terça-feira, 10 de maio de 2016

Entretanto, na Alemanha... (11)


    Um muslo vibrante esfaqueou "enriqueceu" quatro pessoas, matando uma delas, enquanto gritava alegremente: "Allahu akbar!" Alguns mé(r)dia, como o Al-Público, falam na possibilidade de uma doença mental. Felizmente, outros mé(r)dia foram mais honestos:

«Um homem de 27 anos, armado com uma faca, matou esta terça-feira este Martes uma pessoa e feriu outras três numa estação de comboios de Munique, revelou o gabinete criminal da Baviera. Segundo a procuradoria alemã, (...) a agressão teve uma aparente "motivação islamita". O indivíduo foi detido. O ataque ocorreu na estação de Grafing, a cerca de 30 quilómetros de Munique, pelas 05h00 locais, menos uma hora em Lisboa, altura em que começava o movimento de passageiros na estação.»

Uma 'intifacada' numa estação de comboios nos arredores de Munique! Que vibrante, pá!

«O agressor fez declarações na cena do crime que indicam motivação política, aparentemente uma motivação islamita", referiu uma porta-voz da procuradoria. "Estamos ainda a determinar quais foram essas declarações". Segundo a imprensa alemã, que cita relatos de testemunhas, o atacante terá gritado em árabe "Allahu akbar" (Deus é grande), mas esta informação não foi confirmada pelas autoridades.

De acordo com um comunicado das autoridades, a vítima mortal é um homem de 50 anos, que acabou por morrer no hospital. Os outros feridos são igualmente do sexo masculino e têm 58, 43 e 55 anos. A investigação foi entregue ao departamento criminal da Baviera e à procuradoria de Munique.

A presidente da câmara de Grafing, Angelika Obermayr, (...) disse ao Sueddeutsche Zeitung que o suspeito terá nacionalidade alemã.

Segundo a agência Reuters, mais de 800 radicais de nacionalidade alemã deixaram o país para se juntarem a grupos 'jihadistas' na Síria e no Iraque. Sabe-se que cerca de 260 terão regressado à Alemanha, cujo território serviu de passagem aos terroristas que estiveram por trás dos ataques em França e na Bélgica. Teme-se ainda que pelo menos um milhão de migrantes que chegaram ao país no ano passado tenham conseguido escapar aos registos das autoridades.»

Comentário do blogueiro: o Al-Público também deu esta notícia, caros leitores, mas fez questão de empregar outros termos e expressões. Por exemplo,  «suspeito com nacionalidade alemã e sem "origem imigrante"». Porque o que é preciso é ilibar os imigrantes, mesmo sabendo que os "indivíduos" que costumam perpetrar este género de ataques são muitas vezes "refujiadistas", ou imigrantes naturalizados ou descendentes de imigrantes!

Mas também é preciso ilibar o Islão! Ora reparem: «O ministro regional do Interior, Joachim Hermann, revelou que as autoridades vão também verificar se se tratou de um acto "de um desequilibrado ou de uma questão de dependência de droga".» Sim, sim, o Al-Público fez mesmo questão de incluir este parágrafo, como se nós fôssemos parvos!!!

Chamo ainda a atenção para a idade das vítimas, todas acima dos 40 anos. É que estes covardes maometanos nunca se metem com alguém do seu tamanho e idade... a não ser quando têm uma Kalashnikov na mão, é claro!

6 comentários:

Sr. Hamsun disse...

Eu peço desculpa... eu peço desculpa... nada nos garante que o atacante seja um islamita. O facto de ele ter gritado em árabe "Deus é grande" e "morte aos infiéis" não prova nada. Provavelmente tratou-se de um skinhead com o objectivo de culpar os pobres migrantes que vêm para a Europa fazer os trabalhos que nós rejeitamos. Aliás, há provas de que os grupos nazi-fascistas alemães obrigam os militantes a sessões de solário e cursos intensivos de árabe para depois andarem pelas ruas a causar distúrbios levando a população a pensar estar-se perante migrantes que, repito, só querem fazer o que nós não queremos. Portanto, como diz o santo padre bergoglio, quem somos nós para julgar?

