sexta-feira, 6 de maio de 2016

Aconteceu mesmo: o novo "mayor" de Londres é muçulmano!


    Paul Weston (não confudir com o Paul Joseph Watson), o líder do partido Liberdade Grã-Bretanha (Liberty GB), reage à eleição de Sadiq Khan, um muçulmano com um historial de ligações a movimentos islamistas radicais (incluindo a infame Irmandade Muçulmana), como novo "mayor" (presidente da câmara ou prefeito no Brasil) de Londres. O Al-Público volta a mentir descaradamente e escreve que o novo "mayor" «sempre combateu o extremismo», mas o Sr. Weston depedaça essa mentira neste vídeo.

É isto que acontece inevitavelmente quando os muçulmanos representam uma percentagem significativa dos habitantes de uma cidade. Londres é a cidade mais populosa da Europa (não, Istambul Constantinopla não fica na Europa). Se Londres elegeu um um deputado islâmico radical, qualquer cidade europeia pode!



Resumindo e conlcuindo: ou os europeus começam a abrir os olhos rapidamente, ou a Eurábia profetizada por Bat Ye'or vai mesmo concretizar-se!

Actualização: o Mestre João José Horta Nobre, blogueiro do excelente História Maximus, trouxe aqui este vídeo (muito obrigado!) do movimento patriótico Britain First, que complementa o anterior, denunciando a forma como o novo "mayor" de Londres desculpou e relativizou repetidamente os crimes cometidos por vários terroristas islâmicos:



O nosso já bem conhecido Paul Joseph Watosn (Infowars) também reagiu na sua conta do Twitter:


18 comentários:

João José Horta Nobre disse...

O Britain First já também tinha denunciado esse vigarista:

https://www.youtube.com/watch?v=YAel9PVCtd4

Isto estamos a caminho de uma guerra civil e mais depressa do que todos pensam...

Afonso de Portugal disse...

João José Horta Nobre disse...
«O Britain First já também tinha denunciado esse vigarista»

O que eu não percebeo é porque é que este partidos e grupelhos (BNP, Liberty GB, Britain First, EDL) não se juntam todos! Assim têm menos força...

Caturo disse...

Suspeito muito vagamente da habitual imbecilidade interna dos do costume... o BNP era um partido forte, tinha já dois eurodeputados, agora já nem partido é...

Quanto ao resto, não admira, já se sabe onde conduz a iminvasão. E que o extremismo do fulano seja tão inacreditavelmente ocultado pelos grandes mé(r)dia só mostra a qualidade da chamada «imprensa livre».

João José Horta Nobre disse...

«Actualização: o Mestre João José Horta Nobre, blogueiro do excelente História Maximus, trouxe aqui este vídeo (muito obrigado!) do movimento patriótico Britain First, que complementa o anterior»

Obrigado ;)

«O que eu não percebeo é porque é que este partidos e grupelhos (BNP, Liberty GB, Britain First, EDL) não se juntam todos! Assim têm menos força...»

Esqueceu-se do UKIP, mas sim, seria o mais lógico, o problema é que há muitas divisões, por exemplo, o UKIP não pode com o BNP e até expulsa do partido quem é um ex-membro do BNP. Isto eu considero um exagero total, porque O.K., o tipo pode até ter sido nazionalista, mas as pessoas podem mudar, da mesma forma que há muitos estalinistas e ex-maoistas que também mudaram, o Durão Barroso é disso um bom exemplo.

Lura do Grilo disse...

Depois dos moamedes explodirem com o metro, autocarros, decapitarem um soldado, decapitarem uma avozinha, violarem crianças em série, ainda os elegem. Está tudo absolutamente maluco

Renato Santon disse...

Londres não existe mais. Já era o domínio total dos judeus, a invasão de negros, indianos, pakis. Agora com mais essa é para fechar a conta. Bem digo, a Inglaterra não existe mais.

Afonso de Portugal disse...

Caturo disse...
«Suspeito muito vagamente da habitual imbecilidade interna dos do costume... o BNP era um partido forte, tinha já dois eurodeputados, agora já nem partido é...»

