sábado, 30 de abril de 2016

Sobre o homicídio brutal de uma jovem luso-descendente em França...


«Alexia Silva Costa, de 15 anos, recusou-lhe o pedido de namoro. O colega de escola, um ano mais velho, ficou furioso. Estrangulou, esfaqueou e matou à pancada a filha de um emigrante português. O crime, que chocou a ilha de Oléron, no sudoeste de França, ocorreu a 1 de Fevereiro e o homicida, de 16 anos, foi detido quarta-feira Mércores. Está preso.»

Alexia Silva Costa: enriquecida até à morte por não gostar de 'bad boys'!

«A autópsia confirmou que Alexia Silva Costa não foi abusada sexualmente. O corpo foi encontrado a 10 de Março, após 40 dias de buscas que envolveram polícia, bombeiros e militares. Estava escondido sob a vegetação junto a um pequeno charco, no caminho da escola para casa da vítima.

De acordo com a procuradoria de La Rochelle, o jovem assumiu o homicídio brutal e justificou-o com a recusa de Alexia em ceder aos seus "avanços amorosos", seguida de "uma fúria imensa". O homicida não tem cadastro criminal ou psiquiátrico. As autoridades apenas lhe apontam uma "forte dependência de canábis".

Na sua confissão, o homicida descreveu o crime ao pormenor: começou por dar vários murros na face de Alexia, estrangulou-a e desferiu-lhe várias facadas no abdómen, garganta e várias partes do corpo. Depois, "escavou o chão com as próprias mãos, escondeu o corpo e dissimulou-o com ramos". Levou o telemóvel e os auscultadores da vítima e fugiu. Foi apanhado na posse destes bens.

Alexia foi vista pela última vez quando seguia a caminho de casa. A mala e a bicicleta foram recuperadas pela polícia.»

Comentário do blogueiro: eu bem andei à procura do nome do  assassino, ou de uma fotografia em que ele aparecesse, mas não consegui encontrar nada, nem mesmo na imprensa francesa! Isto, juntamente com a brutalidade e o motivo do crime, levam-me a colocar a possibilidade de não estarmos perante um jovem, mas sim um "jovem", provavelmente adepto de uma certa "religião da paz", cujos seguidores do sexo masculino tendem a lidar muito mal com a rejeição por parte do sexo feminino.

Notem bem, caros leitores: eu não estou a afirmar peremptoriamente que o assassino era mesmo um "jovem" seguidor do profeta pedófilo. Estou a apenas a dizer que, tendo em conta que os mé(r)dia raramente escondem a identidade dos criminosos quando eles são autóctones, essa possibilidade não pode ser deixada de parte.

4 comentários:

Renato Santon disse...

Não me admira Afonso, esse tipo de crime é típico de muçulmanos e negros.

A França não permite censo ou outros tipos de identificação de alógenos no país. O progressismo já destruiu tudo e se queremos achar algo de Francês no mundo melhor procurar em Quebec que na França.

Afonso de Portugal disse...

Pois! Eu, se tivesse que apostar, diria que há para aí 70% de hipóteses de este indivíduo ser muçulmano. Mas pronto, os mé(r)dia ocidentais são o que são... e portanto lá teremos que ficar assim, a modos que sem saber!

Quanto ao Québec, com um energúmeno como o Justin Trudeau a liderar ao Canadá, não sei não...

Sr. Hamsun disse...

Por falar nisso, alguém viu alguma fotografia do português "vítima de racismo" na Polónia? pois, eu também não...

Afonso de Portugal disse...

Sr. Hamsun disse...
«Por falar nisso, alguém viu alguma fotografia do português "vítima de racismo" na Polónia? pois, eu também não...»

...é realmente um mistério! Sobretudo quando se leva em conta que os mé(r)dia adoram aproveitar este genéro de casos para mostrar que o "racismo" é uma coisa muita má!