quarta-feira, 27 de abril de 2016

Lusofonia vibrante: casal "português" assasinado em Angola!


Diz o Observador da "direitinha":

«Um casal de empresários portugueses foi encontrado morto em Angola, mais propriamente em Viana, na periferia de Luanda.

Esta informação está a ser avançada pela SIC, que refere que o casal seguia de carro com o filho quando a sua trajectória foi interrompida por um outro carro, que estava em andamento. O filho saiu ileso, mas o casal morreu baleado.

Esta informação de última hora está a ser avançada pela SIC, que diz ainda que o crime terá acontecido na terça-feira Martes.»


...Um casal de portugueses "empresários" em Angola? Há qualquer nesta descrição que cheira a esturro! É nestas alturas, caros leitores, que dá imenso jeito termos um jornal "pimba" (isto é, um jornal que incomoda as elites bem-pensantes cá do burgo) como o Correio da Manhã. Ora reparem:

 Portugueses de gema, pá!!!

«O casal luso-angolano foi assassinado em Viana, nos arredores de Luanda, Angola. Elvira Mil Homens e Fernando Silva seguiam num carro com o filho, quando foram emboscados por um grupo de encapuzados na Via Expresso. 

 Os homicidas dispararam sobre o casal mas nada fizeram ao filho com cerca de 30 anos.»

Resumindo e concluindo: 

1. O Observador continua a ser aquilo que sempre foi, um jornal panfleto de "direitinha", com alguns artigos interessantes no que diz respeito à economia, mas tão marxista-cultural nas questões sociais como qualquer partido de esquerda ou "centro-direita" (esquerda mal disfarçada). Até aderiu ao aborto ortográfico e tudo!

2. Angola continua a ser aquilo que sempre foi, um país corrupto e constantemente adiado, onde a vida humana não vale um tostão furado e a segurança continua a ser uma ilusão, em especial para os estrangeiros, sobretudo para os brancos (ou, no caso deste casal, mestiços).

3. O Correio da Manhã é, não obstante todos os seus defeitos, o único jornal que vai mostrando aquilo que praticamente todos os outros veículos me(r)diáticos fazem por esconder. Não deixa de ser um jornal politicamente correcto, é verdade, mas compará-lo ao Observador ou ao Al-Público é como comparar uma Zundapp a um camião TIR. É precisamente por isso que as nossas elites odeiam o CM... e é precisamente por isso que precisamos dele.
    

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Ver também:

Mais um português assassinado em Angola (6)
Mais um português assassinado em Angola (5)
Mais um português assassinado em Angola (4)
Mais um português assassinado em Angola (3)
Mais um português assassinado em Angola (2)
Mais um português assassinado em Angola
Há dois mil portugueses com salários em atraso em Angola
Absolutamente lamentável: 9 mil portugueses inscritos em portal de emprego Angolano
Depois do The Guardian, é a vez de o El País ridicularizar a relação entre Portugal e Angola

20 comentários:

Anónimo disse...

Acredita que há mestiços como os que estão na foto que sentem tão portugueses como um português branco. Falo de experiência própria. Estes mesmos mestiços tiveram que regressar na altura da descolonização para a metrópole.
Não consigo, em situações destas, compreender a tua posição. Há questões em que a regra da separação racial tem excepções.

G, o cigano

Afonso de Portugal disse...

«há mestiços como os que estão na foto que sentem tão portugueses como um português branco.»

Ah, bom... e se eu me considerar um grande jogador de futebol, passo a ser um grande jogador de futebol.


«Estes mesmos mestiços tiveram que regressar na altura da descolonização para a metrópole.»

...O que jamais teria acontecido se os seus ancestrais portugueses não se tivesse misturado. É por isso que não há nada pior no mundo do que um branco traidor, arranja problemas a várias gerações, tanto de pretos como de brancos.


«Há questões em que a regra da separação racial tem excepções.»

E de "excepção" em "excepção", caminhamos alegremente até à destruição final. Lamento, mas sobre esta questão apenas podemos concordar em discordar. Portugal já tem demasiados mestiços. O que é demais é demais!

FireHead disse...

Um branco é traidor por gostar de uma mulher de outra raça?? Quer então isso dizer que o amor não escolhe idade, não escolhe o sexo (versão esquerdista), mas escolhe a raça (versão racialista)?

Gosto sempre de pegar no seguinte exemplo: um branco tem uma mulher branca que é feia e uma chinesa linda de morrer (sim, isso existe, e as chinesas costumam ser uma perdição para muitos brancos - traidores?) para escolher, porque já não restam mais nenhuma. O branco vai preferir não "trair" e ficar com a feia que é para fazer filhos com ela, que podem sair à mãe, do que "trair" e poder fazer filhos mestiços bonitos? Ou não existe isso do mestiço bonito? Será que o "puro" é que é necessariamente bonito? Uma posição à direita?

Concordo com o G, o cigano. É que para começar os mestiços nem sequer têm culpa de nada, se existem é porque alguém os fez. Estar a condená-los pelo simples facto de serem mestiços é pior que loucura. Até porque ainda não vi ninguém que me possa afirmar com a certeza absoluta que não tenha algo de "impuro" na sua ascendência.

Prefiro um preto que sabe dar valor à nacionalidade portuguesa que tem do que um branco que diz que tem vergonha ou raiva de ser português. Mas, claro, traidor é quem permitiu que o preto seja português, não o branco que não quer nada com a Portugalidade...