Pois, eu também desconfio que o problema foi esse. Aliás, o próprio Nick Griffin, o líder anterior do partido, deu isso a entender quando explicou porque é que os eleitores do BNP se tinham passado para o UKIP:

http://totalitarismouniversalista.blogspot.pt/2014/06/andrew-anglin-do-daily-stormer-acerca.html

http://totalitarismouniversalista.blogspot.pt/2014/05/tenho-de-reconhecer-o-nick-griffin-e.html

O que mais impressionou na altura foi o facto de o Griffin perceber porque o BNP tinha perdido eleitores para o UKIP, mas parecer resignado com a situação, como "se" tivesse as mãos atadas de alguma forma...


«Quanto ao resto, não admira, já se sabe onde conduz a iminvasão. E que o extremismo do fulano seja tão inacreditavelmente ocultado pelos grandes mé(r)dia só mostra a qualidade da chamada «imprensa livre».»

É francamente preocupante que isto esteja a acontecer porque, a repetir-se noutras grandes cidades europeias (e até governos!), poderá constituir-se gradualmente um bloco islâmico político à escala continental. E se isto vier a acontecer, os muçulmanos começarão a ter um peso importante, quiçá decisivo nas deliberações da União Europeia.


João José Horta Nobre disse...
«Esqueceu-se do UKIP»

Não. Eu faço muitos elogios ao UKIP, sobretudo no que respeita à estratégia política adoptada, à inteligência da sua propaganda e à eloquência do seu líder, Nigel Farage. Mas eu não considero o UKIP um partido nacionalista no sentido genuíno. A questão é que o UKIP é o equivalente inglês do nosso minho-timorismo. Eles não querem travar a imigração, apenas querem travar aquela imigração que consideram ser "contrária à tradição inglesa", i.e. a imigração islâmica e a imigração do Leste da Europa. Tudo o resto é bem-vindo (jamaicanos, caribenhos, quenianos, sul-africanos, etc). Há muito a aprender com eles em termos de modus operandi político mas, a longo prazo, eles não são a solução para o problema britânico.


«o problema é que há muitas divisões, por exemplo, o UKIP não pode com o BNP e até expulsa do partido quem é um ex-membro do BNP. Isto eu considero um exagero total, porque O.K., o tipo pode até ter sido nazionalista, mas as pessoas podem mudar, da mesma forma que há muitos estalinistas e ex-maoistas que também mudaram, o Durão Barroso é disso um bom exemplo.»

Eu até compreendo porque é que o UKIP faz isso, embora não conrde. A questão é que a imagem de moderação é essencial nos dias de hoje para se vingar na politica, porque os mé(r)dia exploram até ao tutano qualquer história sobre "abuso racial". Hoje em dia, é menos crucificado na praça pública(da) um indivíduo que fugiu aos impostos do que um indivíduo que foi apanhado a chamara preto a um preto.


Lura do Grilo disse...
«Depois dos moamedes explodirem com o metro, autocarros, decapitarem um soldado, decapitarem uma avozinha, violarem crianças em série, ainda os elegem. Está tudo absolutamente maluco»

Mas, caro Lura, se a maioria da população londrina já não é autóctone, como poderia importar-se com as atrocidades cometidas pela nova maioria? A questão é que, a longo prazo, a demografia é a chave para o poder!

http://totalitarismouniversalista.blogspot.pt/2015/12/porque-e-que-esquerda-incentiva.html


Renato Santon disse...
«Agora com mais essa é para fechar a conta. Bem digo, a Inglaterra não existe mais.»

Não desesperemos ainda, caro Renato! Londres caiu, é certo, mas a maioria da população britância ainda é nativa. Enquanto assim permanecer, a Reconquista será sempre uma possibilidade! Lembremo-nos que em tempos quase toda a península Ibérica esteve sob domínio de muçulmanos... mas os europeus acabaram por recuperá-la!

É preciso não baixarmos os braços e continuarmos a falar com as pessoas...

Renato Santon disse...

Afonso, em Londres há 40% de população não inglesa, 40% de terceiros mundistas, indianos, pakis, negros, turcos...

Como eles reproduzem muito mais que os ingleses digo que em UMA geração, sejam maioria absoluta, vencerão todas as eleições. Não Há possibilidade de haver nacionalismo na Inglaterra pois ela levou o golpe da bomba demográfica.

