terça-feira, 4 de outubro de 2016

Gangue de paquistaneses transportava imigrantes ilegais de Portugal para toda a Europa


«O Ministério Público acusou cinco homens que integravam uma rede organizada dedicada ao transporte de imigrantes ilegais entre vários países da Europa a troco de avultadas quantias em dinheiro, indicou hoje a Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa (PGDL).

A PGDL adianta que os cinco arguidos, que agora vão a julgamento em tribunal colectivo, são acusados de associação de auxílio à imigração ilegal e auxilio à imigração ilegal.

Segundo aquele organismo do Ministério Público (MP), os cinco arguidos, todos paquistaneses e dois deles actualmente com nacionalidade portuguesa, integravam "uma rede organizada de transporte de imigrantes ilegais que abrangia vários países", sobretudo Portugal e França, mas também a Espanha, Bélgica, Itália, Áustria, Alemanha e Dinamarca.»

No Reino Unido, os muçulmanos paquistaneses estão entre as etnias mais representadas no crime.

«No âmbito da actividade da organização, os arguidos facilitavam a circulação e permanência de cidadãos estrangeiros em Portugal, fornecendo documentos que permitiam a obtenção de autorização de residência no país sem que preenchessem condições legais. A PGDL adianta que a actividade da organização decorreu entre 2013 e 2015.

A detenção dos arguidos integrou-se na designada "operação Bouquet", realizada a nível internacional, com a intervenção da Eurojust, da qual resultou a detenção de vários outras pessoas, designadamente em França.

Três arguidos estão em prisão preventiva, um outro está sujeito à obrigação de se apresentar diariamente à autoridade policial da área de residência e o quinto está a cumprir pena de prisão num processo pendente em Itália.

O inquérito, que o MP classificou de "excepcional complexidade", foi dirigido pelo Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa, com a coadjuvação do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras.»

Comentário do blogueiro: mais uma vez fica bem exposta a enorme propensão para a criminalidade dos imigrantes paquistaneses, muçulmanos que vêm de um dos países mais fanaticamente islâmicos de todo o mundo. Realço o facto de que dois deles já tinham adquirido a nacionalidade portuguesa, comprovando, mais uma vez, as falácias inerentes ao discurso da integração. Os muçulmanos não são integráveis nos países ocidentais. Ponton final, parágrafo! Quem disser o contrário é um grande mentiroso, sem apelo nem agravo!

2 comentários:

A-24 disse...

caro Afonso, imagine você que a Europa era novamente um bloco de países com políticas próprias, acha que essa invasão não era travada na primeira fronteira europeia que encontrasse? Na Bielorussia ainda é assim, mas é logo da Bielorussia que chamam "a última ditadura da Europa". Pois, para este Ocidente maníaco, um país que leva a sério as ameaças, que defende as suas fronteiras, é uma ditadura e merece ser vetado e embargado. A que ponto chegamos?!
A UE é a carta branca para os terroristas e os oportunistas, ainda que dentro dessa maioria hajam alguns que mereciam ser ajudados. Mas é esta Europa que temos, pelo pecador pagam todos os justos, ou seja o povo, o contribuinte. Já as elites...

Afonso de Portugal disse...

A-24
«caro Afonso, imagine você que a Europa era novamente um bloco de países com políticas próprias, acha que essa invasão não era travada na primeira fronteira europeia que encontrasse? »

Não tenho a menor dúvida! É por isso que eu digo a alguns nacionalistas da nossa praça que a ideia de uma tomada de poder interno estaria inevitavelmente condenada ao fracasso: só poderemos voltar a mandar no nosso país quando estivermos fora da União Europeia. O problema é que, no estado em que se encontram a nossa economia e produção nacional, sair da UE não será possível num futuro próximo...


«(...) para este Ocidente maníaco, um país que leva a sério as ameaças, que defende as suas fronteiras, é uma ditadura e merece ser vetado e embargado. A que ponto chegamos?!»

Olhe, chegámos ao ponto em que uma candidata de centro-direita (bruxa Hilária) é apoiada por todos os partidos da "direita" portuguesa porque "o Trump é xenófobo, racista, impreparado," etc. Para a superclasse mundialista, a Bielorrúsia é uma aberração porque (ainda) não a controlam. Da mesma forma que Trump é uma aberração porque (ainda) não o controlam!


«Mas é esta Europa que temos, pelo pecador pagam todos os justos, ou seja o povo, o contribuinte. Já as elites...»

Eu até acho que sempre um pouco assim, mas agora as elites são globais e querem o mundialismo. Basta olhar para a ascensão do cherne Barroso ou, esta semana, do "Opus Dei" Guterres, para percebermos rapidamente que há gente muito poderosa a mandar em quase todo o mundo. E ainda por cima, essa gente aprendeu a recompensar bem os seus lacaios...