terça-feira, 26 de abril de 2016

Sobre os estudantes portugueses agredidos na Polónia...


    Consta que "alguns eram bastante morenos". Consta que foram confundidos com "refugiados" muçulmanos. Consta que "alguns caminhavam pela cidade, ouviram insultos em inglês e em polaco. Houve até quem levantasse a mão e esticasse o dedo do meio. Tal terá acontecido em autocarros, lojas e na praça do mercado".

Que curioso, caros leitores... eu já andei sozinho em várias cidades da Polónia e nunca ninguém se meteu comigo! Minto, algumas mulheres polacas meteram-se, situação que me deixou bastante surpreendido, pela positiva, de tal forma estava habituado à frieza de nariz empinado das mulheres portuguesas! Não, eu não sou loiro nem tenho olhos azuis, mas também não pareço nenhum mouro ou cigano. É que hoje em dia, qualquer Bruno Alves ou David Munir passa por português! E como os mé(r)dia não nos mostraram nenhuma foto dos estudantes "tugas", eu não ficaria nada surpreendido se estes estudantes não fossem apenas morenos...


Quanto aos motivos da agressão, estou apenas a especular, mas uma coisa que pode não ter ajudado é o hábito extremamente desagradável que os portugueses têm de fazer muito barulho quando se deslocam em grupo. Não somos os únicos, é verdade, parece ser uma característica transversal aos povos do Sul da Europa... e aos povos do Norte de África e do Médio Oriente. Mas é, definitivamente, um comportamento quase sempre mal visto na Europa Central. É que da Alemanha para Leste, o silêncio das pessoas ensurdece, sobretudo nos espaços públicos.

Consta também que a Embaixada de Portugal nada fez sobre a agressão. É por estas e por outras que vale a pena pagarmos impostos...

O que é realmente importante reter quanto a este caso é o seguinte, caros leitores: mesmo que estes portugueses tenham sido atacados por terem aspecto típico de portugueses (o que eu duvido), então isso demonstra apenas a necessidade de preservarmos o nosso país, pois só aqui o nosso povo estará seguro. A superclasse universalista quer submeter todos os povos da Europa ao dogma do anti-racismo, julgando que queremos e que podemos ser todos "cidadãos do mundo", um conceito absurdo que só existe na imaginação das elites cosmopolitas do Ocidente. Elas que vão para a Arábia Saudita ou para a China dizer aos locais que somos todos "cidadãos do mundo"!

Os Nacionalistas sabem que há uma solução muito mais simples e natural para o problema do "racismo": manter cada povo no seu devido lugar, cooperando uns com os outros, trocando bens e informação, mas não se misturando. Só assim poderemos assegurar a liberdade e a segurança de todos. E preservar todos os povos na sua verdadira diversidade...

23 comentários:

Anónimo disse...

O mais "engraçado" é a Comun.social difundir isto como um ataque "raciiiistaa" quando se sabe que tal é impossível, no máximo xenófobo, já que os portugueses e os polacos são da mesma raççççaaa - brancos europeus.
E como disseste, isso é, se quem foi atacado, é de facto português, o que não faltam são milhares deles com BI nacional, mas que...

ass: semente original

Afonso de Portugal disse...

Pois!... É que temos cada vez mais "portugueses" como Nélson Évora, o Francis Obikwelu, a Naide Gomes, a Francisca Van Dunem ou o Hélder Amaral... e isto para não mencionar os Cristianos Ronaldos e outros que, não sendo tão "vibrantes", têm feições nitidamente extra-europeias.

FireHead disse...

Até parece que tu não sabes que há muitos portugueses que passam perfeitamente por norte-africanos. Quantos são os tugas que eu conheço - e estamos a falar de tugas mesmo, de famílias tugas, católicos, etc. - que parecem marroquinos. Não concordar com isto também é demais; é negar a realidade.

Anónimo disse...

Não, os portugueses autóctones em termos de fenótipo, são tendencialmente atlantids e atlanto mediterrânicos (europeus). Não se parecem com norte-africanos, já foste alguma vez a Marrocos? sabes como se parecem os marroquinos? e é por isso mesmo que em termos genéticos, os portugueses não estão próximos dos marroquinos, mas sim dos restantes países da Europa ocidental.
Para mais duvidas (ciência inside):
https://static01.nyt.com/images/2008/08/13/science/figure1a_600.jpg
http://portuguesephenotype.blogspot.pt/

Afonso de Portugal disse...

