segunda-feira, 18 de abril de 2016

Notícias da Eurábia


Na Bélgica, o Ministro do Interior Jan Jambon admite: «muitos muçulmanos dançaram após os ataques terroristas [de 22 de Março]».

A União Europeia foi representada desta triste forma em Teerão pela agora também assumidamente dimiesca Federica Mogherini, conhecida pelas suas lágrimas de crocodilo e por assegurar aos iminvasores que eles jamais serão recambiados de volta aos seus países de origem. 






Lembrem-se desta imagem da próxima vez que esta criatura "chorar" pelos europeus mortos!

Em Londres, um pregador islâmico que até já foi imã (não confundir com íman, dispositivo ferromagnético) louvou um assassino muçulmano paquistanês por ter matado um governador que prentendia reformar as leis de blasfémia.

Ainda no Reino Unido, o Conselho Muçulmano da Grã-Bretanha, que é mais alta instância do Islão naquele país, recusou reconhecer os muçulmanos da comunidade Amadia como verdadeiros muçulmanos. Pelo visto, não basta saber o Alcorão de cor e salteado, comer apenas Halal, condenar o Salman Rushdie e obrigar as nossas mulheres a cobrir-se todas para podermos ser verdadeiros muçulmanos, pá! Também temos de ter o número de pedóf... eeer, perdão, de mensageiros certo!

E na Suécia (porque não há notícias da Eurábia sem Suécia), um torneio de futebol com vista à "integração" de "refugiados" descambou num motim de proporções épicas! A certa altura, os "pobres coitadinhos", que eram cerca de 40, terão perdido o interesse pela bola e optado por brincar uns com outros com barras de ferro e toros de madeira! Que vibrante!

Ah... mas nunca se esqueçam, caros leitores: a islamização da Europa é um mito perpetuado por gente preconceituosa!
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Ver também: 

Estado Islâmico reafirma que pode haver atentados em Portugal
«Quantos europeus terão de morrer até que reconheçamos que o Islão não é uma religião de paz?»
Três vídeos que vale a pena ver (17): afinal ainda há homens de verdade neste país!
O PNR denuncia a verdadeira causa dos atentados de Bruxelas e apresenta a única solução possível

12 comentários:

Anónimo disse...

Aconselho o Afonso a rever o programa "E se fosse eu?" que deu hoje na SIC. E aproveite para ver a continuação desse mesmo programa, desta feita na SIC Noticias, onde a Conceição Lino discute a temática do racismo com um painel de 3 comentadores. Tem de ver até ao final, porque é no final do programa de painel que é exposto a olho nú a agenda destes neomarxistas. Alerto, é importante que o Afonso veja. Depois não se esqueça de dar a sua opinião, que é por ela que as pessoas tal como eu passam por cá.

G, o cigano

FireHead disse...

Isto é culpa dos judeus!! A islamização é culpa dos judeus!! O quê, os muçulmanos na Europa andam a perseguir judeus e há judeus que já foram/voltaram para Israel por causa disso? Não interessa, a culpa é dos judeus! Como, os judeus promovem o multiculturalismo no Ocidente mas em Israel não permitem o mesmo? É por isso que no Knesset estão representados os árabes e o islão é, a seguir ao judaísmo, a segunda religião mais representada em Israel??

Bilder disse...

Os da "direita" liberal-capitalista(entre outros mais,inclusive os formatados no liberalismo social-cultural)continua sem perceber o que aconteceu e (mais grave)continua sem perceber o que está a acontecer(e os que percebem apenas pensam no lucro pois recebem os estrangeiros com a ideia da mão de obra barata). Vejamos bem o seguinte trecho num post do marxismo cultural.blogspot "Nós nunca chegamos a confrontar a ideologia Marxista, e nem demonstramos que o sofrimento causado a centenas de milhões de pessoas era consequência directa das ideias Marxistas. Nós apenas assumimos que o Marxismo estava morto, o que permitiu que muitos dos seus ideiais sofressem mutações e surgissem com nova roupagem, permitindo que os seus advogados prosseguissem ininterruptamente com o seu trabalho, às vezes com um sentimento de vingança e um renovado zelo no seu ataque ao Ocidente capitalista.

Hoje em dia estamos a pagar o preço disso. Não só o Marxismo sobreviveu, como está a prosperar e tornou-se mais forte. As ideias esquerdistas em torno do Multiculturalismo e das fronteiras abertas practicamente adquiriram a hegemonia no discurso público, ao mesmo tempo que os seus críticos são atacados e demonizados.

Ao esconderem as suas intenções por trás de nomes como "anti-racismo" e "tolerância, os Esquerdistas adquiriram um grau de censura no discurso público que nunca poderiam ter imaginado adquirir se tivessem decarado abertamente as suas intenções de transformar radicalmente a civilização Ocidental e destruir os seus fundamentos.

