quinta-feira, 20 de outubro de 2016

A superclasse está a perseguir implacavelmente o homem que devia ser o nosso Presidente!


O Professor Paulo Morais tem sido alvo de múltiplos processos judiciais por parte da escumalha que nos tem (des)governado desde a revolução dos cravos. Isto devia fazer pensar seriamente todos aqueles que não quiseram votar nele! Só é perseguido quem faz a diferença!!!

«O que têm em comum o antigo autarca de Gaia, Luís Filipe Menezes; o advogado Sérvulo Correia; o Grupo Lena Construções; o empresário da construção Cerejo Bastos; o ex-presidente do Tribunal de Contas, Guilherme d' Oliveira Martins e o deputado do CDS, Altino Bessa? A resposta tem tanto de simples como de surpreendente: todos eles processaram o professor universitário Paulo de Morais, candidato presidencial em 2016 e colunista do Correio da Manhã.


E o motivo é semelhante em todos os casos: queixam-se de difamação, por causa do que o fundador da Associação Transparência e Integridade tem escrito nas páginas do CM ou dos comentários que faz na CMTV.

O advogado José Puig, que representa Paulo de Morais, conta que esta quinta-feira este Joves foi decidida a não pronúncia de mais uma queixa contra o seu cliente, desta vez em relação a uma das duas queixas interpostas pelo escritório de advogados de Sérvulo Correia. Aliás, tem sido esse o destino de todas as queixas até agora apreciadas na Justiça: Paulo de Morais não chegou a julgamento em nenhum dos casos.

Conhecido por se pronunciar sobre os temas 'quentes' da corrupção e do desperdício de dinheiros públicos. Paulo de Morais tem ferido susceptibilidades. Mas tem ganho todos os processos movidos contra si.

"No passado, Portugal teve várias condenações no Tribunal Europeu dos Direitos do Homem por condenar pessoas que usaram do exercício de liberdade de expressão. Essas decisões fizeram jurisprudência e hoje a Justiça portuguesa trata estes casos com mais tolerância", diz ao CM José Puig.»

O causídico estranha a avalanche de processos de que Paulo de Morais tem sido alvo. "Em tempos ele usou a expressão 'bullying judicial' para descrever a sucessão de queixas que lhe dirigem. Constato que a ligeireza como que são levantadas acusações contra ele me fazem pensar que há uma série de entidades que querem condicionar a sua livre expressão".»

Comentário do blogueiro: e pensar que o eleitorado português preferiu o Marcelinho da "direitinha" a este bravo combatente! O Professor Paulo Morais é, de longe, a melhor coisa que aconteceu na política portuguesa nos últimos anos! Conhecendo a máfia abrilina, chego até a ter receio de que lhe aconteça alguma desgraça! 

E mais uma vez se confirma que, com todos os seus defeitos, o Correio da Manhã é um jornal asbolutamente indispensável para o bom funcionamento da democracia portuguesa. O jornal não deixa de ser extremamente politicamente correcto, mas é o único veículo me(r)diático em que se vão dizendo umas verdades neste país!

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5 comentários:

Lura do Grilo disse...

Fez uma campanha fraquissima! Não se cansava de repetir sempre a mesma coisa. Foi, para mim, uma enorme desilusão.

pvnam disse...

«E mais uma vez se confirma que, com todos os seus defeitos, o Correio da Manhã é um jornal asbolutamente indispensável para o bom funcionamento da democracia portuguesa. O jornal não deixa de ser extremamente politicamente correcto, mas é o único veículo me(r)diático em que se vão dizendo umas verdades neste país!»


É isso mesmo.

Afonso de Portugal disse...

Lura do Grilo disse...
«Fez uma campanha fraquissima! Não se cansava de repetir sempre a mesma coisa.»

Se por um lado é verdade que o Prof. Paulo Morais esteve longe de expor os seus pontos de vista de uma forma cativante e apelativa para o grosso do eleitorado (o pecado capital de todo o inexperiente político), também é verdade que a corrupção generalizada é -ou, pelo menos, devia ser- o tema mais importante para o futuro de Portugal e dos portugueses.

É a corrupção generalizada que faz com que os governos abrilinos resgatem bancos falidos. É a corrupção generalizada que leva os governos abrilinos a entregar o controlo das nossas empresas estratégicas aos investidores estrangeiros. É a corrupção generalizada que faz com que os deputados e ministros abrilinos consigam arranjar sempre um tachinho aos seus amigos e familiares, e ainda ir trabalhar para uma grande empresa no final do seu mandato (Jorge Coelho, Pina Moura, Mira Amaral, Manuel Pinho, Ferreira do Amaral, Durão Barroso, etc.) É a corrupção generalizada que faz com que as PPPs ruinosas proliferem pelo nosso país fora, as autarquias se endividem e que o dinheiro do contribuinte português seja constantemente esbanjado de forma irresponsável, com as graves consequências que se conhecem: um sistema produtivo muito pouco competitivo, uma economia paralela monstruosa e uma dívida pública que não pára de crescer.


pvnam disse...
«É isso mesmo.»

Se é! Até o Observador, um jornal supostamente de Direita, consegue ser um antro de doutrinação neomarxista sempre que o tema em causa extravasa a economia!

João José Horta Nobre disse...

Se não tivesse passado as presidenciais doente na cama, talvez tivesse ido votar nele. Ou isso, ou então votava em branco.

Afonso de Portugal disse...

Eu votei nele, mas nestas presidenciais não havia hipótese: o Marcelo andava em campanha pelo menos desde o início dos anos 80, quando foi director do Expresso. Se isso juntarmos o programa de rádio que teve na TSF e os 15 anos de comentador na televisão entre a RTP e a TVI, era praticamente impossível batê-lo.

As eleições são, para o melhor e para o pior, concursos de popularidade. Há quem teime em não perceber isso, sobretudo na Direita polítca (e no Nacionalismo então, nem se fala!): é preciso cativar o eleitorado, não basta ter a razão do nosso lado.

Quanto ao Dr. Paulo Morais, ela era praticamente desconhecido antes desta eleição, o que já tornava a façanha extremamente difícil. Mas como ele fez questão de ir repetindo sempre a mesma cassete, tornou-se realmente impossível.