Afonso de Portugal disse...

Ou isso ou o pobrezinho padecia mesmo de problemas do foro psiquiátrico! É que há uma nova doença mental na Europa que ainda não foi reconhecida pelos profissionais da área. Por exemplo, o "Jihad Watch" fez uma compilação sobre vários casos deste género, ocorridos no passado recente:

https://www.jihadwatch.org/2016/05/germany-muslim-who-stabbed-four-at-train-station-was-saying-i-love-god-i-love-allah

É assombroso como, em quase todos os casos, a psicose envolve gritar "Alá é Grande!" mais cedo ou mais tarde. Eu até estava tentado a sugerir um nome para esta nova maleita: Islão. Mas depois li na nossa imprensa que nenhum destes casos tem nada a ver com o Islão e fiquei aliviado por não me ter chegado à frente! É que a islamofobia é uma coisa muito feita!

Agora vou ali fustigar-me por ter sido tão intolerante...

FireHead disse...

É claro que foi mais um caso de doença mental! Só não entendo porque é que para os esquerdistas e politiqueiros correctos o Anders Behring Breivik é que já não pode ser um desiquilibrado. Tem a ver com a espectaculariedade da matança?

Afonso de Portugal disse...

Não, pá! É que o Breivik era um terrorista cristão, pá! O terrorismo islâmico não tem nada a ver com o islão, mas o terrorismo de direita é todo cristão, pá! Ou será que nunca ouviste os esquerdistas dizer que o Bush atacou o Iraque por ser cristão?

Renato Santon disse...

Vocês brincam... mas tem gente do ISIS, com uma puta experiência de guerra e que entrou na europa. Devem ser uns 10 mil mais ou menos.

Gente que matou, estuprou e torturou. Com anos de guerra nas costas. O europeu atual perto de um bicho desses se esconde debaixo da cama, vira geleia.

Um dia ainda vai acontecer algo, e nesse dia saberemos o tamanho da culpa de nossos traidores que abriram as fronteiras para eles.

Afonso de Portugal disse...

Renato Santon disse...
«Um dia ainda vai acontecer algo, e nesse dia saberemos o tamanho da culpa de nossos traidores que abriram as fronteiras para eles.»

Mas, caro Renato, já aconteceu algo! Só desde o virar do século, já tivemos atentados em Londres, em Madrid, em Paris e em Bruxelas! Foram várias as detenções em Itália, Espanha, Holanda, Dinamarca, Alemanha e Suécia de terroristas islâmicos que se preparavam para cometer atentados! E isto sem contar com as dezenas de casos de ataques como este, em que um "lunático" pega numa faca, ou automóvel e mata em nome do Islão!

Mas o que adianta? Os povos europeus continuam a votar sempre nos mesmos!!! Muitos continuam a querer ajudar os "refugiados"! Infelizmente, tem mesmo de haver um grande massacre. Os europeus não aprenderão de outra forma...

Quando o Califado Omíada conquistou a península ibérica quase toda, no ano de 711, a reacção começou pouco depois (Batalha de Covadonga, 722) porque a classe dominante na Europa -a nobreza- disputava os territórios com os invasores. Nesse sentido, a guerra valia a pena porque havia um troféu, um prémio a ser ganho: as terras conquistadas.

Ora, o grande problema da Europa e do Ocidente de hoje é precisamente esse: a classe dominante não precisa de terras, porque hoje em dia a riqueza pode ser acumulada de forma meramente especulativa. O que é preciso é controlar os governos e os sistemas financeiros das nações. Nesse sentido, é inteiramente desejável, do ponto de vista das elites plutocráticas, que o mundo nem sequer tenha fronteiras, para que esse controlo seja exercido da forma mais simples, centralizada e abrangente possível.

Resumindo e concluindo: o grande problema da Europa é que, pela primeira vez na sua história, a revolução terá de partir do povo, não das elites. E o povo precisa de sofrer muito, mesmo muito, até ficar suficientemente desesperado para ser revoltar...