quinta-feira, 5 de maio de 2016

O Al-Público retoma a sua cruzada (i)moral contra o "raciiiiiiiismooooo"!!!


    A edição de hoje do panfleto ideológico mais nojento de toda a "imprensa" portuguesa é um fartote de hipocrisia política, demagogia ideológica e marxismo cultural! Ora, vejam só:
  • Este autêntico aborto de "artigo" cita uma "pesquisa" realizada em 20 países europeus por uma associação chamada Rede Europeia Contra o Racismo (European Network Against Racism - ENAR). Sem surpresas, o Al-Público nada nos diz acerca da formação académica das pessoas que constituem a ENAR, muito menos acerca da sua filiação partidária e fontes de financiamento. O que o Al-Público faz questão de nos dizer, aliás, de vincar muito bem, é que a Europa está cheia de "afrofobia". É verdade, caros leitores, a "afrofobia" é, a par da "islamofobia", a grande praga do mundo civilizado! O Al-Público explica-nos que, em Portugal, 19% da população prisional é estrangeira, desses quase 60% é africana... e isso só se pode explicar através da "afrofobia", pá! Porque o comportamento e a cultura dos africanos não são para aqui chamados, hãããã!!!! Entretanto, continuamos pacientemente à espera que o Al-Público -bem como outros pasquins universalistas cá do burgo- empreguem as expressões "eurofobia" e "cristianofobia" quando se referirem às perseguições aos brancos na África do Sul e aos cristãos no Médio Oriente.
  • Mas atenção que o Al-Público não fica por aqui! Publica também esta entrevista com a líder da ENAR, uma inglesa de gema, de seu nome Ojeaku Nwabuzo e cuja beleza arrebatadora se pode facilmente constatar na fotografia abaixo:
 
  • E o que diz a senhora Nwabuzo? Bem, desde logo, que «a violência policial contra negros é problemática em Portugal», pá! Como é que ela sabe, se nem sequer vive no nosso país? Ora, um passarinho contou-lhe, obviamente! Também é engraçada a forma como ela justifica o emprego do termo "afrofobia": «o termo é usado pela ENAR e surgiu de discussões entre os nossos membros. Muitos sentiram que era importante ter um termo que olhava especificamente para o racismo que as pessoas negras enfrentam e que tem a ver com o colonialismo, escravatura e estereótipos usados para denegrir os negros.» Perceberam, caros leitores? Não é por estarem na Europa que os pretos deixam de ser vítimas do colonialismo e da escravatura, pá!!!
  • E se ainda não vomitaram, caros leitores, então preparem-se, porque vem aí a melhor parte! O artigo que foi visto mais vezes durante a manhã de hoje na página de internet do Al-Público tem como protagonista uma preta heróica, pá!!! O que é que a grande preta fez? Enfrentou uma manifestação de neonazis sozinha, pá!!!!!!!!!!! Mas que coragem, carago!!!!!!!!!
  • Ou não... é que o Al-Público e outros mé(r)dia ocidentais estão a tentar representar a preta como uma pobre vítima que, revoltada com a sua "opressão", decidiu partir para a luta e enfrentar destemidamente os 300 neonazis da manifestação. Mas a realidade é outra: de acordo com um comentário em língua inglesa deixado aqui, a preta, de seu nome, Tess Asplund, poderá pertencer a uma organização marxista radical.  E de facto, é no mínimo muito suspeito que uma pessoa alegadamente da plebe faça "espontaneamente" a saudação de punho erguido, um símbolo tanto do comunismo, como dos movimentos "black power". Além disso, o fotógrafo David Lagerlöf, que tirou a foto, é seu amigo de longa data. E a manifestação estava rodeada por dezenas de stewards e agentes da polícia, por isso a preta nunca esteve realmente em perigo. Ou seja, o mais provável é que tenha sido tudo uma encenação.
Mas mesmo na hipótese remota de que não tenha sido uma encenação, quem é aqui de facto o provocador, aqueles que marcham ordeiramente numa manifestação legal ou a "vítima" que os "enfrenta" de punho erguido?...

13 comentários:

João José Horta Nobre disse...

E as lésbicas sofrem de quê? Caralhofobia?...

Afonso de Portugal disse...

Eheheh... como o caro JJHN bem sabe, as lésbicas, sendo consideradas "vítimas" pelo evangelho segundo o Marxismo Cultural, não podem ser fóbicas, apenas objecto de fobias!

Nós é que somos "homofóbicos", ou "lesbofóbicos" ou outros "fóbicos" quaisquer por as acharmos aberrantes!

João José Horta Nobre disse...

«Nós é que somos "homofóbicos", ou "lesbofóbicos" ou outros "fóbicos" quaisquer por as acharmos aberrantes!»

Eu não acho as lésbicas aberrantes, até porque tenho uma amiga que é lésbica, eu só não gosto é do lobby LGBT e das engenharias socais que o mesmo promove.

Afonso de Portugal disse...

Bem, nesse caso, o Mestre Nobre é bastante mais tolerante do que eu. Eu jamais aceitaria uma lésbica ou um paneleiro como amigos, a menos que eles fossem assumidamente de direita. Os gueis dão-me quase sempre a volta ao estômago, não consigo evitar sentir-me enojado na sua presença.

Mesmo o Milo Yannopoulos, que é um dos comentadores conservadores mais populares nos EUA neste momento -e que eu considero simplesmente brilhante- me mete bastante nojo quando começa a abichanar!

Seja como for, é evidente que um guei não merece perseguição ou mesmo reprovação só por ser guei. A chave está em ser discreto e não andar a apregoar a toda a agente que se gosta de levar no pacote!