FireHead disse...
«Quantos são os tugas que eu conheço (...) que parecem marroquinos.»

Ahahahahah Com essa conversa, até pareces um certo separatista "galaico" da blogosfera nazionalista!

Quanto são esses "tugas" afinal? Diz lá, por favor! É que essa conversa de que "há muitos portugueses com cara de mouros" já eu ouço há muitos anos, mas quem a propaga não parece ser capaz de quantificar ao certo quantos portugueses é que há mesmo "com cara de mouros"!

O que é matéria de facto é que quando se ouve quem sabe realmente do que fala, chega-se rapidamente à conclusão de que a população "moura" de Portugal não representa sequer um quinto do total:

«Cerca de 15% dos homens do Sul de Portugal tem um ascendente norte-africano enquanto no Norte esse ascendente é de apenas 10%.»

Fonte: Doutor João Lavinha, do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, disponível aqui --> http://totalitarismouniversalista.blogspot.pt/2015/04/video-interessane-acerca-do-adn-das.html

É por isso que esta história da agressão aos jovens portugueses está muito mal contada: é muito improvável que no grupo, que pelo visto era constituído por quinze jovens, todos tivessem cara de mouros!

Afonso de Portugal disse...

Anónimo, obrigado pelos links valiosos!

Gostaria no entanto de te pedir o favor de assinares os teus comentários no futuro. Eu não costumo aprovar comentários totalmente anónimos porque gosto de associar os comentários dos utilizadores à personaliade dos utilizadores.

Não precisas de criar uma conta, basta introduzires uma alcunha na rubrica Nome/URL das caixas de comentários. Obrigado!

João José Horta Nobre disse...

Eu devo dizer e falo por experiência própria, já vivi com duas polacas quando era estudante e vivi com dois turcos e uma turca noutra altura. Posso dizer que os turcos e a turca eram mil vezes mais simpáticos e acolhedores do que as polacas. Mas verdade seja, dista, eram turcos basicamente ateus, a turca papava vinho, comia porco e andava com altos decotes. Para além disso, era 100% caucasianos, fiquei até a pensar se não seriam possivelmente descendentes de antigos gregos e romanos que andaram pela Anatólia em tempos antigos.

Os turcos para mim, são o povo mais frio e antipático da Europa, extremamente arrogantes mesmo. Tenho uma amiga ucraniana que vive no Algarve e ela diz-me que muitos polacos consideram os próprios ucranianos que são seus vizinhos, como sendo lixo. A Polónia NÃO é um País que eu deseje visitar. A diferença entre nós aqui na Europa Ocidental e os alguns povos de Leste, é que nós não somos nacionalistas chauvinistas e temos uma noção de fraternidade europeia, ao passo que essa gente parece que ainda vive no século XIX...

Conheço outro caso, este passado em Inglaterra, onde umas polacas que trabalhava numa fábrica, discriminavam abertamente uma portuguesa que lá trabalhava, a pontos de o director da fábrica ter de dizer às polacas que ou elas paravam de ser racistas para com os outros trabalhadores que estavam, ou seriam despedidas.

Conheço histórias suficientes sobre a Polónia e os polacos para não gostar muito desse povo, o que não implica que não hajam excepções, como é óbvio.

Afonso de Portugal disse...

João José Horta Nobre disse...
«(...) eram turcos basicamente ateus, a turca papava vinho, comia porco e andava com altos decotes.»

Acredito, porque embora eu não conheça pessoalmente nenhum turco, conheço vários iranianos e encontrei duas muheres muçulmanas que se encaixam nessa descrição. Uma delas, que foi minha colega na faculdade, tinha até o hábito de aparecer com vestidos arrojados nos exames e provas orais. Não me lembro de a ver reprovar! ;)


«A Polónia NÃO é um País que eu deseje visitar.»

