pelo Estado Islâmico para conteúdos que contrariem o interesse pelo grupo extremista, com depoimentos de ex-combatentes, por exemplo.»

Comentário do blogueiro: esta grande treta de "redireccionar" os aspirantes a islamistas deve funcionar tão bem como redireccionar-me a mim para as páginas de internet afectas ao Bloco de Esterco! Até nisso se nota que os "googlas" não têm uma vontade genuína de combater o fenómeno da "radicalização"...

Quanto ao "nosso" Marcelinho, o tratamento que lhe foi dado pelo ISIS é mais do que merecido! É evidente que o Presidente da República não deve ostracizar as minorias étnicas e religiosas, mas também não tem nada que andar a lamber-lhes os pés como ele tem feito! Até porque nenhum líder islâmico o faz pelas comunidades cristãs no mundo islâmico que, ao contrário dos muçulmanos no Ocidente, estão a ser mesmo perseguidos e exterminados.

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Ver também:

Mais provas de que o Marcelinho da "direitinha" é apenas mais um lacaio da superclasse mundialista
A traição aos Portugueses em imagens concretas (5)
As novas da "direitinha" cá do burgo
Reflexões sobre as Presidenciais de 2016

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