Afonso de Portugal disse...

FireHead disse...
«Um branco é traidor por gostar de uma mulher de outra raça??»

Se insistir em trazer essa mulher para o seu país, é pois! Quem gostar de mulheres de outras raças, está no seu direito, mas tem de ir para os países onde vivem as mulheres dessas raças. Ou melhor, deveria ter de ir, porque infelizmente quem manda aqui são os miscigenadores!


«Será que o "puro" é que é necessariamente bonito?»

É evidente que não é necessariamente bonito mas é tendencialmente mais bonito. As mulheres brancas são, em média, as mulheres mais bonitas de todas, o que não quer dizer todas as mulheres brancas sejam bonitas.


«Uma posição à direita?»
Não. Uma posição à Carlos Broche seria algo do género: "buááá, já não tem mulheres brancas para emparelhar comigo! Essa aqui é mestiça, aquela ali é mestiça e aqueloutra acolá é mestiça... são todas mestiças, porra!"


«É que para começar os mestiços nem sequer têm culpa de nada, se existem é porque alguém os fez. Estar a condená-los pelo simples facto de serem mestiços é pior que loucura.»

Eu não estou a condenar os mestiços por serem mestiços. A culpa é toda dos pais deles, evidentemente. Nem sequer defendo a expulsão de pessoas só por serem mestiças, ao contrário de outros alucinados no movimento nacionalista. Apenas estou a defender que se deve acabar de vez com toda e qualquer mestiçagem, sob pena de qualquer dia só haver mestiços!


«Prefiro um preto que sabe dar valor à nacionalidade portuguesa que tem do que um branco que diz que tem vergonha ou raiva de ser português. Mas, claro, traidor é quem permitiu que o preto seja português, não o branco que não quer nada com a Portugalidade...»

Como se a esmagadora maioria dos pretos soubesse dar valor à nacionalidade portuguesa! Eles querem é fugir aos buracos terceiro-mundistas de onde saíram! E foder as mulheres brancas, é claro! De resto, estão-se a cagar totalmente para Portugal e para os portugueses.

Anónimo disse...

E se a sua filha ou o seu filho se quiser casar e procriar com um/uma não branco/a? Podes dizer que vais dar uma educação para que eles nunca iriam por esse caminho.. mas só que às vezes o coração pode falar mais alto. Como reagirias e como passarias a relacionar com o teu filho, a nora e que sentimentos terias para com o teu neto. Responda com honestidade, caro Afonso.

G, o cigano

Renato Santon disse...

"Como se a esmagadora maioria dos pretos soubesse dar valor à nacionalidade portuguesa! Eles querem é fugir aos buracos terceiro-mundistas de onde saíram! E foder as mulheres brancas, é claro! De resto, estão-se a cagar totalmente para Portugal e para os portugueses."

Perfeito Afonso. Esses discursos relativistas não podem passar batidos, sabemos que a guerra de classes pregada pela esquerda nos anos 30 do burguês contra o proletário não vigora mais.

A onda atual é a guerra total de minorias contra os opressores, mulher contra homem, gay contra hétero, negros contra o homem branco opressor.

O próprio Hiphop negro é uma cultura de guetto de pregação do ódio, fizéssemos 1% do que fazem seríamos presos. Na cultura americana esse culto do ódio do negro contra o branco é mais evidente.
A esquerda precisa criar as minorias (ou problemas) para ter a paternidade protetora dessa ralé, e os votos também.

Alguém está percebendo a jogada da esquerda em trazer muçulmanos e negros e criar um novo nicho eleitoral ? Daqui a um tempo a direita nacionalista será sepultada por esses guetto crescente. Então será o nosso fim.

Essa ralé odeia o europeu e o homem branco, seu lema e dever é espancar um branco e foder a sua mulher e suas filhas. Sem mais.

João José Horta Nobre disse...

«Não deixa de ser um jornal politicamente correcto, é verdade, mas compará-lo ao Observador ou ao Al-Público é como comparar uma Zundapp a um camião TIR. É precisamente por isso que as nossas elites odeiam o CM... e é precisamente por isso que precisamos dele.»

O Al-Público é um caso perdido, há uns anos era o meu jornal preferido, mas aquilo decaiu de tal forma, que já não há nada a fazer. Há anos que não compro tal coisa, pois era só o que faltava era eu agora andar a financiar jornaleiros do BE...

FireHead disse...

Acho que neste aspecto és bastante radical. Onde é que fica então a liberdade das pessoas de se apaixonarem ou se interessarem por quem bem entenderem? Não é, afinal, a liberdade um dos pilares da civilização ocidental??

Enquanto houver brancos que continuem a gostar apenas e só de brancas - e isso é uma questão de gostos, logo não se discute, não é nada de racismo do mesmo modo que um branco que goste de chinesas não pode ser considerado um traidor - e gente doutras raças que continue a preferir gente doutras raças, não poderá ser possível "qualquer dia só haver mestiços". Mestiços há e sempre houve, e muitas etnias surgiram precisamente fruto de misturas. O engraçado é já me terem acusado de andar a fomentar a miscigenação só por afirmar isto, por defender a liberdade e os gostos, como se eu fosse contra relacionamentos entre as mesmas raças/etnias. Se os racialistas estão preocupados com o futuro das suas raças, pois então que façam mais filhos da sua própria raça, ora...

