sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Uma bela manhã de sexta-feira Vernes: criminoso abatido pela GNR


Só é pena que não seja abatido um todas as manhãs, tardes e noites....

«Uma perseguição policial a três suspeitos de um assalto terá corrido da pior melhor maneira, esta sexta-feira este Vernes, em Porto Alto, Samora Correia.»

O Correio da Mamã só nos mostra esta fotografia captada com uma batata,
pelo que não vos consigo dizer se estamos perante mais um caso de "juventude" ou não....

«O caso iniciou-se perto das 10h00 na ponte Vasco da Gama, em Lisboa, quando três indivíduos que seguiam numa viatura desobedeceram a uma ordem de paragem. A viatura acabou por se despistar no Porto Alto, no concelho de Benavente, no distrito de Santarém, tendo um dos homens saído do carro e disparado em direcção aos militares, ferindo um deles no braço. Na resposta, o homem foi baleado, acabando por morrer no local.

Os outros dois indivíduos puseram-se em fuga, tendo sido um deles capturado e suspeitando-se que o outro se encontre barricado num café situado junto a um hipermercado no Porto Alto, tendo a zona sido evacuada.

O bairro onde tudo aconteceu está cercado pelas autoridades, que montaram um forte dispostivo de segurança. Estão no local militares do Grupo de Intervenção de Operações Especiais da GNR, unidade especializada em casos de contra-terrorismo ou tomada de reféns.» 

Comentário do blogueiro: não há que ter pena de um criminoso miserável que dispara sobre a polícia. Todos os indivíduos que não respeitam as forças de segurança têm de sofrer as consequências. Quem tenta matar um agente da autoridade, só merece ser morto!

Além de que, tendo em conta a zona do crime, há o bónus de o "pobre coitadinho" que foi abatido poder ser alógeno! E se não for, paciência, há-de ser um "tuga" ranhoso que estava a desperdiçar o oxigénio de todos os portugueses! Viva a GNR!!! :) 


Actualização (14h10): já foi capturado o terceiro elemento da quadrilha:

«GNR revela versão oficial 

O major Pinto Reis, da GNR, explicou entretanto que os três não obedeceram à ordem de paragem das autoridades durante uma operação de trânsito, tendo os militares iniciado uma perseguição. O carro em que os fugitivos seguiam despistou-se em Porto Alto. Um dos três homens saiu do carro a disparar contra os militares e foi atingido pela GNR. Acabou por falecer.

Um dos militares ficou ferido, depois de atingido com dois tiros nas pernas e outro no braço. Não corre perigo de vida.

Os outros dois homens fugiram a pé. Um deles foi interceptado, pouco depois, o outro barricou-se num café. A unidade das operações especiais entrou no estabelecimento e deteve o indivíduo, que não ofereceu resistência.»

Comentário do blogueiro: foi pena não ter oferecido resistência. Seria sempre mais um estafermo que ia desta para melhor. Enfim, melhor sorte para a próxima vez!


Actualização II (20h35): o Observador confirmou que o homem que se refugiou no café era de etnia cigana. Lusofonia vibrante confirmada!

21 comentários:

Ivan Baptista disse...

Não eram alógenos, eram ciganos. E há ciganos portugueses.

Afonso de Portugal disse...

LOL, vamos ter de concordar em discordar, caro Ivan. Para mim, todos os ciganos são alógenos, mesmo que tenham um papel ou um cartão a dizer o contrário.

Anónimo disse...

Os cigaanos são originários do norte da Índia, são um povo que nada tem de nacional português europeu. Entraram na Europa no século XV e nunca foram parte de qualquer nação, aliás deviam/mereciam ter uma nação sua, algures pela Ásia, a sua terra ancestral. A par dos kurdos, outro povo sem nação.

Anónimo disse...

ass. Semente O.

Ivan Baptista disse...

Pois eu discordo.
Os ciganos estão entre nós, há mais ou menos 600 anos. Se eles fossem alógenos, então falariam entre eles na maior parte do seu tempo, o dialecto deles, o caló ou romani.
Mas eles falam português, e hoje em dia, já não se vê e é assim tão fácil ou comum, identificar um cigano que toque gipsy king ou que se vista de negro.
Já tive colegas meus de turma , ciganos, que eram tão normais como qualquer outro aluno não cigano.
São portugueses sim, pois não são iguais aos ciganos romenos, são ciganos e portugueses ao mesmo tempo.

