quarta-feira, 1 de junho de 2016

O aproveitamento da “crise dos refugiados”!


 Da página de internet do único partido nacionalista português... o Partido Nacional Renovador (PNR):

«O aproveitamento da chamada “crise dos refugiados” suscita na nossa classe política governante, doses substanciais de hipocrisia e de uma falta de respeito tremenda para com os portugueses. Adormecem o povo com as suas falinhas-mansas, falam dos valores europeus e da solidariedade, ao mesmo tempo que atiram os portugueses numa miséria profunda.

Mas para lá da ”crise dos refugiados” existe uma agenda bem delineada dos governos europeus, na qual, Portugal faz parte. Trata-se de uma agenda própria da época, com objectivos pouco claros para a sociedade, em que o debate é tabu, sob pena de sermos acusados de islamofobia. 

A Esquerda não tolera a existência de opiniões contrárias e caso alguém se atreva a “opinar” sobre esta ou aquela matéria é logo rotulado de alto-a-baixo. Estas “tendências esquerdistas” pervertem a discussão pública,  amordaçando a própria liberdade de expressão que eles tanto dizem defender. Mas o PNR, não sendo um partido politicamente correcto, diz em voz-alta aquilo que muitos portugueses pensam, mas que não dizem por medo de represálias. Porém, não pensem que só a Esquerda abraçou a causa muçulmana. Exemplo disso é toda a verborreia mental dos vários quadrantes políticos; Paulo Portas chegou a falar dos imigrantes muçulmanos como jovens reprodutores numa sociedade com poucos filhos; e Passos Coelho acha que os “refugiados” podem ajudar a combater o envelhecimento da população no interior. Já António Costa acha que eles nos poderiam dar uma “mãozinha” a tomar conta das florestas… 

Esta é a mentalidade da nossa classe política governante. Repovoar Portugal com os imigrantes muçulmanos…, mas porque é que não se dá a mesma oportunidade aos portugueses!? Não seria bem mais lógico!? 

Em nome da tolerância e dos bons costumes europeus, uma escola da Baviera aconselhou as suas alunas a vestirem-se de uma forma “modesta”, leia-se, taparem-se todas, dos pés-à-cabeça, para não ofenderem os pobres coitados dos “refugiados” muçulmanos. Em Portugal, também já começámos a dar os primeiros-passos na estupidificação e overdose colectiva: o manual de “Acolhimento de Refugiados, Alimentação e Necessidades Nutricionais em Situações de Emergência” é um bom exemplo disso, e não passa de mais um dos devaneios multi-culturalistas da DGS, havendo inclusive, conselhos sobre os cuidados a ter na roupa usada na hora de atender os refugiados. Um absurdo!

O próprio título, já em si, é escandaloso: “Alimentação e necessidades nutricionais…”. Ora, a DGS já possui vários manuais de nutrição, não se entende o porquê de mais um! Será que os refugiados são extra-terrestres e as suas necessidades nutricionais são bem diferentes da dos terráqueos!?

Em 27 de Maio, o INATEL, o IEFP (em que diariamente centenas de portugueses se deslocam para tentarem a sua sorte) e o CPR (Conselho Português para os Refugiados) assinaram um protocolo “Migrantes Como Nós”, para a recepção, acolhimento (nas unidades hoteleiras), formação e emprego (afinal sempre há empregos; não há é para os nossos!). Logo após a cerimónia, o Ministro-Adjunto, sublinhou as vantagens do acolhimento, principalmente para os países europeus, demograficamente envelhecidos. Já se está mesmo a ver qual é a agenda destes energúmenos. 

A solidariedade é isto mesmo! Dar tudo aos que vêm de fora, esquecendo-se sempre dos que cá estão! Dos nossos!»


7 comentários:

João José Horta Nobre disse...

É tudo verdade!

Vladomiro disse...

Se tiver TV Cabo e a possibilidade de recuar na programação, veja no dia 31-05-2016, pelas 14h30, na RTP3, um directo no aeroporto de Lisboa com a chegada de "refugiados": o gajo a empurrar o carrinho cheio de malas e com o polegar virado para baixo como quem diz "Isto aqui não presta".
A câmara de filmar tratou logo de se desviar mas viu-se bem o gesto explícito do coitadinho. Verifique porque acho que não imaginei! Se alguém conseguisse meter o vídeo ou a foto seria espectacular!

Afonso de Portugal disse...

João José Horta Nobre disse...
«É tudo verdade!»

Claro que é! É por isso que só o Nacionalismo é solução!

P.S.: tenho verificado que o Mestre Nobre tem permitido comentários do comuna arrombado que julga estar a salvo em Macau no seu blogue. Eu sei que o Mestre Nobre se orgulha de ter uma política extremamente permissiva quanto à publicação de comentários no seu espaço mas, se me permite, julgo que deve criar aqui uma excepção, dada a especial toxicidade do panasca em causa. As fezes devem ser confinadas às instalações sanitárias, se é que me faço endenter.


Vladomiro disse...
«A câmara de filmar tratou logo de se desviar mas viu-se bem o gesto explícito do coitadinho. Verifique porque acho que não imaginei!»

Vou ver se lhe consigo deitar as mãos... :)

João José Horta Nobre disse...

«dada a especial toxicidade do panasca em causa. As fezes devem ser confinadas às instalações sanitárias, se é que me faço endenter.»

Não há toxicidade, o que há é palhaçada. Algumas pessoas que me conhecem pessoalmente até já tinham visto algum desse lixo e riram-se. É que o Afonso perceba, aquilo é uma coisa tão ridícula e descabida, que não tem forma possível de nos atingir, aliás, até nos beneficia, pois quem vem aos nossos blogues vê e lê argumentos e debates interessantes e bem fundamentados. Pelo contrário, na tal lixeira, vê-se que ali só há é peixeirada de baixo nível e do mais rasca que se pode imaginar.

Afonso de Portugal disse...

Não tenho tanta certeza disso, caro JJHN. O problema é que a peixeirada pega bem com o público-alvo que ele prentede cativar, os mais jovens e os menos instruídos. É por isso que os reality shows têm tanta audiência: a parolada agrada a muita gente!

O caro JJHN faça o que achar melhor. Eu já decidi: aqui, o balde de mijo do Montijo que fugiu para Macau para não levar tautau não pia.

Vladomiro disse...

Mais uma leitura:

http://observador.pt/2016/05/30/turquia-ameaca-suspender-acordo-se-isencao-de-vistos-nao-for-autorizada/

Afonso de Portugal disse...

Obrigado!