Quando lá estive, em 2014, encontrei um pouco de tudo. Havia efectivamente indivíduos (sobretudo homens) que reagiam muito secamente quando eu os abordava. Mas também havia pessoas que reagiam normalmente. Devo dizer que na Alemanha senti muito mais frieza por parte dos nativos, em especial em Hamburgo.

Quanto às polacas, algumas mulheres tinham de facto uma atitude condescendente, era preciso não as levar demasiado a sério e colocá-las no seu devido lugar. Mas como disse, encontrei um pouco de tudo.

Sej como for, os polacos em geral têm má fama pela Europa fora, isso é inegável. Entre os ingleses, por exemplo, é difícil encontrar um indivíduo que diga bem dos polacos. E quando um povo tão aberto e cosmopolita como os ingleses diz mal de outro povo, o caso é para ser levado a sério. "Não há fumo sem fogo", como diz o nosso povo...

João José Horta Nobre disse...

Cometi um erro, onde se lê: "Os turcos para mim, são o povo mais frio e antipático da Europa, extremamente arrogantes mesmo."

Deve ler-se: "Os polacos para mim, são o povo mais frio e antipático da Europa, extremamente arrogantes mesmo."

Anónimo disse...

Eu, se fosse polaco, se calhar também era assi. Ocupado por nazis, por comunas, por lituanos, sempre traído pela Europa também não confiaria muito no resto dos "parceiros" europeus.. Sr. Hamsun.

Afonso de Portugal disse...

Agora é que Sr. Hamsun disse tudo! Em termos históricos, os polacos só estiveram bem quando entregues a si próprios. E ainda tiveram que salvar a Europa do Império Otomano!

João José Horta Nobre disse...

«Em termos históricos, os polacos só estiveram bem quando entregues a si próprios. E ainda tiveram que salvar a Europa do Império Otomano!»

Não esquecer o contributo dos cossacos ucranianos:

http://historiamaximus.blogspot.pt/2013/05/o-que-europa-deve-aos-cossacos.html

FireHead disse...

Hehehe, a cara da Sara Salgado sempre me pareceu muito interessante. Pode ser que o outro apareça por cá, veja as fotos do link facultado pelo anónimo que diz que os portugueses não se parecem com marroquinos e venha falar dos "resíduos". :)

Quanto à quantidade dos portugueses que se parecem com mouros, bem, não sei quantos eles são de facto, deve ser algum mito.

Afonso de Portugal disse...

FireHead disse...
«Quanto à quantidade dos portugueses que se parecem com mouros, bem, não sei quantos eles são de facto, deve ser algum mito.»

Mito não, eu próprio reconheço que há efectivamente portugueses com fenótipo norte-africano. Mas a questão é que não podemos adoptar a lógica do "perdido por cem, perdido por mil". O que é genética nos diz é que, sem margem para dúvidas, a esmagadora maioria dos portugueses não tem ascendência moura.


E já nos chegam alguns cretinos brasileiros (felizmente, não todos) para perpetuar esse mito. Não precisamos que alguns portugueses também o façam!

...Cabras da peste! disse...

Racista ou xenófobo...tenham a santa da paciência, se é que haja santo paciente nestas coisas, este acto é, simplesmente vergonhosa e não são os polacos que vão dar lições a Portugal como país que sabe receber estrangeiros: algum destes dois países está a maias nesta (in)comunidade de Estados...e, se a antiguidade manda como função hierárquica, então eles devial ir de vela!

A-24 disse...

Concordo plenamente com a tua opiniao Afonso. Eu também já viajei na Polónia, estive em tres cidades diferentes e apesar de nao ser loiro nunca ouvi ou sequer topei algum comentário ou observção xenófoba.

Os média não querem é dizer que tipo de portugueses eram esses que estavam na Polónia, pois o politicamente correcto é corrosivo e nunca nos deixa saber de que cor eram. Apesar de tudo folgo em saber que o politiquismo correcto ainda não dá ordens na Polónia.

Anónimo disse...

"Mito não, eu próprio reconheço que há efectivamente portugueses com fenótipo norte-africano."