Afonso de Portugal disse...

Discorde à vontade, caro Ivan... mas olhe que eu não vou mudar de opinião.

Conforme observou o(a) Semente Original, os ciganos não são sequer europeus, quanto mais portugueses, nem étnica, nem culturalmente. O lugar deles é a Índia.

E se o caro Ivan teve colegas "bem integrados", eu também posso dizer que todos os meus colegas ciganos estavam muito mal integrados. Aliás, eles não tinham vontade nenhuma de se integrar.

Ivan Baptista disse...

Pois olhe, a Catarina Furtado também tem ancestralidade Indiana e não é menos portuguesa por isso. Eu também não queria que os actuais europeus mudassem todos de
cor, genótipo ou fenótipo ou lá o que seja. Mas se eles sentem-se portugueses, identificam-se com Portugal, procuram e identificam se com a história da mãe pátria ou Nação Portuguesa, e já agora também com o continente Europeu...São dos nossos com certeza.
Os meus ancestrais são daqui, mas também são dali e de acolá, mas sou português, tal como o blogueiro firehead também o é e ele sente-se português, curiosamente até mais do que eu, por ele praticar demasiado o catolicismo :)

Anónimo disse...

Ciganos...no norte? Colegas? Uh uh...

Afonso de Portugal disse...

Ivan Baptista disse...
«Os meus ancestrais são daqui, mas também são dali e de acolá, mas sou português, tal como o blogueiro firehead também o é e ele sente-se português, curiosamente até mais do que eu, por ele praticar demasiado o catolicismo»

Já tivemos esta conversa uma vez, Ivan, mas eu volto a repetir: eu não tenciono perseguir ou expulsar os mestiços que já cá estão, isso seria digno de um lunático e levaria à guerra civil. Eu apenas quero não deixar entrar mais alógenos!



"Anónimo" disse...
«Ciganos...no norte? Colegas? Uh uh...»

O teu comentário fica aqui a título excepcional, só para toda a gente ver o quão burros e ignorantes são os adeptos das teorias da conspiração como tu! O Norte de Portugal tem montes de ciganos, do Porto a Bragança. E sim, tive colegas ciganos na escola, como uma grande parte dos nortenhos tiveram! Um grande "uh uh" é o que tu tens enfiado nesse teu cu! Toma lá, aprende que eu não duro sempre:

http://5l-henrique.blogspot.pt/2014/07/os-ciganos-transmontanos-contributo.html

www.aps.pt/cms/docs_prv/docs/DPR462dc7e530d4e_1.PDF

http://www.rtp.pt/noticias/pais/familias-ciganas-vivem-em-barrio-degradado-de-braga_v807505

Ivan Baptista disse...

«Eu apenas quero não deixar entrar mais alógenos!» E eu também estou de acordo

Afonso de Portugal disse...

Ivan Baptista disse...
« E eu também estou de acordo»


Excelente! :)

Anónimo disse...

Quem são os portugueses? o mundo inteiro não cabe dentro de Portugal. As opções só são duas, ou os portugueses existem ou não existem. E de facto os portugueses existem e têm o direito de existir, como todos os povos do mundo, com as suas singularidades, com a sua identidade, cultura e costumes. Ora isso implica um background etnocultural indissociável, nativo da península ibérica e europeu. Dizer que qualquer um é português por "gosto" "crença" "serviços prestados" ou "afinidade" é descabido e não existe, é uma fantasia, criada na segunda metade do século xx.

"Eu apenas quero não deixar entrar mais alógenos"

Isso é aceitar o genocíddio dos portugueses e dos europeus, a médio e um pouco mais longo prazo. Os que já cá estão, alógenos e mmestiços vão levar ao desaparecimento de Portugal se por cá ficarem e se tornarem maioria [pelas taxas de natalidade superiores]. Isto parece-me claro como a água, é olhar para certas regiões dos Estado Unidos, dos balcãs ou do brasil, para ver que éuma questão de anos(é matemática e projecções).
Se a imigração hoje fosse estancada a zero, mas SEM a existência no futuro de um processo de re-imigração (se possível de forma totalmente pacifica), ou 'Remigration' como dizem os franceses, Portugal, França, Holanda, Bélgica, Inglaterra, Suécia não serãomais nações. Portugal efectivamente deixará de existir e os portugueses serão uma minoria. Trata-se somente de identidade. Ou o nacionalismo triunfa em toda a Europa do ocidente, esperemos que pela via do sufrágio universal (enquanto é tempo), ou é o fim. Nós não o vamos sentir tanto, mas os nossos filhos vão viver num país que já não será deles, nem o país dos seus ancestrais.

ass. Semente O

Afonso de Portugal disse...