João José Horta Nobre disse...

Eu acredito que os nacionalistas têm mais a ganhar em trazer homossexuais para o seu lado, do que em desprezá-los e depois fazer com que os mesmos vão votar e apoiar a esquerda...

Afonso de Portugal disse...

Sim, é nisso que a Marine Le Pen, o Nigel Farage e o Geert Wilders têm apostado.

A questão é que nem todos os gueis são recuperáveis. Um guei que acha que o Islão é compatível com Civilização Ocidental, mesmo depois de ver os inúmeros casos de agressões aos homossexuais por parte de muçulmanos ou as execuções levadas a cabo pelo ISIS, é um caso irremediavelmente perdido.

É por isso que eu digo que apenas sou tolerante para com os gueis de direita... e mesmo assim não todos, porque ser de direita não é ser um fanático religioso, como alguns julgam.

João José Horta Nobre disse...

«Sim, é nisso que a Marine Le Pen, o Nigel Farage e o Geert Wilders têm apostado.»

E é assim mesmo que tem de ser!

«É por isso que eu digo que apenas sou tolerante para com os gueis de direita... e mesmo assim não todos, porque ser de direita não é ser um fanático religioso, como alguns julgam.»

Nem me diga nada caro Afonso. Farto dessa gente que vê um ultra-católico conservador em todo os que são de direita, já eu estou!

Há pessoas que são politicamente tão ignorantes que pensam que para se ser de direita, é necessário ser obrigatoriamente ultra-conservador ao nível dos costumes e ultra-católico. A esquerda como é óbvio, alimenta-se destas mentiras e tem todo o interesse em espalhá-las...

Afonso de Portugal disse...

«Farto dessa gente que vê um ultra-católico conservador em todo os que são de direita, já eu estou!»

O problema é que a maioria das pessoas vê a política como um segmento de recta horizontal em que a esquerda e a direita estão nos pontos extremos. Como este paradigma só admite uma dimensão, acaba-se inevitavelmente por misturar a economia com o tradicionalismo, quando as duas coisas não têm nada a ver uma com a outra, ou têm pouco.

Este erro é, infelizmente, demasiado comum na interpretação política contemporânea e explica em grande parte porque é que algumas pessoas -como o seu leitor Arquivista- só conseguem interpretar a governação em termos económicos.

A verdade é que a política tem pelo duas dimensões: a economia e a cultura/valores sociais. O diagrama que utilizei neste postal é um bom exemplo de como se deve encarar a política. Para além do eixo horizontal direita-esquerda, há também o eixo vertical
libertário-cosmpolita vs. tradicional-nacionalista. Ou seja, em vez de um segmento de recta horizontal passamos a ter um segmento de plano cartesiano.

Aquilo que eu considero como a verdadeira Direita estaria, idealmente, algures no canto inferior direito desse segmento de plano. Mas, como é evidente, o Nacionalismo jamais poderá estar nesse lugar, porque é impossível conciliar totalmente o Tradicionalismo com o Capitalismo sem comprometer um pouco ambos (exemplo: se permitimos que as empresas contratem mão-de-obra estrangeira em grande quantidade, acabamos por comprometer a cultura tradicional).


«A esquerda como é óbvio, alimenta-se destas mentiras e tem todo o interesse em espalhá-las...»

É verdade, mas o mais curioso é que a esquerda tem sabido compreender melhor as duas dimensões da política do que a direita. O gráfico que linkei acima, por exemplo, foi construído por pessoas de esquerda. No entanto, na hora de atacar e rotular os seus adversários, a esquerda regressa sempre ao segmento de recta horizontal, colocando todos os adversários na "direita". mesmo sabendo que esta representação é desadequada para distinguir, por exemplo, entre capitalistas e nacionalistas.

João José Horta Nobre disse...

«Este erro é, infelizmente, demasiado comum na interpretação política contemporânea e explica em grande parte porque é que algumas pessoas -como o seu leitor Arquivista- só conseguem interpretar a governação em termos económicos.»

Esse Arquivista é muito misterioso. Vê-se que é alguém formado em economia e pela forma como escreve, não me admirava nada que fosse algum professor universitário da nossa praça.

Mas é muito estranho, pois não consigo encontrá-lo a comentar em mais nenhum blog e dá a sensação que ele só visita o meu.

Esquisito, não é?

Afonso de Portugal disse...

Ehehe... na volta encantou-se consigo! :)

Ele faz-me lembrar uma outra figura da blogosfera nacionalista, um sujeito que assina como pvnam. Ambos debitam uma cassete, um conjunto de frases feitas que repetem ad nauseam...

João José Horta Nobre disse...

«Ele faz-me lembrar uma outra figura da blogosfera nacionalista, um sujeito que assina como pvnam. Ambos debitam uma cassete, um conjunto de frases feitas que repetem ad nauseam...»

O pvnam também aparece ocasionalmente na minha tasca. Repete ad nauseam a lenga-lenga do "separatismo 50-50" que eu até hoje ainda estou por descobrir em que consiste...

Afonso de Portugal disse...

A ideia dele é dividir os países ocidentais a meio. Metade ficaria para os nativos identitários e a outra metade para os alógenos e nativos mundialistas. Os vários problemas com esta "solução", tanto do ponto de vista da sua implementação como da sua manutenção, são tão evidentes que nem vou elencá-los, para não ofender a inteligência do caro JJHN...

João José Horta Nobre disse...

«Os vários problemas com esta "solução", tanto do ponto de vista da sua implementação como da sua manutenção, são tão evidentes que nem vou elencá-los, para não ofender a inteligência do caro JJHN...»

Lol, compreendo plenamente!