Se um branco quer estar com uma amarela tem que ir para a terra dela? Olha só agora se os amarelos agora defenderem o mesmo! Seria preciso criar lugares próprios para os mestiços...

Muitas mulheres brancas são muito bonitas, sim senhor, mas parece que os brancos têm mesmo uma pancada qualquer pelas orientais e isso até já foi estudado. Agora o porquê do exotismo oriental os atrair muito, isso é com eles. Possivelmente porque muitas orientais têm uma mentalidade bastante tradicional, ao contrário de muitas ocidentais que são umas verdadeiras galdérias (falo por experiência própria), e sabem dar valor a um relacionamento, ao marido e aos filhos. De modo inverso, as brancas muito dificilmente se interessam por orientais. Pior: muitas interessam-se por pretos.

Eu não sou racialmente cego. Existem mulheres bonitas em todos os lados, de todas as raças, etnias e mesmo mestiças. Mas numa coisa eu posso concordar: a nível de proporção, são mais as brancas e também as amarelas que são mais bonitas do que por exemplo as pretas. E entre as mestiças, há as boas misturas e também as más misturas.

Não digo que a generalidade dos pretos sabe dar valor à nacionalidade portuguesa. De certeza que uma grande parte não merece ser portuguesa. E a esses era retirar-lhes a nacionalidade. Agora, como não paga o justo pelo pecador, também não vamos metê-los a todos no mesmo saco. Existem sempre excepções para confirmarem as regras.

Afonso de Portugal disse...

G, o cigano disse...
«E se a sua filha ou o seu filho se quiser casar e procriar com um/uma não branco/a? Podes dizer que vais dar uma educação para que eles nunca iriam por esse caminho... mas só que às vezes o coração pode falar mais alto.»

Nesse caso, eu terei falhado como pai e eles como filhos. Isso do "coração falar mais alto" é um daqueles chavões cunhados por pessoas que não conseguem controlar os seus impulsos.

«Como reagirias e como passarias a relacionar com o teu filho, a nora e que sentimentos terias para com o teu neto. Responda com honestidade, caro Afonso.»

Tudo dependeria da idade do filho(a). As pitas, por exemplo, são muito propensas a ceder aos seus instintos animalescos primitivos. Basta aparecer um preto com a mania que é bom -e eles têm quase todos a mania que são bons, mesmo sendo geralmente uma merda- para eles ficarem todas derretidas e com o pito aos saltos. Da mesma forma, há rapazes tão socialmente incompetentes durante a adolescência e início da idade adulta que qualquer porcaria lhes serve. Desde vacas gordas e másculas até a porcas mestiças sem nada na cabeça, tudo passa quando se está desesperado. Mas nessa idade ainda é possível reverter esses comportamentos. Com habilidade e persistência, é possível voltar a colocar os nossos filhos no bom caminho.

Já na idade adulta as coisas são completamente diferentes. A partir dos 25 anos, as pessoas já não mudam ou mudam muito pouco. E, nesse sentido, filhos meus que quiserem casar com alógenos morrerão para mim na hora. Não penses que haverá qualquer hesitação, eu serei muito claro ao longo da vida deles a respeito disso. Quem não escolhe a sua gente não pertence à minha gente. Prefiro morrer sozinho do que mal acompanhado!


Renato Santon disse...
«A onda atual é a guerra total de minorias contra os opressores, mulher contra homem, gay contra hétero, negros contra o homem branco opressor.»

Exactamente, caro Renato! Mas infelizmente, continua a haver muitos nacionalistas que não conseguem compreender o que é o marxismo cultural e qual é a sua derradeira finalidade: a destruição total do homem branco e da civilização ocidental.


«O próprio Hiphop negro é uma cultura de guetto de pregação do ódio, fizéssemos 1% do que fazem seríamos presos. Na cultura americana esse culto do ódio do negro contra o branco é mais evidente.»

Essa é uma das partes mais revoltantes de todo o processo, a diferença de critérios para os pretos e para os brancos, na terra dos brancos! Os pretos podem ameaçar matar-nos, violar as nossas mulheres e destruir as nossas cidades, mas está tudo bem porque "é a cultura deles"! Mas já há casos em que os brancos não podem sequer hastear a bandeira do seu país nas suas festas nacionais porque "isso pode ofender as minorias"!


«A esquerda precisa criar as minorias (ou problemas) para ter a paternidade protetora dessa ralé, e os votos também.»

É isso mesmo, caro Renato, embora a "direita" ocidental não o queira assumir. A imigração sempre foi vista pela esquerda como uma forma de alargar a sua base eleitoral. A esquerda, sobretudo a extrema-esquerda sabe que jamais chegaria ao poder apenas com os votos dos nativos. É por isso que incentiva a imigração e a miscigenação. Mas o drama é que, contra esta estratégia, a "direita" nunca se insurgiu! Antes pelo contrário, muitos apoiaram a imigração em nome da abundância de mão-de-obra barata e de outras falácias do capitalismo selvagem!


«Essa ralé odeia o europeu e o homem branco, seu lema e dever é espancar um branco e foder a sua mulher e suas filhas. Sem mais.»

Exactamente: sem mais!

Afonso de Portugal disse...