Semente Original disse...
«Os que já cá estão, alógenos e mestiços vão levar ao desaparecimento de Portugal se por cá ficarem e se tornarem maioria [pelas taxas de natalidade superiores]»

Admitindo que tens razão, o que é que sugeres? Pagar aos que que cá estão para sair? E se eles não quiserem? Expulsão?

É que há uma diferença muito grande entre aquilo que seria a situação ideal e aquilo que é realisticamente exequível. Quantos alógenos (em termos genéticos) haverá em Portugal? Eu diria aí uns bons 2 milhões. Achas que seria possível expulsar tanta gente?

Anónimo disse...

"Quantos alógenos (em termos genéticos) haverá em Portugal? Eu diria aí uns bons 2 milhões."

Não são 2 milhões. Mas não são menos que 1 milhão (vindos sobretudo das nossas ex-col+onias) Portugal até meados dos anos 60, seria provavelmente 98% - 99% nativo português. O que aconteceu em 40 anos, tem que ser revertido, é para isso que existem os aviões. A França tem no seu seio pelo menos 10 milhões de não nativvos europeus. Não é possível a França vir a existir enquanto nação daqui a 50 anos se assim continuar, é impossível e é a maior tragédia que se abateu sobre este continente e quanto a mim sobre a humanidade,pois é de identidade que se trata. Guillaume Faye falou disso centenas de vezes, a visão dele parece-me ser a mais correcta.
Afonso, não sei se percebes francês, mas olha como está a França, interpreta os dados mais recentes:

http://www.fdesouche.com/769997-drepanocytose-la-carte-du-grand-remplacement-mise-jour-2

ass. S.O

Afonso de Portugal disse...

Semente Original disse...
«Portugal até meados dos anos 60, seria provavelmente 98% - 99% nativo português.»

Não pretendo de forma nenhuma fazer disto um cavalo de batalha, mas não é isso o que diz este reputado geneticista português:

http://totalitarismouniversalista.blogspot.pt/2015/04/video-interessane-acerca-do-adn-das.html

Doutor João Lavinha: «Verifica-se que, em média, cerca de 30% das linhagens masculinas -dos homens portugueses- descendem de não-ibéricos. E estes 30% estão, digamos, repartidos em 20% de ascendência judaica sefardita e 10% de ascendência norte-africana.

(...) Cerca de 15% dos homens do Sul de Portugal tem um ascendente norte-africano enquanto no Norte esse ascendente é de apenas 10%. Quanto à ascendência judaica, a diferença é no mesmo sentido, mas com números mais altos (...) o Sul de Portugal é, de resto, o ponto da Península Ibérica com maior proporção de linhagens masculinas sefarditas, com 35%, o que significa que cerca de um terço dos homens do Sul terão um ascendente judaico sefardita. No Norte de Portugal, temos apenas 25%.»

Portanto, temos aqui um primeiro problema que é preciso ultrapassar: definir exactamente o que é um alógeno. Para isso precisamos de um critério. Para mim, um alógeno é aquele que tem mais de 20% de genes extra-europeus nas suas linhagens. Há nacionalistas que são mais exigentes e vão mesmo até aos 10%.

O problema é que, mesmo com 20%, garanto-te que vamos mesmo para os 2 milhões. E olha que isto é um minorante! Basta ver que Portugal tem, desde meados dos anos 90, uma população estrangeira residente que anda sempre perto dos 500 mil habitantes. Todos os anos, uma grande parte dessa população adquire a nacionalidade portuguesa, mas a população estrangeira residente mantém-se mais ou menos constante, o que significa que tem havido uma entrada sustentada de imigrantes.

Se a estes alógenos juntares os filhos que, no papel, já são "portugueses" -e desde os anos 60 já vamos em três gerações-, parece-me impossível que só haja 1 milhão de alógenos em Portugal.


