quarta-feira, 1 de junho de 2016

Notícias da Eurábia (2)


A Europol avisou hoje que "há várias células islamistas na Europa a acumular explosivos". A agência divulgou ainda que, no último ano, identificou mais de 4 mil combatentes estrangeiros na Europa e impediu 211 atentados. A Europol acrescenta que as probabilidades de ocorrerem ataques não são desprezáveis. O Líder do Centro Anti-Terrorista da Europol, Manuel Paniagua, reconheceu que há terroristas infiltrados entre os "refugiados", citando o caso dos ataques de Paris.

Os trabalhadores "humanitários" de alguns centros de "acolhimento" de refujiadistas da Dinamarca têm tanto medo de serem atacados pelos "pobres coitadinhos" dos seus inquilinos que estão a pedir coletes à provas de balas e anti-esfaqueamento. Na pequena ilha de Langelang (aprox. 13,3 mil habitantes) existem cinco centros de "acolhimento" de refujiadistas em que todos os funcionários usam coletes anti-esfaqueamento:

 Se não fossem os refujiadistas, os dinamarqueses não teriam a alegria de vestir coletes 
"anti-facada" no seu local de trabalho! Quanto enriquecimento! Quantos benefícios e mais-valias!

no Suedistão (porque a palavra 'Suécia' já não descreve o país de que estamos a falar), continua a aumentar o número de piscinas públicas com horas reservadas apenas para mulheres. De acordo com Daily Mail, o aumento estará ligado à crescente procura de piscinas só para mulheres por parte da crescente população islâmica. Que "islamófobo" é o Daily Mail, pá!

Ainda no Suedistão, o jornal The Local divulgou ontem estatísticas dos Serviços de Emprego (equivalente ao nosso IEFP lá no sítio), que mostram que, de entre os 163 mil imigrantes que chegaram à Suécia ao Suedistão em 2015, apenas 494 arranjaram emprego! A culpa deve ser obviamente dos racistas brancos suecos, que não lhes dão trabalho!  Entretanto, aqui ficam algumas estatísticas sobre os pedidos de asilo e as nacionalidades dos "pobres coitadinhos" que a Suécia o Suedistão recebeu nos últimos anos:

Mais de 40 mil afegãos? O Afeganistão ainda está em guerra? E a Eritreia, está em guerra com quem? 
Aliás, com excepção do Iraque e da Síria, porque estão os outros países neste gráfico?!

Bem, para não ser tudo uma desgraça e deixar os caros leitores demasiado deprimidos, vou terminar com este vídeo que foi filmado num supermercado na pequena cidade de Arnsdorf, na Alemanha. Um "enriquecedor vibrante" pretendia sair do estabelecimento comercial sem pagar, apesar da insistência dos funcionários para que ele devolvesse os artigos furtados. Azar da vida, para variar, o "jovem" deu-se mal! É que uma patrulha de rua local (ou "milícia popular", como se diz estupidamente por cá) estava por perto, apercebeu-se do que se estava a passar e aplicou ao "jovem" o devido correctivo... infelizmente, um comentador do vídeo diz que a polícia já está no encalço dos membros da patrulha que defendeu os lojistas. É que na Alemanha, quem se mete com os refujiadistas, leva!!!!!!!!

3 comentários:

João José Horta Nobre disse...

Mas que grande alegria que deve ser poder ir para o local de trabalho com um colete anti-facadas vestido! Vou emigrar para a Dinamarca, de forma a poder beneficiar dessa experiência "enriquecedora"!

FireHead disse...

Os voluntários dos centros de acolhimento são simplesmente irracionais. Se têm medo de correr perigo de vida então porque é que continuam a ser voluntários? A causa "nobre" que eles tanto defendem merece que ponham a sua própria vida em risco??

Afonso de Portugal disse...

João José Horta Nobre disse...
«Mas que grande alegria que deve ser poder ir para o local de trabalho com um colete anti-facadas vestido! Vou emigrar para a Dinamarca, de forma a poder beneficiar dessa experiência "enriquecedora"!»

É verdade! Assim só temos de prestar atenção à nossa cabeça, pescoço e membros, ficando mais livres para ajudar os refujiadistas a "integrar-se"!


FireHead disse...
«Os voluntários dos centros de acolhimento são simplesmente irracionais. Se têm medo de correr perigo de vida então porque é que continuam a ser voluntários? A causa "nobre" que eles tanto defendem merece que ponham a sua própria vida em risco??»

Tenho de confessar que a resposta a essa pergunta me escapa completamente. Deve ser uma nova variante da síndrome de Estocolmo.