João José Horta Nobre disse...
«O Al-Público é um caso perdido, há uns anos era o meu jornal preferido, mas aquilo decaiu de tal forma, que já não há nada a fazer. Há anos que não compro tal coisa, pois era só o que faltava era eu agora andar a financiar jornaleiros do BE...»

Depois da saída do José Manuel Fernandes (que não deixa de ser um representante típico da nossa "direitinha" do sistema), o pasquim foi gradualmente tomado pelo pessoal das "ciências" sociais. Começaram a aparecer as crónicas regulares do Boaventura, do Louçã, do Rui Tavares,... depois vieram as islamófilas Sofia Lorena, Margarida Santos Lopes e Alexandra Lucas Coelho... e depois arranjaram escribas da "direitinha modernaça", como o Miguel Estves Cardoso, o Paulo Rangel e João Miguel Tavres... e finalmente, até os históricos como o Adriano Moreira começaram a disparatar!

Imprensa em papel, só mesmo o Diabo... e nem sempre, que aquilo tem demasiados monárquicos para meu gosto.


FireHead disse...
« Onde é que fica então a liberdade das pessoas de se apaixonarem ou se interessarem por quem bem entenderem?»

Fica na liberdade de emigrar. Quem gosta de carne fumada, deve ir para os lugares onde ela se encontra em abundância!


«Não é, afinal, a liberdade um dos pilares da civilização ocidental??»

A Liberdade não é um conceito absoluto. Nunca houve, até recentemente, a liberdade de trair o seu país. Aliás, ainda hoje é proíbido atentar contra o património material do Estado em qualquer país do Ocidente.

Eu apenas vejo o património genético como uma extensão do património material do Estado.


«Enquanto houver brancos que continuem a gostar apenas e só de brancas (...) e gente doutras raças que continue a preferir gente doutras raças, não poderá ser possível "qualquer dia só haver mestiços".

Não é verdade. Se houver mais gente a misturar-se com outras raças do que a permanecer fiel à sua raça, a balança tenderá inevitavelmente para a predomínio da mestiçagem.


«Se um branco quer estar com uma amarela tem que ir para a terra dela? Olha só agora se os amarelos agora defenderem o mesmo! Seria preciso criar lugares próprios para os mestiços...»

Estás a chegar lá! :)


«Se os racialistas estão preocupados com o futuro das suas raças, pois então que façam mais filhos da sua própria raça, ora...»

Procriar exclusivamente com os nossos é absolutamente necessário, mas não adianta fazermos filhos à barda se os alógenos continuarem a entrar às carradas. De que serve andar a criar filhos com o enorme sacrifício que isso acarreta para depois ter o desgosto de os vermos trair a sua raça?

Não!!! O que é realmente prioritário é travar a imigração. Fechar as fronteiras de uma vez por todas. Sem isso, todos os outros esforços serão inglórios, porque as taxas de natalidade africanas são absolutamente colossais. Não é minimamente realista acharmos que podemos competir com eles apenas tendo mais filhos. É preciso mantê-los fora do Ocidente!

Afonso de Portugal disse...

«Muitas mulheres brancas são muito bonitas, sim senhor, mas parece que os brancos têm mesmo uma pancada qualquer pelas orientais e isso até já foi estudado.»

É acima de tudo devido a questões culturais, como tu bem observaste a seguir a esta frase. Com a excepção do Japão, as mulheres orientais ainda são tradicionalistas, são geralmente fiéis e raramente voltam a casar. Já as ocidentais são -em média- umas degeneradas, não querem ter filhos (ou querem ter poucos), querem ser iguais aos homens em tudo e algumas chegam a ter várias dezenas de pareceiros sexuais em apenas meia dúzia de anos. Nenhum homem que tenha respeito por si próprio quer casar com uma rameira.


«Pior: muitas interessam-se por pretos.»

E porquê? Porque os pretos em geral agem como homens, apesar de serem burros como cepos. Já os brancos agem cada vez mais como eunucos, mesmo quando são bonitos, saudáveis e têm dinheiro. A questão é sabermos como é que isto aconteceu e porquê.


«Existem sempre excepções para confirmarem as regras.»

Mas quem toma decisões políticas tem de se orientar por regras, não por excepções.

FireHead disse...

Fica na liberdade de emigrar. Quem gosta de carne fumada, deve ir para os lugares onde ela se encontra em abundância!

Pois, então se os noruegueses, ou canadianos e os islandeses, deixassem de nos vender o bacalhau, já não haveria pratos típicos portugueses com bacalhau.

«A Liberdade não é um conceito absoluto. Nunca houve, até recentemente, a liberdade de trair o seu país. Aliás, ainda hoje é proíbido atentar contra o património material do Estado em qualquer país do Ocidente.»

Ainda bem que as opiniões divergem. Não interpreto isso de gostar de alguém que seja racial ou mesmo culturalmente diferente como sendo uma traição. Um português branco lá por gostar de uma índia brasileira não faz dele menos português nem tal significa que esteja a cagar para Portugal, para os seus costumes e tradições. Se fosse assim, os povos do passado que habitaram na Europa como na Península Ibérica também seriam todos uns traidores quando se lembraram de andar por aí a cruzar-se uns com os outros. Assim até os homens primitivos já eram traidores.

Não é verdade. Se houver mais gente a misturar-se com outras raças do que a permanecer fiel à sua raça, a balança tenderá inevitavelmente para a predomínio da mestiçagem.