O Guillaume Faye e o "François" que escreveu esse artigo têm razão no que dizem (eu não percebo o francês tão bem como o inglês, mas percebo o suficiente para compreender o artigo), mas a questão é aquilo que realisticamente um governo nacionalista poderia fazer.

Falaste em aviões mas, com o devido respeito, acabaste por não responder à minha pergunta: como é que farias os alógenos entrar nos aviões? Pagar-lhes-ias? Ou obrigá-los-ias? É que para os obrigar terias de usar a força, as armas, o exército. E para isso não basta chegar ao poder, é preciso mudar a constituição, acabar com os artigos relativos à igualdade e convencer o eleitorado. No cenário actual, a esquerda jamais permitiria uma coisa dessas.

Não digo que não tenhas razão no plano do que deveria ser feito idealmente. Quero deixar isso bem claro. Se eu fosse um ditador ou um deus muito poderoso, expulsaria todos os alógenos. Mas nós vivemos no mundo real. E no mundo real, nós nem sequer estamos perto de alcançar o poder, quanto mais deportar alógenos às carradas, ou às "avionadas"!

Anónimo disse...

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Não pretendo de forma nenhuma fazer disto um cavalo de batalha, mas não é isso o que diz este reputado geneticista português:
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Afonso de Portugal, esse estudo teve conclusões com pouco nexo, ou fruto de desinformação, ou desonestidade, possivelmente com agenda, como muitos estudos financiados e depois assim difundidos. É propaganda e não o digo porque calha, ou convém, é mesmo porque não faz sentido absolutamente nenhum, como se vai ver a seguir.
Eu até pensava que essas histórias já tinham sido desmistificadas dezenas de vezes e que os nacionalistas mais instruídos não caíssem na esparrela, eles deviam ser os primeiros a questionar e a não cair.
Mas por onde começar?
Primeiro, é importante dizer uma coisa, esse estudo foi feito em 2008 ou 2009 se não me engano e trata-se de adn-Y (linhagem masculina), que são agregados em haplogrupos. Y trata-se de uma linhagem que passa de pai para filho, é uma pequena fracção do adn, pequeníssima, por isso é que nos dias que correm os estudos de Y, são desvalorizados para identificar a mistura, eles não relacionam a mistura, como o adn autossomal o faz, pois este é recombinatório.

Segundo, se essas conclusões fossem correctas, então 25% da Europa seria composta de linhagens de "mouros" e "judeus" o que é não é verdade, obviamente.

http://www.julepe.org/GenographicProject/Y_MAP_arrow.gif

Todos os marcadores que vês neste mapa a azul- E3b, a negro - J, e outros N, G, foi nisso que eles pegaram para dizer que 30% dos ibéricos eram "mouros".O que é falso. Como podes ver no mapa, se assim fosse a Itália, a Republica Checa, a Alemanha, a Aústria, a Grécia, entre outros também o seriam e por vezes bem mais que Portugal ou Espanha. O que foi feito, ou por engano, ou por desinformação ou por agenda, foi pegarem nos haplogrupos J e E3b e dizerem que tal é sinónimo de de judeus e mouros, quando estes marcadores ou linhagens têm uma origem ancestral, das expansões do neolítico que trouxeram a agricultura para a Europa faz milhares de anos atrás (ou do calcolitico), bem antes de qualquer mouro ter invadido a Europa, entendes?
E sabes como é que se sabe isto, porque bastou retirar-se adn de um osso com 9.000 anos na peninsula ibérica (antes das invasões mouras) e se perceber que já nessa época os ibéricos tinham a mesma ou parecida composição que a actual, que é essencialmente paleolitica mas tem um componente do neolítico também. Ou seja não batia a bota com a perdigota como se costuma dizer. Só em termos de curiosidade, o Adolf H era E3b :D é verdade, não me digas que ele era jjudeu ou talvez mouro? de certo que o pessoal das agendas já veio dizer que sim. O Napoleão Bonaparte também era E3b(E1b1b1c1*), olha outro judeu/mouro ahahah obviamente que não.
http://www.ccsenet.org/journal/index.php/jmbr/article/view/10609


Existem várias sublinhagens do E3b, apenas uma delas o M81 é associado aos norte-africanos(e pouco tem a ver com a ocupação histórica dos mouros, mas sim com o neolítico).
Mesmo pegando no Y, que para quantificar a mistura é irrelevante, em média as linhagens EM81, que sºao caucasoídes do norte de africa, na península ibérica andam entre os 3% e os 6%, 7%, valores baixos e pouco relevantes.


