sexta-feira, 27 de maio de 2016

O negócio dos "refugiados"


    Um muito obrigado! ao leitor G, o Cigano por aqui ter trazido várias notícias relevantes, em particular esta:

«A ministra da Administração Interna disse que Portugal dispõe de quase 30 milhões de euros até 2020 para o Fundo para o Asilo, (i)Migração e Integração (FAMI). Constança Urbano de Sousa falava na apresentação do quadro financeiro plurianual 2014-2020 para a área dos Assuntos Internos.»

Constança Urbano Sousa: tem cara de atrasada mental, mas sabe como espremer a teta da UE!

«A verba destinada ao FAMI (29.973.687 euros) é repartida pelo Ministério da Administração Interna (MAI), que fica com 55%, e pela área tutelada pelo ministro adjunto Eduardo Cabrita (45%). O FAMI, a nível europeu, totaliza 3,1 mil milhões de euros, de acordo com a ministra.

Para o Fundo de Segurança Interna, Portugal dispõe de quase 36 milhões de euros, dos quais 18.458.245,6 euros destinam-se à área de fronteiras e vistos e destes 20% ficarão adstritos ao Ministério dos Negócios Estrangeiros e 80% ao MAI.

Ainda neste fundo, mas para área da cooperação policial, a dotação europeia para Portugal cifra-se em 17.558.467,8 euros, dos quais 41% serão geridos pela administração Interna e 59% pelo Ministério da Justiça. Das verbas canalizadas para o FAMI, a maior fatia vai para a integração e migração legal, com 18,9 milhões de euros e para asilo 6,5 milhões de euros, indicou a ministra.

Este quadro financeiro representa, segundo Constança Urbano de Sousa, “uma oportunidade para as forças e serviços de segurança portugueses e mais entidades beneficiárias se modernizarem e aumentarem a sua capacidade operacional nos mais variados domínios, desde a execução de vistos ao controlo de fronteiras, à cooperação policial e à proteção de infraestruturas críticas”.

“É tanto mais importante num momento de contenção orçamental que, assim, nos permite uma fonte de financiamento muito substantiva”, salientou.»

Comentário do blogueiro: moral da história? Para este governo, isto dos "refugiados" é um negócio, nada mais do que isso. Uma mera oportunidade de obter dinheiro que doutra forma só poderia ser assegurado mediante a cobrança de mais impostos. As consequências socioculturais que virão a seguir não interessam porque, quando vierem em força, já serão outros a ocupar o poder.

É assim que tem funcionado a "democracia" abrilina, como um negócio de feira. Hoje mama-se o leitinho e amanhã logo se vê. E é assim que continuará a funcionar a governação em Portugal enquanto os portugueses derem o seu voto aos partidos do Arco da Tragédia, PS/PSD/CDS/CDU/BE ou pior, não votarem de todo.

4 comentários:

Bilder disse...

Sem dúvida que por cá a "febre" promotora da vinda de mais muçulmanos continua http://rr.sapo.pt/noticia/55205/inatel_lanca_projecto_para_dar_formacao_e_emprego_a_refugiados?utm_source=rss

Afonso de Portugal disse...

Obrigado, caro Bilder! Vou ver se faço um postal sobre isso!

João José Horta Nobre disse...

É o costume, não há dinheiro para ajudar os portugueses e gregos que estão na miséria, mas depois já têm milhões atrás de milhões para estoirar em "refugiados".

Apanha-se mais depressa um mentiroso que um coxo...

Afonso de Portugal disse...

João José Horta Nobre disse...
«Apanha-se mais depressa um mentiroso que um coxo»

Pois é! Mas infelizmente, a maior parte do eleitorado que percebe que nos estão a mentir não consegue dar o salto cognitivo necessário para formular as perguntas lógicas que devem ser feitas imediatamente a seguir: «Se eles nos mentem a respeito de não poderem ajudar os portugueses para logo a seguir ajudarem os iminvasores, porque é que o fazem? E o que é que eles ganham com isso?»