terça-feira, 17 de maio de 2016

Sobre a estupidez política de não deixar sair do país os "jovens" que se querem juntar ao ISIS


«A polícia australiana acusou esta terça-feira este Martes um jovem de 18 anos de planear atentados terroristas no país, depois de o deter numa operação em Sidney. O acusado, identificado como Tamim Khaja, será presente quarta-feira ao juiz este Mércores, no centro da maior cidade australiana, de acordo com a rádio local ABC, citada pela agência espanhola Efe. O advogado do jovem, Osman Samin, fez saber que oportunamente irá solicitar a liberdade sob fiança.

Neil Gaughan, subcomissário da polícia, explicou em conferência de imprensa que o jovem se preparava para adquirir uma arma de fogo e estabelecer objectivos em Sidney. O mesmo oficial da polícia acrescentou que o jovem começou por tentar sair da Austrália e, quando não pode fazê-lo, começou a planear um atentado por sua conta, sem a colaboração de terceiros.

Tamim Khaja: 'sexy motherfucker'!

«A Austrália registou nos últimos anos um aumento do número de adolescentes e jovens seduzidos por movimentos extremistas islâmicos, que se envolveram em atentados em solo australiano ou que tentaram sair do país para combater no Médio Oriente.

A subcomissária da polícia do estado de Nova Gales do Sul (no leste do país), Catherine Burn, sublinhou que foram prevenidos até à data nove atentados, incluindo este último.

Numa outra operação, os corpos de segurança do estado de Victoria (sudeste) detiveram na semana passada cinco pessoas quanto tentavam abandonar o país por via marítima para se juntarem ao grupo terrorista Daesh Estado Islâmico (ISIS) na Síria. Entre os detidos, acusados de se prepararem para entrar num país estrangeiro com a intenção de participar em actividades hostis, figura o pregador radical Musa Cerantonio.

As autoridades da Austrália calculam que há cerca de 200 cidadãos seus que apoiam activamente o Daesh Estado Islâmico (ISIS) em solo australiano, para além de outros 110 que se deslocaram para o Médio Oriente, dos quais quase meia centena já morreu em combate.»

Comentário do blogueiro: esta notícia ilustra perfeitamente a estupidez monumental que é impedir os "jovens" aspirantes a terroristas islâmicos de abandonar os países ocidentais para lutar pelos seus "ideais". Repare-se: 
  1. gasta-se dinheiro e recursos do Estado a vigiar, prender e a julgar terroristas cuja saída do país seria muito mais útil a todos;
  2. ao impedir que o terrorista parta, coloca-se automaticamente em risco a vida de cidadãos inocentes, porque o desejo de matar "infiéis" permanece na mente e no coração do terrorista;
  3. perde-se a oportunidade de deixar um(a) terrorista morrer como merece, crivado(a) de balas ou despedaçado por uma bomba num deserto ou pardieiro islâmico qualquer.
O que é importante não é impedir que eles partam, é impedir que eles regressem! Só que o Ocidente tem as suas prioridades completamente invertidas: vale mais a vida de um terrorista do que a dos cidadãos inocentes que ele pode vir a matar.

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