Já o Bosch et al, tinha referido isso faz anos:

"Não só cerca de 78% dos cromossomas Y ibéricos têm origem no Paleolítico Superior e 10% nas expansões Neolíticas, também apenas 6%, no máximo, poderão ter origem norte-africana, sendo que o genoma norte-africano tem ele próprio cerca de 4% de contribuição genética europeia. O domínio islâmico terá, assim, deixado uma contribuição démica mínima."

Mais:

"A similar 2009 study of Y-chromosome with 659 samples from Portugal, 680 from Northern Spain, 37 samples from Andalusia, 915 samples from mainland Italy, and 93 samples (..)
levels of North African male ancestry in Spain, Sicily and Portugal (7.7%, 7.1% and 7.5% respectively)."

Anónimo disse...

Já estudos anteriores referiam o mesmo:

"According to Bosch et al. 2000 "NW African populations may have contributed 7% of Iberian Y chromosomes".[37] A wide-ranging study by Cruciani et al. 2007, using 6,501 unrelated Y-chromosome samples from 81 populations found that: "Considering both these E-M78 sub-haplogroups (E-V12, E-V22, E-V65) and the E-M81 haplogroup, the contribution of northern African lineages to the entire male gene pool of Iberia (barring Pasiegos), continental Italy and Sicily can be estimated as 5.6 percent, 3.6 percent and 6.6 percent, respectively"

"The most striking results are that contemporary NW African and Iberian populations were found to have originated from distinctly different patrilineages and that the Strait of Gibraltar seems to have acted as a strong (although not complete) barrier to gene flow."

"NW African populations may have contributed 7% of Iberian Y chromosomes. The Islamic rule of Spain, which began in a.d. 711 and lasted almost 8 centuries, left only a minor contribution to the current Iberian Y-chromosome pool. "

Fontes:
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC1275654/
http://mbe.oxfordjournals.org/content/21/7/1361
http://dienekes.blogspot.pt/2009/01/north-african-male-legacy-in-southern.html

Ou seja, mesmo no Y que só revela linhagens, os valores são negligentes. Olha que chato.

E é por isso mesmo que os portugueses e os espanhois divergem dos mouros e dos judeus em todos os mapas de localização genetic, seja dodcad, eurogenes.
Os ibéricos ficam sempre junto aos restantes povos da Europa e nada perto dos norte africanos ou juddeus.

Anónimo disse...

Os povos mais parecidos com os portugueses são os da Europa ocidental por esta ordem - são naturalmente os espanhóis, depois italianos do norte, franceses,ingleses.....(adn autossomal, de testes já da década de 2010):

EUTest Eurogenes
# Population (source) Distance
1 PT 3.63
2 ES 4.84
3 North_Italian 7.41
4 FR 8.04
5 Tuscan 12.59
6 AT 15.61
7 Cornish 16.71
8 West_&_Central_German 17.07
9 NL 17.43
10 RO 17.55
11 Serbian 17.67
12 English 17.99
13 HU 18.78
14 French_Basque 18.93
15 Orcadian 19.53
16 IE 19.58
17 Scottish 20.62
18 DK 21.06
19 South_Italian_&_Sicilian 22.6
20 NO 22.9


