quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Muslo que preside ao município de Londres diz que os ataques terroristas são "parte da vida numa grande cidade"


      O arruaceiro e islamista (mal) dissimulado Sadiq Khan, o canalha intrujão que baniu os cartazes com mulheres em trajes menores nos transportes públicos de Londres invocando o pseudo-argumento feminista de que os corpos das gajas boas envergonham as mulheres "normais", deslocou-se a Nova Iorque para participar num 'evento', termo que agora se emprega, de uma forma assaz desonesta, para designar uma tertúlia ou colóquio em que o dinheiro dos contribuintes é opulentamente desperdiçado a doutrinar centenas de imbecis incapazes de pensar por si próprios.

"Comigo, a islamização do Reino Unido vai ser ainda mais vibrante! Chupem, infiéis!"

O 'evento' em causa, convenientemente designado por "Construir cidades progressivas e inclusivas" foi promovido pelo presidente da câmara de Nova Iorque, o esquerdista Bill de Blasio que, não surpreendentemente, pertence ao partido da pérfida bruxa Hilária. Durante o 'evento', Khan disse aos jornalistas do Evening Standard que os ataques terroristas são "parte inseparável da vida numa grande cidade". Isto apenas algumas horas depois de as forças de segurança norte-americanas terem frustrado ataques terroristas em Nova Iorque e Nova Jérsia (ver o vídeo do Paul Joseph Watson algumas postas abaixo)!

Em tempos louvado como um "muçulmano progressista" (repare-se na contradição em termos) que iria desafiar os "muçulmanos regressivos" (g'anda pleonasmo, pá!), o trafulha Khan está agora a papaguear os chavões esfarrapados de vários "líderes" europeus, nomeadamente o primeiro-ministro 'franciú' Manuel Valls, que teve a distinta lata de dizer aos seus compatriotas que a França "terá de aprender a viver com o terrorismo". Perceberam, caros leitores? Para o covarde Valls e para o arruaceiro Khan, o terrorismo é o novo normal!

Obviamente, ambos covarde Valls e arruaceiro Khan estão a mentir com todos os dentes que têm... e basta olhar para para o seguinte exemplo para o confirmar:


Continuem pois a votar nos "partidos moderados" caros leitores. Depois não se queixem!

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