Mas eu em momento algum disse "se houver mais gente a interessar-se por gente doutras raças". Eu disse simplesmente o seguinte: "enquanto houver brancos que continuem a gostar apenas e só de brancas (...) e gente doutras raças que continue a preferir gente doutras raças, não poderá ser possível "qualquer dia só haver mestiços". Não sejas como o maluco do KAPS que parte logo para a generalização e para o exagero.

Estás a chegar lá! :)

Então assim compreendo porque é que existe a Eslovénia, a Hungria... :)

Procriar exclusivamente com os nossos é absolutamente necessário, mas não adianta fazermos filhos à barda se os alógenos continuarem a entrar às carradas.

Se não adianta então aí é que a raça acaba mesmo.

De que serve andar a criar filhos com o enorme sacrifício que isso acarreta para depois ter o desgosto de os vermos trair a sua raça?

Porque é que tu partes do princípio que os filhos vão necessariamente fazer isso? E se fizerem, como tu respondeste ao G, o cigano, considera-os mortos para ti. Se há pais que conseguem, por causa duma espécie de ideologia, virar as costas aos seus próprios filhos, então não sei quem é que está realmente mal no meio disto tudo.

Não!!! O que é realmente prioritário é travar a imigração. Fechar as fronteiras de uma vez por todas.

Tipo a Coreia do Norte, com um povo quase 100% homogéneo? Sim, é que há nacionalismo de esquerda também e neste aspecto parece que se adapta melhor aos que têm visões racialistas...

Sem isso, todos os outros esforços serão inglórios, porque as taxas de natalidade africanas são absolutamente colossais.

Sim e em África as taxas de mortalidade também. Na Europa é que lhes dão as abébias todas.

FireHead disse...

Não é minimamente realista acharmos que podemos competir com eles apenas tendo mais filhos. É preciso mantê-los fora do Ocidente!

E depois os vermelhos fazerem o mesmo com os brancos na América e os amarelos fazerem o mesmo com os brancos na Ásia. Afinal de contas foi isso mesmo que os pretos fizeram com os brancos em África depois da descolonização. Os Boer bem que podem dizer as vezes que quiserem que são sul-africanos, naturais da África do Sul, que eles precisam é de ir para a... Holanda?

É acima de tudo devido a questões culturais, como tu bem observaste a seguir a esta frase.

Então e não há asiáticas belas? Hehehe, lá está, são gostos... não se discutem.

Com a excepção do Japão, as mulheres orientais ainda são tradicionalistas, são geralmente fiéis e raramente voltam a casar. Já as ocidentais são -em média- umas degeneradas, não querem ter filhos (ou querem ter poucos), querem ser iguais aos homens em tudo e algumas chegam a ter várias dezenas de pareceiros sexuais em apenas meia dúzia de anos. Nenhum homem que tenha respeito por si próprio quer casar com uma rameira.

Exacto. Se a raça branca está como está a culpa é acima de tudo dos próprios brancos.

E porquê? Porque os pretos em geral agem como homens, apesar de serem burros como cepos. Já os brancos agem cada vez mais como eunucos, mesmo quando são bonitos, saudáveis e têm dinheiro. A questão é sabermos como é que isto aconteceu e porquê.

Mas parece que, a julgar pelo que escreveste, os verdadeiros burros são os brancos. Como é que é possível deixar-se ultrapassar então nas preferências por gente que supostamente é burra e cepa??

Mas quem toma decisões políticas tem de se orientar por regras, não por excepções.

Ainda que seja assim, como eu disse, não paga o justo pelo pecador. Não é por haver 1999 pretos num universo de 2000 pretos que são uma merda que eu vou mandar também o preto que não é uma merda para o raio que o parta. Do mesmo modo que não é por haver um branco que seja burro - coisa que também há - que vou dizer que os brancos são todos uma merda. O que não falta são exemplos de tugas brancos que se comportam que nem verdadeiros alógenos nos EUA, no Canadá, no Luxemburgo, em França e até mesmo aqui em Macau. E muitos até adquirem nacionalidades dos países onde estão radicados, ou são luso-qualquer coisa. Talvez possamos passar a designá-los de "americanos", "canadianos", "luxemburgueses" (com aspas), etc.?

Renato Santon disse...

Não há condições de fazer guerra demográfica contra os pretos e muçulmanos. Lá é comum para esses trastes ter 5 filhos pra cima. Eles não se preocupam com educação e sustento dos filhos porque a esquerda dá benefícios sociais para esses filhos da puta.

Estão fazendo um lebensborn nazista ao contrário(política de Hitler para aumentar os nascimentos de alemão), a esquerda está criando viveiros de mestiços e imigrantes em solo europeu através do Welfare State estilo social democrata.

A única solução é fechar fronteiras, expulsar os que já estão, implementar algo como boxe nas escolas, fazer os jovens enfrentar como homens a dureza e porrada, pois do jeito que estão os árabes farão a festa com as mulheres locais.

Anónimo disse...