DodecadOracle(c(6, 0, 7.7, 0, 47.5, 22.3, 0.9, 0.1, 5, 0, 9.7, 0.7),k=60)
[,1] [,2]
[1,] "Portuguese_D" "0"
[2,] "Extremadura_1KG" "2.642"
[3,] "Galicia_1KG" "3.6056"
[4,] "Castilla_Y_Leon_1KG" "4.3232"
[5,] "Murcia_1KG" "4.9366"
[6,] "Spanish_D" "5.8617"
[7,] "Baleares_1KG" "6.432"
[8,] "Canarias_1KG" "7.2877"
[9,] "Spaniards" "7.5783"
[10,] "Cataluna_1KG" "7.919"
[11,] "Andalucia_1KG" "8.1584"
[12,] "Castilla_La_Mancha_1KG" "8.2904"
[13,] "Cantabria_1KG" "9.0105"
[14,] "Valencia_1KG" "9.6447"
[15,] "Aragon_1KG" "9.9177"
[16,] "North_Italian" "15.4848"
[17,] "N_Italian_D" "16.1536"
[18,] "French" "16.744"
[19,] "French_D" "17.0473"
[20,] "TSI30" "22.3314"
[21,] "Pais_Vasco_1KG" "23.8912"
[22,] "O_Italian_D" "24.5349"
[23,] "Tuscan" "24.5813"
[24,] "Cornwall_1KG" "24.6575"
[25,] "Kent_1KG" "25.2788"
[26,] "British_D" "25.5153"
[27,] "Mixed_Germanic_D" "25.9336"
[28,] "English_D" "26.0417"
[29,] "CEU30" "26.2048"
[30,] "British_Isles_D" "26.9535"
[31,] "Dutch_D" "27.0671"
[32,] "C_Italian_D" "27.1205" (central Italian)
[33,] "Irish_D" "27.4507"
[34,] "Orcadian" "28.0105"
[35,] "Argyll_1KG" "28.0134"
[36,] "Orkney_1KG" "28.7512"
[37,] "French_Basque" "29.6062"
[38,] "German_D" "30.8909"
[39,] "Romanians" "33.6442"
[40,] "Bulgarians_Y" "34.4026"
[41,] "Sicilian_D" "34.5936"
[42,] "Bulgarian_D" "34.6533"
[43,] "Hungarians" "34.8145"
[44,] "Sardinian" "34.8643"
[45,] "S_Italian_Sicilian_D" "34.9687"
[46,] "Greek_D" "35.1694"
[47,] "Norwegian_D" "36.9542"
[48,] "Morocco_Jews" "38.3575"
[49,] "Ashkenazi_D" "38.4113"
[50,] "Ashkenazy_Jews" "39.0863"
[51,] "Swedish_D" "39.4607"
[52,] "Sephardic_Jews" "40.4836"
[53,] "Algerian_D" "45.6057"
[54,] "Polish_D" "49.9165"
[55,] "Moroccan_D" "50.247"
[56,] "Ukranians_Y" "51.9551"
[57,] "Cypriots" "52.9906"
[58,] "Mixed_Slav_D" "53.2567"
[59,] "Turkish_D" "53.3473"
[60,] "Moroccans" "53.9235"

http://oi57.tinypic.com/2ldkhp2.jpg

Se vires, Portugal tem mais proximidade com qualquer outro povo europeu, seja do norte ou do leste, ou centro, do que com os marroquinos ou outros povos de fora da Europa. Se os portugueses fossem 30% o que dizem essas conclusões, isto seria impossível, assim como os mapas abaixo seriam impossíveis.

Anónimo disse...

Os ibéricos são um povo europeu e ao contrario de muita propaganda que serve para dividir, não o são menos que outros povos deste continente, pelo contrário:

Mapas de proximidade adn todos eles mostram o mesmo:
http://i40.tinypic.com/2rzxo4j.png

https://static01.nyt.com/images/2008/08/13/science/figure1a_600.jpg

https://c1.staticflickr.com/9/8025/7608896776_68881b6829_b.jpg

http://s116.photobucket.com/user/Kadu_album/media/West_Central_Eurasia.png.html

https://lh3.googleusercontent.com/-gbcDrAhOucc/U-pH0YiMBaI/AAAAAAAAA0I/uCn8X4RdAuU/w728-h577-no/basics%2B2.png

Qualquer português nativo ficará sempre nesse espaço dos mapas acima, junto dos restantes portugueses e dos europeus, seja ele mais loiro ou mais moreno, seja ele Y-adn R1b ou I (haplogrupos que dominam em Portugal) ou E3b ou J vai ficar nesse espectro. Um alógeno, ou alguém misturado dos últimos trinta anos, não ficará nesse espaço desses mapas certamente, ficará deslocado, será um outlier estatístico.

Afonso de Portugal disse...

Em primeiro lugar, quero agradecer-te a enorme trabalheira que tiveste para desmistificar as conclusões do estudo, com dados e referência muito completas. Excelente trabalho! Quanto ao que disseste, quero apenas esclarecer alguns pontos:


«Eu até pensava que essas histórias já tinham sido desmistificadas dezenas de vezes e que os nacionalistas mais instruídos não caíssem na esparrela, eles deviam ser os primeiros a questionar e a não cair.»

