terça-feira, 24 de maio de 2016

As novas da iminvasão da Europa (11)


    Os refujiadistas estão a chegar a Portugal a conta-gotas. Desde Dezembro, já recebemos 237. Hoje deverão chegar mais 25 enriquecedores vibrantes, vindos do Iraque e da Síria via Grécia. Haverá ainda um cidadão do Iémen. Quarta-feira Mércores deverão chegar mais 29 "pobres coitadinhos", vindos da Eritreia, uma província síria particularmente afectada pelos horrores da guerra, a avaliar pela quantidade de "refugiados" que exporta. Vêm todos de avião. Resta saber quem paga...

Entretanto, outros 2000 "desgraçados" foram ontem "resgatados" em águas líbias por barcos europeus. Sim, leram bem, barcos europeus em águas líbias. E já não é a primeira vez, que a santa Mer(d)kel não quer que os "pobres coitadinhos" se afoguem e está disposta a ir buscá-los a casa, se for preciso. Só este ano, os europeus já foram buscar 34 mil refugiados à costa da Líbia. A estratégia da elite anti-europeia  está a resultar: este ano (2016) o número de "refugiados" mortos em naufrágios é inferior em 24% ao do período correspondente em 2015.

Oinc! Eu sou uma visionária! Estou a assegurar o futuro dos europeus! Ronca!

A maioria dos imigrantes "resgatados" vem da África subsariana, outra província da Síria martirizada pelos horrores da guerra. Não admira que a guerra na Síria nunca mais acabe, o país vai da Argélia ao Irão e de Trípoli a Nairobi! Estas operações envolvem sempre barcos de guerra europeus, cujo custo diário de operação chega às centenas de milhares de euros

Ah, e não se pense que Portugal só recebe "refugiados", porque também estamos a gastar dinheiro que não temos no mar Mediterrâneo. Por exemplo, temos militares da GNR em missão na ilha grega de Chios. Hoje, "resgataram" 49 imigrantes que viajavam num barco de borracha, com cerca de seis metros, entre a Turquia e a Grécia. Só desde o último dia 1 de Abril, a GNR percorreu 1845 milhas náuticas e detectou 311 imigrantes. Mais uma vez, resta saber quem paga...

Quanto à mais-valias aportadas pelos "pobres coitadinhos fugidos à guerra", o Serviço Federal de (i)Migração e Refugiados da Alemanha (o SEF lá do sítio) publicou hoje os resultados de um inquérito realizado aos "refugiados" que entraram no país durante 2015. Os dados mostram que a maioria dos "refugiados" que chegaram à Alemanha são homens jovens, que vêm sobretudo do Paquistão, Afeganistão, da Síria, da Eritreia e do Iraque (por esta ordem). Os jovens com menos de 22 anos constituem a maior parte dos "refugiados", sobretudo entre os eritreus (mais de 46%), afegãos (40%) e iraquianos (27%). Ao todo, quase dois terços de todos os "refugiados" têm 33 anos ou menos.

Quanto ao grau de instrução dos "pobres coitadinhos", apenas 18% tem um diploma universitário, 20% estiveram matriculados no ensino secundário, 33% no ciclo e 22% na escola primária. 7% dos imigrantes não têm qualquer instrução.  O Serviço Federal de (i)Migração e Refugiados da Alemanha diz que 81% dos requerentes de asilo não têm qualificações formais e que, devido ao afluxo de refugiados em 2015, deverá haver mais 400 mil pessoas a depender do Estado Social alemão em 2016.

2 comentários:

Sr. Hamsun disse...

Hoje foram mais 3500. Quanto ás habilitações dos gajos, há outra coisa: 18% de licenciados? onde e em quê? estudos islâmicos? na universidade de Cabul? pois, não estamos propriamente a falar em Coimbra ou Salamanca - já nem digo Harvard e tal.

Afonso de Portugal disse...

Sr. Hamsun disse...
«18% de licenciados? onde e em quê? estudos islâmicos? na universidade de Cabul?»

Bem visto! Confesso que também achei o número muito elevado quando o li. Se fossem todos da Síria, ainda vá que não vá. Mas quando se diz que a maioria vem do Paquistão, do Afeganistão, do Iraque (em guerra há já mais de 20 anos) e da Eritreia... enfim, estes "diplomados" ainda devem valer menos do que os doutores e engenheiros da agora extinta Univ. Independente!