As mulheres que vão com pretos, essencialmente, fazem-no por modas e questões do género. Quantas brancas iam com pretos há 50 anos? o problema é que os marxistas moldaram a imagem do homem ocidental à sua maneira e, nas últimas décadas, passamos a ter como modelo de referência o maricas, o andrógino, o palerma que "compreende" os sentimentos das mulheres e por aí fora. Depois, na hora da verdade, é natural que algumas prefiram o preto viril do que o branco apaneleirado (isto quando não aderem à moda das fufas ou outras).
Também é verdade que há 50 anos havia brancos que iam com pretas, especialmente os que iam para África em serviço militar ou outros. Isso deve-se, em parte, ao facto do estado Novo nunca ter enfatizado a dimensão racial. Essa foi uma das falhas do regime. Agora, o lógico é branco com branca, preto com preta e mais nada. Isso de achar uma chinesa bonita não significa nada. Eu posso achar que uma representação de um marciano é bem conseguida mas isso não me faz querer ser um, passe o exagero.- Sr. Hamsun.

João José Horta Nobre disse...

«Imprensa em papel, só mesmo o Diabo... e nem sempre, que aquilo tem demasiados monárquicos para meu gosto.»

Eu acho que uma pessoa tem de ser completamente alucinada nos dias que correm, para acreditar mesmo que a monarquia ainda vai regressar.

De resto, os monárquicos ficam de pé atrás comigo quando sabem que eu sou familiar do João da Silva Nobre:

http://republica-sba.webnode.com.pt/products/jo%C3%A3o%20da%20silva%20nobre1/

Para os monárquicos isto é o que me irrita mais em muitos, nós somos avaliados de acordo com a família de onde somos oriundos. Ora, como eu venho de uma família ligada à esquerda republicana, pago sempre com as favas, mesmo não tendo culpa de nada do que os meus antepassados possam ter feito.

Afonso de Portugal disse...

FireHead disse…»
«Pois, então se os noruegueses, ou canadianos e os islandeses, deixassem de nos vender o bacalhau, já não haveria pratos típicos portugueses com bacalhau.»

Pois não. Mas a questão é que, se o fizerem, eles estarão no seu direito! E é isso que os “cidadãos do mundo” não entendem, ou não querem entender: cada povo tem o direito de tomar as suas decisões em relação ao seu território, soberania e recursos, mesmo que isso vá contra os interesses dos outros povos. Sem isso não temos nações independentes, temos mundialismo.

Seja como for, duvido muito que eles algum dia façam isso… nestas coisas, o dinheiro fala sempre mais alto.


«Se fosse assim, os povos do passado que habitaram na Europa como na Península Ibérica também seriam todos uns traidores quando se lembraram de andar por aí a cruzar-se uns com os outros.»

O que a genética nos diz é que nos últimos dez mil anos as misturas em grande escala praticamente estabilizaram na Europa, com excepção dos efeitos do colonialismo, que é um fenómeno muito recente em termos evolutivos. Se assim não fosse, não haveria zonas de predominância genética tão pronunciadas entre as várias regiões da Europa. Essa conversa de que os europeus são todos mestiços entre si é uma mentira propagada vezes sem conta pelos traidores dos mé(r)dia e do sistema (des)educativo. Nenhum geneticista digno desse nome concorda com essa visão. Uma coisa é a origem da humanidade poder ser comum, e nem mesmo isso é consensual neste momento. Outra coisa é, ao fim de dezenas de milhares de anos de evolução, ainda sermos todo o mesmo ou praticamente o mesmo.

E mesmo que os europeus fossem todos uma salganhada genética, o património genético dos europeus, pelo menos os da Europa Ocidental, está muito mais próximo uns do outros do que do património genético dos africanos ou dos asiáticos. Afirmar o contrário é quase como querer comparar dois tipos de vinho tinta a outros dois tipos de vinho verde, sob o argumento de que ambas bebidas são vinho!


«Assim até os homens primitivos já eram traidores.»

Não parece que tenha muito sentido comparar os homens primitivos, na maioria dos casos nómadas que muito provavelmente nem teriam o conceito de nação, aos homens actuais. E muito menos me parece legítimo que os homens actuais tenham de ficar reféns das suas migrações.


«Mas eu em momento algum disse "se houver mais gente a interessar-se por gente doutras raças". Eu disse simplesmente o seguinte: "enquanto houver brancos que continuem a gostar apenas e só de brancas (...) e gente doutras raças que continue a preferir gente doutras raças, não poderá ser possível "qualquer dia só haver mestiços". Não sejas como o maluco do KAPS que parte logo para a generalização e para o exagero.»

Não, generalização e exagero foi exactamente o que tu fizeste, porque afirmar “enquanto houver brancos que continuem a gostar apenas e só de brancas e gente doutras raças que continue a preferir gente doutras raças ” é, efectivamente, uma generalização e um exagero. Desde logo, porque isso não é condição suficiente para que os mestiços não passem a ser maioria, por vários motivos:
1. Em cada geração, seria necessário que houvesse mais gente a ser fiel à sua raça do que ao contrário.
2. Isso implicaria um “apartheid sexual” em que os brancos e os pretos vivessem separados uns dos outros, ou a existência de uma autoridade que garantisse que não havia misturas entre os cidadãos.
3. Essa ideia de ser “fiel à raça” ignora o facto de que as mulheres brancas são, regra geral, muito mais atraentes do que as pretas, sendo por isso preferidas por ambos brancos e pretos.
4. Ignora também o desejo por parte de muitos pretos têm de “se vingar” dos brancos, roubando-lhes as mulheres.
5. Sobretudo, ignora as diferenças brutais nas taxas de fertilidade dos ocidentais e dos africanos, para além do facto de a esmagadora maioria dos imigrantes africanos serem homens, criando logo aí um desequilíbrio demográfico que leva à miscigenação.