Apenas um ponto, não existe tal coisa de "fenótipo norte-africano". Os portugueses, espanhois por aí fora, nada têm em comum com os norte-africanos, entendam isso de uma vez por todas:

mapas genéticos, os ibéricos sempre no espaço europeu

http://i.imgur.com/5jbkEdu.png
http://www.julepe.org/GenographicProject/Y_MAP_arrow.gif
http://1.bp.blogspot.com/_Ish7688voT0/TBDgV2r3hxI/AAAAAAAACck/sYi1shNB8bc/s1600/westeurasianpca.jpg


Os portugueses e europeus que são nativos e são mais morenos, são europids em termos de fenótipo, designado de "west-meds" "mediterranico" por aí fora. E isso nada tem a ver com os mouros, a marca genética dos mouros na ibéria é ínfima, nem sequer é calculável. A presença genética norte-africana (que é caucasoide) em Portugal e Espanha é baixa, para não dizer insignificante, 2% a 7% e nada tem a ver com os mouros, tem a ver com o neolítico (uma expansão que ocorreu há milhares de anos, de povos que trouxeram a agricultura para a Europa), daí que por exemplo a Galiza tenha "mais" que a Andaluzia(segundo a lógica dos mouros isto seria impossivel, já que a andaluzia teve mais tempo sob ocupação histórica) entendem?

O Collin Farrel irlandês, tem ele um fenótipo "mouro"?

http://a4.files.biography.com/image/upload/c_fill,cs_srgb,dpr_1.0,g_face,h_300,q_80,w_300/MTE4MDAzNDEwNzc4MDMxNjMw.jpg

olhem outro:
http://vignette4.wikia.nocookie.net/jamesbond/images/e/e6/Bond_-_Sean_Connery_-_Profile.jpg/revision/latest?cb=20130217190224

nada disso. Com isto não estou a dizer que não existem fenótipos mais estranhos e até outliers, que não são padrão, isso existe em toda a Europa.
A ciência explica muita coisa e os estudos têm evoluído muito nos ultimos anos.

Afonso de Portugal disse...

Cabras da peste! disse...
«este acto é, simplesmente vergonhosa»

Porque é que é vergonhoso? Você já ouviu as duas versões da história? Sabe o que é que os polacos têm a dizer sobre isto? É que eu não sei, mas desconfio sempre da versão dos jornalistas, sobretudo quando eles não nos mostram nem sequer uma fotografia dos portugueses agredidos!


«(...)e não são os polacos que vão dar lições a Portugal como país que sabe receber estrangeiros»

Saber "receber estrangeiros" como Portugal faz não é nenhuma virtude. Basta ver o que aconteceu hoje no Cais do Sodré para se perceber que em Portugal os estrangeiros estão à vontade para fazerem tudo aquilo que querem e que lhes apetece!


«(...)se a antiguidade manda como função hierárquica, então eles devia ir de vela!»

Pois é... fixe mesmo é ficar na UE e ser explorado à força toda como Portugal e a Grécia!


A-24 disse...
«Os média não querem é dizer que tipo de portugueses eram esses que estavam na Polónia

Eu também julgo que ou foi isso, ou então estavam a fazer qualquer coisa que não deviam. Nós não somos propriamente um povo bem educado... às vezes, quando estamos em grupo, fazemos bastantes estragos. É perfeitamente possível que os estudantes tenham sido confundidos com muçulmanos não só devido ao seu fenótipo mas também devido ao seu comportamento "sul europeu".


«Apesar de tudo folgo em saber que o politiquismo correcto ainda não dá ordens na Polónia.»

Essa é a grande virtude da Europa de Leste neste momento. A bem de todos os europeus, de Moscovo à ilha das Flores, convém que assim continuem!

Anónimo disse...

"Eu também julgo que ou foi isso, ou então estavam a fazer qualquer coisa que não deviam. Nós não somos propriamente um povo bem educado... às vezes, quando estamos em grupo, fazemos bastantes estragos. É perfeitamente possível que os estudantes tenham sido confundidos com muçulmanos não só devido ao seu fenótipo mas também devido ao seu comportamento "sul europeu"."