Tenho de admitir que, ao reler a conversa desde o início, dá a sensação que estou a defender as conclusões do estudo do Dr. Lavinha como uma ciência exacta e imparcial. Não foi essa a minha intenção, apenas quis evidenciar que o tal milhão me parece um número muito baixo e que é preciso ver cada português caso a caso. Aliás, até deixei um comentário na posta original a comentar a desonestidade das conclusões do estudo. Ainda assim, parece-me que afirmar que Portugal só terá um milhão de alógenos é bastante optimista dados os fluxo imigratórios dos últimos 30-40 anos.


«(...)trata-se de adn-Y (linhagem masculina), que são agregados em haplogrupos. Y trata-se de uma linhagem que passa de pai para filho, é uma pequena fracção do adn, pequeníssima, por isso é que nos dias que correm os estudos de Y, são desvalorizados para identificar a mistura»

Sim, o adn-Y apenas identifica as linhagens paternas, não a percentagem de mistura que, como sabes, é mais bem traduzida pelo adn mitocondrial.


«Ou seja, mesmo no Y que só revela linhagens, os valores são negligentes. Olha que chato.»

Sim, esse foi o comentário que eu fiz na posta original, uma coisa é a linhagem, outra coisa é a significância da linhagem em termos proporcionais.


«Qualquer português nativo ficará sempre nesse espaço dos mapas acima, junto dos restantes portugueses e dos europeus, seja ele mais loiro ou mais moreno»

Concordo, mas repara, a palavra-chave aqui é nativo. Aquilo que eu estava a tentar dizer ao Semente Original é que o fluxo imigratório das últimas décadas pode ter descaracterizado essa realidade. É que uma das coisas que não é clara nesses estudos é a constituição exacta das amostras populacionais encontradas. Se todos os elementos da amostra eram nativos, então é natural que as conclusões tenham sido as que referiste. O problema é que quando vamos para zonas como o Vale da Amoreira, Carcavelos, Cova da Moura, a linha de Sintra, etc. não vemos nativos, vemos sobretudo alógenos.

Ora, se essas populações de alógenos não se reflectirem nas amostras estudadas, então as conclusões do estudo tornam-se demasiado optimistas, tal como as conclusões do Dr. Lavinha são demasiado pessimistas.


«Um alógeno, ou alguém misturado dos últimos trinta anos, não ficará nesse espaço desses mapas certamente, ficará deslocado, será um outlier estatístico.»

Concordo. Mas o meu receio é que as amostras utilizadas nesses estudos não reflictam a verdadeira proporção entre alógenos e nativos do nosso país. É por isso que eu estava a dizer ao Semente Original que precisamos de definir um critério de "alogeneidade".

Afonso de Portugal disse...

Quero deixar uma coisa bem clara: eu, por mim, expulsava todos aqueles cujo património genético revele percentagens significativas de herança alógena. Mas não sendo um geneticista, não posso precisar uma percentagem em definitivo para aquilo que se entenderia como "mistura proibitiva".

Focando-me apenas nas linhagens, parece-me que os tais 20% que referi acima seriam uma percentagem razoável, porque excluiria todos os alógenos até à quarta geração.

Agora, o grande problema aqui -e tenho de insistir neste ponto porque é extremamente importante- é aquilo que poderemos alcançar realisticamente se chegarmos ao poder.

Travar a imigração? Sem dúvida, parece-me um objectivo realista.
Inverter a imigração? Até um certo nível, também me perece possível.
Expulsar todos os alógenos que cá estão? Aqui, a situação já me parece mais bem mais complicada. É que o Estado concedeu aos alógenos o estatuto de portugueses de facto (mal, mas concedeu). Se eles quiserem permanecer em Portugal, não teremos base legal para os expulsar, a menos que alteremos a constituição de uma forma dramática, que colida não apenas com a forma de pensar dominante aqui em Portugal mas em todo o Ocidente (direitos humanos).

Resumindo e concluindo: eu não ponho em causa que a esmagadora maioria dos portugueses são etnicamente europeus. O que eu não estou a ver é o que fazer exactamente para identificar e, sobretudo, para expulsar os alógenos.

De uma coisa eu tenho a certeza: o que é realmente preciso é chegar ao poder para que estas questões possam ser discutidas com seriedade e consequência.

Mais uma vez, muito obrigado pela tua participação. Só foi pena não teres assinado so teus comentários! :P

Saudações Nacionalistas!