Afonso de Portugal disse...

FireHead disse…
«Se não adianta então aí é que a raça acaba mesmo.»

Claro que acaba mesmo! Por isso mesmo é que eu e todos os racialistas dignos desse nome queremos as fronteiras fechadas.


«Porque é que tu partes do princípio que os filhos vão necessariamente fazer isso?»

Desde logo, porque é inequivocamente matemático: havendo cada mais imigrantes alógenos na Europa, é apenas uma questão de tempo até isso acontecer. Não se pode ter milhões de homens alógenos dentro de fronteiras, sobretudo africanos, e achar que eles vão ficar quietinhos e fazer a sua vida sem se meterem com ninguém. Não, eles vão querer ter descendência e vão querer tê-la com as melhores mulheres!


« Se há pais que conseguem, por causa duma espécie de ideologia, virar as costas aos seus próprios filhos, então não sei quem é que está realmente mal no meio disto tudo.»

Não é “uma espécie de ideologia”. É uma questão de sobrevivência! Quem está mal é quem se extingue, sobretudo quando o faz de livre vontade. Porque quem se mistura, extingue-se, por muito que diga o contrário. Mata o seu património genético, talhado pela evolução ao longo de várias gerações. E é precisamente isso que a superclasse universalista mais deseja, a morte dos europeus e um mundo cheio de mestiços que não pertençam a nenhum lado.


«Tipo a Coreia do Norte, com um povo quase 100% homogéneo?»

E depois eu é que generalizo e exagero!… Gostava de saber como é que tu passaste de “fechar as fronteiras” para viver completamente isolado do mundo.


«Sim, é que há nacionalismo de esquerda também e neste aspecto parece que se adapta melhor aos que têm visões racialistas...»

Bem, se a tua “direita” é a do capitalismo selvagem que desloca postos de trabalho para onde for mais barato ou, a “direita” da Merkel que acha que pode renovar a força de trabalho alemã com milhões de muçulmanos, então, muito sinceramente, prefiro mil vezes ser de esquerda!


«Sim e em África as taxas de mortalidade também. »

Não é verdade. A população do continente africano é aquela que mais está a crescer, mesmo com as condições extremamente precárias que lá subsistem.


«E depois os vermelhos fazerem o mesmo com os brancos na América e os amarelos fazerem o mesmo com os brancos na Ásia.»

E porque é que não hão-de fazer? A terra é deles, a escolha é deles!!!


«Afinal de contas foi isso mesmo que os pretos fizeram com os brancos em África depois da descolonização.»

E, exceptuando os massacres, fizeram muito bem! Não tínhamos nada que ir para lá! A terra era deles. Da mesma forma que eles não têm nada que vir para cá, porque a Europa é nossa.

Afonso de Portugal disse...

FireHead disse…
«Os Boer bem que podem dizer as vezes que quiserem que são sul-africanos, naturais da África do Sul, que eles precisam é de ir para a... Holanda?»

Não sei, nem me interessa! Isso é problema deles e dos sul-africanos. Eles que se entendam! Eu cuido do meu quintal, não cuido do quintal dos outros.


«Então e não há asiáticas belas?

Eu não disse que não havia. Disse que -em média- as brancas são mais bonitas.

«Como é que é possível deixar-se ultrapassar então nas preferências por gente que supostamente é burra e cepa??»
Como se tu não soubesses a resposta! É uma questão de educação: quando se bebe desde o berço a conversa que se é mau por se ser branco, que se é opressor, que se é esclavagista, que se oprimiu as mulheres, que as mulheres são melhores do que os homens, que se é um violador em potência, que se é machista, etc etc etc… o que é que achas que acontece?


«Não é por haver 1999 pretos num universo de 2000 pretos que são uma merda que eu vou mandar também o preto que não é uma merda para o raio que o parta.»

Não vais tu, mas vou eu! Não pode haver excepções só porque convém a alguns de vez em quando! Foi precisamente essa mentalidade que encheu Portugal de pretos! Sabes porquê? Porque todo o preto é uma excepção para alguém!!! Ou para o empresário explorador que o emprega, ou para a o político oportunista que lhe caça o voto, ou para a rameira branca que lhe abre as pernas!!! Há sempre alguém que acha que o “seu” preto é boa pessoa, nem que seja um assassino em série!

Não!!! Era só o que faltava! Isto já foi longe demais! Portugal não é uma província africana! Não temos que aceitar mais nenhum preto! NENHUM!


«(…)o que não falta são exemplos de tugas brancos que se comportam que nem verdadeiros alógenos nos EUA, no Canadá, no Luxemburgo, em França e até mesmo aqui em Macau.»

E que temos nós, os portugueses que ficaram em Portugal, a ver com eles? Quem escolheu partir que se arranje! Era só o que faltava ficarmos reféns dos nossos emigrantes! Então eles abandonaram o país e nós ainda tínhamos que ficar dependentes deles e sujeitarmo-nos à selvajaria dos pretos por causa deles!?!? Era só o que faltava! Eles é quiseram saltar para fora do barco, agora que nadem!



Renato Santon disse...
«Não há condições de fazer guerra demográfica contra os pretos e muçulmanos.»

