sexta-feira, 6 de maio de 2016

E enquanto milhões de portugueses passam fome...


«A participação portuguesa, com até 160 militares, na missão de paz da ONU na República Centro Africana está orçamentada em 5,5 milhões de euros, disse hoje à Lusa o ministro da Defesa, Azeredo Lopes.»


Jovem! Se procuras aventura, cenários exóticos e vibrantes e muita acção, 
então anda daí, vem para a República Centro-Africana!

«À margem da sessão de encerramento do curso de Defesa Nacional, Azeredo Lopes adiantou que a participação portuguesa terá a duração de um ano e está orçamentada em 5,5 milhões de euros, com uma parte a ser financiada pela ONU, ainda em negociação.

A participação portuguesa, uma unidade terrestre de escalão companhia de infantaria, num total até 160 militares, decorrerá no quadro da missão de manutenção de paz da ONU (MINUSCA), estando a sua operacionalização ainda a ser negociada com as Nações Unidas.»

Comentário do blogueiro: não se esqueçam, caros leitores, que é precisamente na  República Centro-Africana que tem havido escândalos sucessivos de violações de mulheres autóctones, muitas vezes menores, por parte dos "capacetes azuis".

E não se esqueçam, sobretudo, que os nossos défice e dívida públicos têm crescido porque vocês andam a viver acima das vossas possibilidades!

2 comentários:

FireHead disse...

E tu achas que os jovens não querem ir para lá? Eles pensam nas comissões... Kosovo, Timor, Iraque... pois, o dinheiro fala mais alto.

Afonso de Portugal disse...

Pois, só vêem o dinheiro à frente, sem pensar nas consequências. Muitos dos que foram para o Kosovo bem se lixaram com as munições de urânio enriquecido! Não houve dinheiro que os ajudasse...

O que se passa na RCA é tão simples quanto isto: como os capacetes azuis africanos vêem as mulheres como gado, em vez de as ajudarem, violam-nas. Não todos, evidentemente, mas já se sabe como são as "culturas" africanas, têm um número de misóginos superior ao normal, sobretudo quando ainda por cima são muçulmanos.

Vai daí, a ONU decidiu mandar para lá os capacetes azuis europeus, mais civilizados (ou talvez mais efeminados), para ver se controlam os ímpetos locais.

O desfecho disto tudo não é difícil de antever: os capacetes azuis africanos e europeus vão acabar por andar à batatada uns com os outros, com acusações de racismo pelo meio!