sexta-feira, 6 de maio de 2016

O Papa Chico(-esperto) foi finalmente consagrado como um traidor à Europa pelos seus pares!


     O Bergolgio foi hoje (6 de Maio) agraciado com o Prémio Carlos Magno que, supostamente, serve para distinguir a personalidade europeia que, em cada ano, «mais se destacou na "prestação de serviços no trabalho pela comunidade, pela humanidade e pela paz mundial, seja nos campos literário, científico, económico ou político. »



"Mas como pôde o Bergoglio receber um prémio que nada tem a ver com o seu currículo?!" - perguntarão os meus leitores. É simples, caríssimos: o Prémio Carlos Magno, tal como o Prémio Nobel e praticamente todos os prémios atribuídos por altas instâncias europeias, destina-se a recompensar não aqueles que têm mérito, mas sim aqueles que trabalham para a concretização das aspirações da superclasse mundialista. Não acreditam? Então vejam alguns dos vencedores dos últimos anos:
  • 2006: Jean-Claude Junker, na altura o primeiro-ministro do Luxemburgo, hoje Presidente da CE
  • 2008: Angela Mer(D)kel, Chanceler da Alemanha (que dispensa apresentações)
  • 2009: Andrea Riccardi (que disse que a Europa devia "construir uma sociedade mestiça")
  • 2010: Donald Tusk, ex-presidente da Polónia (fervoroso adepto dos "refugiados")
  • 2011: Jean-Claude Trichet, Presidente do Banco Central Europeu
  • 2012: Wolfgang Schäuble, Ministro das Finanças da Alemanha (o "Sr. Austerirdade")
  • 2014: Herman Van Rompuy, Presidente do Conselho Europeu
  • 2015: Martin Schülz, Presidente do Parlamento Europeu (que nunca foi eleito)
Ou seja, o Papa chico foi hoje reconhecido por ser apenas mais um nesta longa lista de traidores, que já remonta ao ano de 1950. Roma não pagava a traidores. Mas a União Europeia paga sempre!

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