A Esquerda tornou-se orfã ideológica após o fim da Guerra Fria; se calhar o termo mais apropriado é mercenários ideólogos. Apesar da alternativa económica viável ao capitalismo não ter funcionado, o seu ódio pelo sistema nunca acalmou; apenas se transformou em outras coisas. O Multiculturalismo é apenas outra palavra para "dividir e conquistar", colocando os vários grupos étnicos e culturais uns contra os outros, destruindo a coerência da sociedade Ocidental a partir do seu interior."
- do post http://omarxismocultural.blogspot.pt/2012/10/politicamente-correcto-vinganca-do.html

Renato Santon disse...

Culpa dos judeus não é, até porque não existe um ente coletivo chamado judeus que decida as coisas.

Mas que tem a mãozinha do povo globalista nessa imigração, com o viés de destruir demograficamente as nações européias, e encerrar definitivamente o nacionalismo, isso tem.

Esses globalistas/progressistas são em maioria judeus( tem brancos também), donos de rotas de tráfico humano, banqueiros e empresários, esse é o povinho que manda na EU. Não são "os judeus", mas muitos deles são judeus.

Esses muçulmanos e negros por outro lado, são peças usadas para a destruição européia, visto ser impossível sua assimilação devido a diferenças raciais, culturais e religiosas. E também à doutrina de vitimização esquerdista que lhes dá todos os direitos sobre o branco colonialista e opressor -e os torna odiosos e vingativos.
Ou destruímos a EU e a imigração massiva ou... estamos mortos.

Afonso de Portugal disse...

G, o cigano disse...
«Alerto, é importante que o Afonso veja. Depois não se esqueça de dar a sua opinião, que é por ela que as pessoas tal como eu passam por cá.»

Obrigado! Entre o programa e o debate que se seguiu perde-se quase uma hora, mas prometo dizer qualquer coisa mais logo.


FireHead disse...
«A islamização é culpa dos judeus!! O quê, os muçulmanos na Europa andam a perseguir judeus e há judeus que já foram/voltaram para Israel por causa disso? Não interessa, a culpa é dos judeus!»

É claro que a culpa é dos judeus, pá! Então tu não sabes que esses judeus que fugiram da Europa são só para disfarçar?! Enquanto esses saíram, já entraram três vezes mais pela porta do cavalo! Como é que eu sei? Bem, as más línguas dizem que eu sou um agente da Mossad cuja função é pregar a "islamohisteria" na blogosfera nacionalista portuguesa... portanto, eu tenho mesmo de saber estas coisas, pá! ;)


Bilder disse...
«Nós apenas assumimos que o Marxismo estava morto, o que permitiu que muitos dos seus ideiais sofressem mutações e surgissem com nova roupagem, permitindo que os seus advogados prosseguissem ininterruptamente com o seu trabalho, às vezes com um sentimento de vingança e um renovado zelo no seu ataque ao Ocidente capitalista.»

Em cheio! É essa a essência do Marxismo Cultural, "ressuscitar" o Marxismo Clássico, que fora e continua a ser derrotado ao longo da história, agora não como mera luta de classes económicas, mas como uma luta entre o homem branco e o resto da humanidade.

Como o Bill Whittle bem observou num episódio do seu "Afterburner":

«O grande desenvolvimento operado pela Escola de Francoforte foi separar o Marxismo da análise económica e ligá-lo à análise cultural. (...) foi assim encontrada a nova vanguarda para a revolução contra a Civilização Ocidental: os despossuídos.»

http://totalitarismouniversalista.blogspot.pt/2013/07/a-narrativa-marxismo-cultural-para-totos.html


Renato Santon disse...
«Esses muçulmanos e negros por outro lado, são peças usadas para a destruição européia, visto ser impossível sua assimilação devido a diferenças raciais, culturais e religiosas.»

Atenção, caro Renato, eles são de facto peças num jogo maior, mas têm vontade própria! Muitos nacionalistas vêem os muçulmanos como um bando de incompetentes, mas a verdade é que, ao longo dos séculos, eles já provaram não ser tão estúpidos como parecem e provocaram muitas amarguras aos europeus!

Quanto temos imãs em mesquitas do Médio Oriente pedindo aos fiéis muçulmanos que se desloquem para a Europa e procriem com mulheres europeias, não podemos reduzir a ameaça aos judeus, nem mesmo à superclasse mundialista. Os muçulmanos são uma ameaça séria e devem ser encarados como tal, sob pena de voltarmos a ter Al-Andaluses e Impérios Otomanos na Europa!

Renato Santon disse...

Entendo que os muçulmanos sejam perigosos e devam ser expulsos sim.Mas há traidores entre os próprios europeus também, resumir os problemas a peste não basta, é preciso prender quem a inoculou.

A questão é: quem está os mandando para cá ?

Não podemos ser ingênuos, esse movimento de migração negra e do magrebe em direção a europa começou após a destruição da Líbia pela NATO. A Líbia historicamente servia de "barragem" ao influxo de migrantes africanos. Depois de 2011 a imigração cresceu assustadoramente.