Acabou para a Inglaterra, virará uma imensa Nova Yorque, ou uma imensa Riad.

E que sirva de exemplo para vocês portugueses.

Afonso de Portugal disse...

«Afonso, em Londres há 40% de população não inglesa, 40% de terceiros mundistas, indianos, pakis, negros, turcos...»

Sim, e atenção que muitos daqueles contabilizados "ingleses" já são alógenos. A verdade é que a maioria da população londrina já não é branca.


«Como eles reproduzem muito mais que os ingleses digo que em UMA geração, sejam maioria absoluta, vencerão todas as eleições.»

Sim, mas caro Renato, isso é apenas em Londres. É certo que é a maior cidade da Europa, mas ainda há muito ingleses brancos fora dela e que, com o passar dos anos, terão mesmo que reagir, porque vão ficar sem lugar para onde fugir!


«Acabou para a Inglaterra, virará uma imensa Nova Yorque, ou uma imensa Riad.»

Eu acredito que será pior do que isso: em NY, apesar de tudo, as diferentes etnias equilibram-se e não há nenhuma que domine. Em Riade, a chária domina e, apesar de e viver numa sociedade completamente totalitária, a ordem impera.

No Londonistão teremos algo diferente: os muuçulmanos dominarão, mas haverá bolsas de resitência e até cenários de guerrilha urbana.


«E que sirva de exemplo para vocês portugueses.»

Nós não estamos muito melhor, caro Renato. Estive recentemente em Lisboa e sempre que que lá vou, noto que a presença de alógenos é cada vez maior. Os países com ex-colónias são uma desgraça. Portugal, França, Holanda, Reino Undio... só a Espanha se safa -por enquanto- mas mesmo assim os alógenos estão crescendo em número, até em lugares insuspeitos como a Galiza e a Catalunha.

Afonso de Portugal disse...

Ah! Uma nota importante: Londres é a prova-viva da estupidez monumental dos nazionaliztaz e de todos os "patriotas" que acham que vão salvar o seu país cruzando os braços e deixando tudo cair. Enquanto eles estão bem alapados no seu sofá a maldizer a Democracia, alguns sem sequer terem namorada e filhos, como é o dever de qualquer nacionalista, os alógenos vão-se reproduzindo como coelhos, infiltrando todos os sectores da soecidade e, com o tempo, tomando o poder.

Renato Santon disse...

"alguns sem sequer terem namorada e filhos, como é o dever de qualquer nacionalista"

Não tenho como me conter pois a figura mais emblemática da blogosfera nazionalista, o Bruno, comprovadamente confessou publicamente não ter namorada. Contraditório com os princípios, porém ali acho que é por questões de incapacidade física mesmo. Muito pequeno e fraco, o bigode e o queixo mouro não ajudam também...


A questão da natalidade. Não há como um europeu competir com os alógenos.

Veja o mapa - as ex-colônias francesas são as com maior taxa de natalidade. A França vai forçosamente desaparecer em uma geração: https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_pa%C3%ADses_por_crescimento_populacional#/media/File:Population_growth_rate_world_2005-2010_UN.PNG

Lembro ao caro Afonso o exemplo de Bangladesh, um país bem menor que a Espanha e que tem 156 milhões de pessoas, pelas estatísticas da ONU terá 202 milhões em 2050.
http://www.worldometers.info/world-population/bangladesh-population/

Se reproduzem como coelhos, e não se importam se os filhos terão sustento, se poderão cursar uma universidade. Essas preocupações sobre bem-estar são coisas de ocidentais, europeus. Os negros a poucos séculos estavam ainda na pré-história tribal; árabes ainda em sociedades primitivas.

E o europeu construiu suas modernas cidades para que no final tudo fosse globalizado e invadido por bárbaros primitivos. Um alemão tem 1 filho por casal, isso quando tem algum ou o casal não é casal de lésbica ou gay. O homem europeu é vítima de seu progresso e a única saída é FECHAR AS FRONTEIRAS agora ou nunca. E expulsar os alógenos que já estão.

E alguns ainda confessam por aí que não tem namorada...

FireHead disse...