Claro que não!... Não sei como é que alguém pode sequer pensar o contrário. Portugal, por exemplo, tem uma taxa de natalidade na casa dos 1,2 filhos por mulher… Angola, tem 6,1 filhos por mulher! Moçambique tem 5,9 filhos/mulher!!! É uma loucura pensar que podemos salvar-nos desta gente sem fecharmos as fronteiras!


«(…)a esquerda está criando viveiros de mestiços e imigrantes em solo europeu através do Welfare State estilo social democrata.»

O problema, caro Renato, é que não é só a esquerda. A “direita” europeia está apostada em importar milhões de imigrantes para “renovar” a sua população. Merkel já o admitiu publicamente! É por isso que tem sido tão difícil travar a iminvasão da Europa: todas as grandes forças políticas, mediáticas, financeiras e religiosas estão apostadas na mudança demográfica!


«A única solução é fechar fronteiras, expulsar os que já estão, implementar algo como boxe nas escolas, fazer os jovens enfrentar como homens a dureza e porrada, pois do jeito que estão os árabes farão a festa com as mulheres locais.»

Isso já devia ter sido feito há pelo menos duas décadas. Neste momento, é impossível deportar os alógenos sem provocar guerras civis. Repare, caro Renato, como é que os exércitos de França ou do Reino Unido poderão expulsar os alógenos de Londres ou de Paris… quando grande parte dos seus efectivos já é alógena?

Afonso de Portugal disse...

Sr. Hamsun disse…
«o problema é que os marxistas moldaram a imagem do homem ocidental à sua maneira e, nas últimas décadas, passamos a ter como modelo de referência o maricas, o andrógino, o palerma que "compreende" os sentimentos das mulheres e por aí fora. Depois, na hora da verdade, é natural que algumas prefiram o preto viril do que o branco apaneleirado (isto quando não aderem à moda das fufas ou outras).»

A questão é que essa “moldagem” foi deliberada precisamente para atingir este fim, caro Sr. Hamsun! Porque é que, por exemplo, as campanhas das feministas do mundo anglófono visam essencialmente os média (filmes, séries de TV, revistas), os alunos das universidades (“cultura da violação”, “guerreiros da justiça social”), o heavy metal e os jogos de vídeo? Mas nunca visam as comunidades afro-americanas ou atacam a misoginia islâmica?

Porque só interessa efeminizar o homem branco, os outros podem e devem permanecer másculos precisamente para se constituírem como alternativa aos homens brancos! Pense bem, caros leitores, quantos pretos metrossexuais conhecem? Quantos muçulmanos metrossexuais conhecem? Acham que é por acaso?


«ao facto do estado Novo nunca ter enfatizado a dimensão racial. Essa foi uma das falhas do regime.»

E será que o império colonial era viável se tivesse incluído a dimensão racial, caro Sr. Hamsun? É que eu estou convencido que os líderes portugueses, ao longo dos séculos, desde D. João II até Salazar, incentivaram o multirracialismo nos territórios coloniais precisamente como estratégia de “integração” social! Há muitos estudiosos que acreditam que foi precisamente por isso que o nosso império colonial durou mais do que o de outros países europeus.

É por isso que eu hoje tendo a acreditar que o colonialismo foi um erro histórico. Portugal acabou por perder bem mais do que ganhou com a “grande aventura”: perdeu população autóctone ao longo dos séculos (há quem diga que Portugal podia ter uma população superior à da Holanda se não tivesse perdido tanta gente nos “descobrimentos”), arranjou guerras ao longo dos séculos, arranjou ódios de estimação que ainda perduram, herdou uma pesada culpa colectiva, herdou a imigração das ex-colónias que está para durar… e o que ganhou? Com a excepção de Lisboa, o país é paupérrimo, sobretudo quando comparado ao resto da Europa desenvolvida. As riquezas das ex-colónias foram canalizadas para as famílias poderosas em cada época, não foram utilizadas para desenvolver a nação! Muito menos para melhorar a qualidade de vida dos nativos!


«Agora, o lógico é branco com branca, preto com preta e mais nada. Isso de achar uma chinesa bonita não significa nada. Eu posso achar que uma representação de um marciano é bem conseguida mas isso não me faz querer ser um, passe o exagero.»

Precisamente! E se não pensarmos assim, acabaremos por não ser nem marcianos, nem terráqueos, que é precisamente o que a superclasse mundialista mais deseja!



João José Horta Nobre disse...
«Para os monárquicos isto é o que me irrita mais em muitos, nós somos avaliados de acordo com a família de onde somos oriundos.»

O que é absolutamente ridículo quando se tem em conta que a esmagadora maioria dos monárquicos é também minho-timorista! Ou seja, a herança familiar determina supostamente o carácter e o valor dos indivíduos… mas atenção, os portugueses são os habitantes do Brasil, de Moçambique, de Angola, da Guiné, de Timor!!!!!!

Mas será que isto faz algum sentido? Será que isto tem alguma ponta por onde se lhe pegue!?

Enfim… a única coisa que os monárquicos têm a seu favor é que a figura do Rei, como ícone sebastianista, poderia funcionar como catalisador da vontade colectiva do povo. Mas os monárquicos são tão monumentalmente estúpidos que até isso conseguem estragar ao escolherem figuras como o Duarte Pio e o Nuno da Câmara Pereira para os representar!