A Líbia podia não ser um modelo democrático, mas tinha ordem e prosperidade e a NATO foi lá e fomentou revoltas, alimentos a guerra e literalmente matou Kadafi para se apossar do petróleo e matar um inimigo.

Fizeram o mesmo com Saddam, o influxo vindo do Iraque e Síria, tem a mão do califado ISIS, formado durante a guerra do Iraque; da mesma forma como feita no Afeganistão contra a Rússia. O califado que faz acontecer as migrações devido ao terror no levante é um produto bem artificial criado pela América para gerar o caos na região e remodelar o oriente de acordo com o Plano Yinon, criação do Kurdistão, etc...

Muçulmanos fora sim, mas a quinta coluna nacional de manipuladores tem que ser extinta, esses favorecedores do globalismo, da UE e da NATO - todos farinha do mesmo saco, sem isso não há hipótese.

Bilder disse...

Outro post a não perder http://inacreditavel.com.br/wp/no-border-no-nation/ na mesma linha do anterior do marxismocultural.blog.

Afonso de Portugal disse...

Renato, eu concordo com tudo o que você escreveu, sobretudo em relação à quinta coluna de traidores europeus...

...mas também acho que os muçulmanos estariam na Europa mesmo sem NATO, sem guerras no Médio Oriente, com Saddam e com Kadafi. Certamente não estariam tantos, os números da invasão seria mais modestos. Mas eles têm a vontade e a capacidade demográfica, é isso que os nazionalistas que só pensam em judeus não vêem. Ou melhor, não querem ver!

Renato Santon disse...

A questão é que tanto muçulmanos quanto judeus não tem que estar na europa infestando. São irmãos abraâmicos.

O judeu perturba de uma forma mais sutil, ele é dono dos bancos e empresas - deveria ser o europeu; já o muçulmano é mais ignorante mesmo e pretende uma dominação demográfica da europa.
Nada contra o judeu, é um povo legítimo e tem seu país, mas o direcionamento dos países europeus tem que ser patriótico e há muitos financiadores de ONGS como Soros, Rockefeller, Rothschild, que financiam tudo o que é mais esquerdista e progressista na europa.
Judeus ok ? mas quem manda aqui somos nós, europeus. é isso que é necessário dizer.

Muçulmanos... São imperiais, o que não conseguiram antes pretendem agora, e devem ser detidos.

Eu já acho coisas como a Albania e Bósnia um absurdo, Constantinopla não é turca e deveria ser grega, mas coisa muito pior já acontece hoje. MArselha já era, Malmo não existe mais, etc... não se pode deixar de ver a questão dos megacapitalistas, porém os muçulmanos... eles tem que ser expulsos, não digo fechar fronteiras e sim primeiro os expulsar. É necessário um Trump.

Afonso de Portugal disse...

Renato Santon disse...
«A questão é que tanto muçulmanos quanto judeus não tem que estar na europa infestando. São irmãos abraâmicos.»

Ora, nem mais! Na Europa só devem estar europeus... e cada qual em seu país!

Mas para podermos expulsá-los temos que chegar ao poder primeiro. E isso, aqui em Portugal, está muito difícil no momento...

Renato Santon disse...

Ainda nem acho que os judeus devam ser expulsos, se ficarem quietos na deles podem ficar, são mais europeus e aculturados que os muslos. A questão é que tem grupos deles de esquerdistas que infestam, financiam ONGS progressistas.

Já os muslos esses não tem jeito, são uma erva daninha tanto racial como cultural, esses não se adaptam e é bom lembrar que eles já cometeram muitos crimes contra a Europa.

O território da Turquia atual na verdade é grego, a Bósnia é uma vergonha existir, o genocídio armênio... esse povo só infesta. Detalhe que não considero os persas como muslos, eles atualmente estão contaminados com essa ideologia, mas são um povo á parte, zoroatristas por origem a Revolução Islâmica não dura muito.

Afonso de Portugal disse...

Renato Santon disse...
«Ainda nem acho que os judeus devam ser expulsos, se ficarem quietos na deles podem ficar.»

Eu aqui discordo, acho que o lugar dos judeus é o Médio Oriente. É por isso que eu apoio a existência de Israel, para garantir que há um lugar do mundo onde eles possam estar.


«Detalhe que não considero os persas como muslos, eles atualmente estão contaminados com essa ideologia, mas são um povo á parte, zoroatristas por origem a Revolução Islâmica não dura muito.»

Não sei, não... o Islão infecta tudo. Os persas já foram um povo grandioso, mas é preciso ver que já passaram quase 40 anos desde a revolução islâmica e eles parecem muito acomodados. Eu conheço pessoalmente uma iraniana que veio para Portugal e casou com um alemão... ela diz-me que apesar de o regime ter bastantes opositores, não adianta de nada porque a esmagadora maioria tem muito medo da repressão brutal do governo iraniano. Convém lembrar que estamos falando de um país onde os gueis são enforcados!