Não há ou havia em Londres imensos invasores... polacos?? Ah, esses alógenos! Há quem só queira ver paquistaneses, árabes, chinocas, pretos, etc. por lá.

Quanto ao teu último comentário, o mais irónico é que muitos desses cruzadores de braços até são do lado de lá do Atlântico. Mas afinal que porra é que eles querem com a Europa?? Também querem ir para lá invadir, é?

Afonso de Portugal disse...

Renato Santon disse...
«Muito pequeno e fraco, o bigode e o queixo mouro não ajudam também...»

Eheheh.... Bem, ele diz que tem 1,80 m! Mas de facto, naquelas fotos que o Direita mostrou lá no blogue da ervilha, ele não parecia ser propriamente um lutador. Claro que as fotos já foram tiradas em 2008. Entretanto, ele pode ter ido no ginásio, cursado em artes marciais, enfim, ter-se feito um homem!

Mas eu não apostaria muito nisso... pela minha experiência, os nazionazlistaz são como os cães: os que mordem não ladram e os que ladram não mordem.


«Não há como um europeu competir com os alógenos. (...) Veja o mapa - as ex-colônias francesas são as com maior taxa de natalidade. A França vai forçosamente desaparecer em uma geração»

É realmente impressionante a forma como o terceiro-mundo, em especial a África subsariana, dominam essas estatísticas! Eu não imaginava que a Rússia estivesse tão mal! O primeiro país europeu, a Irlanda, só aparece em 69º lugar!!!


«Se reproduzem como coelhos, e não se importam se os filhos terão sustento, se poderão cursar uma universidade. Essas preocupações sobre bem-estar são coisas de ocidentais, europeus. »

Essa é uma realidade que, para meu grande espanto, nem mesmo muitos no movimento nacionalista compreendem. A longo prazo,a demografia é tudo. É mesmo tudo! Não adianta ser muito inteligente, civilizado ou tecnologicamente avançado se depois se permite que os povos atrasados tenham mais filhos dentro do espaço geográfico que partilhamos com eles. A Europa soreviveu ao longo dos milénios porque soube sempre expulsar os invasores orientais, desde a Pérsia ao Império Otomano.

Agora que eles não podem mais ser expulsos, a sua natalidade acabará por dominar!


«O homem europeu é vítima de seu progresso e a única saída é FECHAR AS FRONTEIRAS agora ou nunca. E expulsar os alógenos que já estão.»

Pois, mas para isso precisamos tomar o poder. Essa é outra realidade que os nazionlaiztaz (e outros!) não compreendem. Querem mudar o mundo a partir do fundo, mas o mundo só pode ser mudado a partir do topo! A prioridade de todos os nacionalistas deve ser a tomada do poder. Dizer que está tudo mal e depois não fazer nada não é ser sério, nem sequer adulto.


FireHead disse...
«Não há ou havia em Londres imensos invasores... polacos?? Ah, esses alógenos! Há quem só queira ver paquistaneses, árabes, chinocas, pretos, etc. por lá.»

Bem, os polacos não devem ser assim tantos, porque a maioria dos habitantes de Londres já não é branca.


«Mas afinal que porra é que eles querem com a Europa?? Também querem ir para lá invadir, é?»

Coloquei essa questão uma vez ao Caps e ele "explicou-me" que bem no fundo ele acreditava que já estava tudo perdido. Ele disse-me que estava simplmesmente assistindo ao acto final, que tudo estava irremediavelmente perdido e já não há nada a fazer.

Renato Santon disse...

Toma Londres na cabeça: https://www.youtube.com/watch?v=AVGPEaorSuA

Afonso de Portugal disse...

Renato Santon disse...
«Toma Londres na cabeça»

Que vibrante! Obrigado, caro Renato, vou aproveitar para fazer uma postagem!

Anónimo disse...

na verdade ,segundo dados oficiais , apenas 40% da populaçao londrina é inglesa . ja segundo nacionalistas , o numero é de 25%.

Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
Afonso de Portugal disse...

Direita, vou deixar passar o teu primeiro comentário a título excepcional. Podes comentar aqui mas, doravante, tens de assinar o que escreves!

O teu segundo comentário não passa, porque viola a primeira regra deste blogue, que é não insultar os outros participantes.