Acredita que até os brancos (portugueses) com aparência tipicamente portuguesa não são lá bem tratados. Exprimentem ir para uma cidade média da Polónia, como foram antigos colegas meus de Erasmus para perceber que a receptividade dos polacos aos europeus do sul não é nada favorável. Desde cuspidelas na cara, agressões injustificadas e chamarem de terroristas por ter uma barba aparada, há um leque de histórias que me contaram vivenciadas por eles. Sair a rua sozinhos era completamente proibido, tirando o habitual percurso residência-faculdade. É que uma coisa é a impressão que nos fica de uma pequena viagem de 2 ou 3 dias, outra é um semestre inteiro de experiência. Por outro lado, quando visitavam as grandes cidades, as mais cosmopolitas, a sensação que eles tinham era diferente, mais próxima da que vocês aqui contaram. Já agora, um grande amigo meu dos tempos da faculdade que era brasileiro nordestino (com aquela cor castanha) que se aventurou também por aquelas bandas em Erasmus, teve uma experiência nesse aspecto bem pior...

G, o cigano

Renato Santon disse...

Na Polônia ou outros países do leste, Sérbia, Croacia... lá não tem essa de "enriquecimento cultural", essa conversa fiada.
Esses países lutaram muito para sobreviver, tem homem de fibra por lá, gente que lutou guerras. Essa conversa de multiculturalismo e frescura só funciona com europeu que vive com conforto e domesticado pelo MARXISMO.

A negrada (portugueses aham) achou que ia fazer a festa na Polônia, quem sabe até se meteram com as mulheres por lá. Apanharam até pouco.

FireHead disse...

Há fontes que apontam que o coraixita (árabe) do Maomé era branco e loiro...

Afonso de Portugal disse...

G, o cigano disse...
«Exprimentem ir para uma cidade média da Polónia, como foram antigos colegas meus de Erasmus para perceber que a receptividade dos polacos aos europeus do sul não é nada favorável.»

Bem, eu nunca senti nada disso e estive um dia inteiro numa localidade relativamente pequenas, Żary (aprox. 40 mil habitantes). Mas admito perfeitamente que outros portugueses possam ter tido experiências distintas, sobretudo quando se deslocavam em grupos grandes.

Há algumas coisas que os portugueses e os sul-europeus em geral não percebem sobre os países do Centro e do Norte de Europa. Uma delas é a enorme impressão que o espalhafato e a algazarra dos grandes grupos faz às pessoas desses países, sobretudo às mais velhas, quando feito nos lugares errados. Os alemães e o checos, por exemplo, gostam de se embebedar e de comer à fartazana regularmente... mas no espaço físico devido e à hora devida! Além disso, é muito raro ver um homem alemão aos berros no meio da rua, ou a mandar piropios foleiros às mulheres. Essas "singularidades" são latinas e metem bastante impressão aos centro e norte-europeus.

Depois, nós, os homens portugueses, temos outro grande problema: não podemos ver um rabo de saia sem atacar, sobretudo quando vemos loiras. Isto cai mal a qualquer homem daquela zona que pensa imediatamente: "Ora vejam só o descaramento destes cabrões do sul da Europa que vêm para aqui meter-se com as nossas mulheres mesmo à frente dos nossos olhos! Que falta de respeito!"

Quanto às nossas barbas, é tão simples quanto isto: um sul-europeu sensato deve ter a consciência de que as barbas escuras atraem olhares desconfiados no Centro e no Norte da Europa. Eu até tenho a barba relativamente clara, mas jamais me passaria pela cabeça deixá-la crescer antes de ir para as latitudes mais elevadas da Europa. Da mesma forma que jamais me passaria pela cabeça ir para lá depois de ter passado quinze dias a apanhar sol no Algarve! No estrangeiro, é preciso fazer por cultivar a arte de passar despercebido. Infelizmente, os nossos turistas tendem a não compreender isto.


Renato Santon disse...
«Essa conversa de multiculturalismo e frescura só funciona com europeu que vive com conforto e domesticado pelo MARXISMO.»

Exactamente! E os polacos são, neste momento, um dos povos europeus com mais anti-corpos contra o marxismo.


FireHead disse...
«Há fontes que apontam que o coraixita (árabe) do Maomé era branco e loiro...»

Devem ser as mesma fontes que dizem que Jesus Cristo era ariano...

Lia Diatta disse...

Eles são racistas como maioria dos portugueses como voces que escreveram estes comentarios degraçados