sábado, 12 de março de 2016

Trump obrigado a cancelar comício em Chicago devido a violência alógena e esquerdista


    Aconteceu o que se previa vir a acontecer mais cedo ou mais tarde: apoiadas pela esquerda universalista, as "minorias étnicas" dos EUA (incluindo os marginais do #BlackLivesMatter) invadiram um comício de Trump e, recorrendo às tácticas beligerantes que a esquerda desenvolveu e utilizou naquele país desde os anos 60, agrediram os apoiantes do candidato republicano e obrigaram ao cancelamento do comício.

    Agora a parte verdadeiramente surreal: os mé(r)dia ocidentais, portugueses incluídos, condenam Trump e os seus apoiantes, não os animais que invadiram o recinto onde decorria o evento! Ora leiam só:

«Um comício de Donald Trump que estava agendado para esta sexta-feira este Vernes, em Chicago, foi adiado depois de se terem registado incidentes entre apoiantes do candidato e manifestantes que protestavam contra o milionário. O evento foi cancelado por motivos de segurança, depois de “centenas de pessoas” que se manifestavam contra o candidato à nomeação pelos republicanos para as eleições presidenciais de 2016 nos Estados Unidos terem invadido o recinto, localizado na Universidade do Illinois.

Negros, hispânicos, muçulmanos e traidores esquerdistas... poque é que não estou surpreendido?

Pelo menos cinco secções do local foram tomadas por manifestantes anti-Trump, ainda antes de o candidato ter chegado para cumprir mais uma acção de campanha destinada às primárias que se realizam na próxima terça-feira no próximo Martes. Os responsáveis da campanha de Donald Trump decidiram adiar o comício meia hora após a hora agendada para o começo e, após o anúncio da opção, ter-se-ão cenas de violência entre apoiantes e adversários do candidato, o que levou à intervenção de um “grande contingente” policial, segundo a CNN.»

O próprio Donald Trump concedeu uma entrevista à CNN horas depois do cancelamento, na qual partilha a sua versão do sucedido. O "jornalista" da CNN tenta culpar Trump pelo seu "tom" e "estilo de debate", mas Trump defende-se bem, denunciado a tentativa, por parte dos "manifestantes", de acabar com o comício desde o primeiro momento. Trump também acusa a CNN e os mé(r)dia em geral de mostrarem apenas as imagens que lhes convém, nunca mostrando as imagens que comprovam as más intenções dos "manifestantes".





Mas há mais: vejam o que é que alguns "manifestantes" partilharam nas redes sociais:



E vejam o quão pacíficos eram os "manifestantes":






E claro, vejam só a bandeira que alguém encontrou entre a escumalha! Sempre que há violência na política, os animais comunistas nunca andam muito longe:


O grande Paul Joseph Watson já fez um vídeo a denunciar a hipocrisia dos "manifestantes" e dos mé(r)dia ocidentais:


Agora vamos ao que realmente interessa, caros leitores. Do ponto de vista do combate nacionalista, há muitas ilações importantes a retirar do que aconteceu ontem:
  1. Esgotadas todas as formas legítimas de travar Trump, a esquerda recorre, como já é habitual, à intimidação e à violência.
  2. Os mé(r)dia, não surpreendentemente, desculpabilizam a canalhice da esquerda, culpando Trump pela sua "retórica incendiária", como se as pessoas não tivessem o direito de dizer que não querem mais imigrantes no seu país ou que os muçulmanos nos odeiam.
  3. Trump não é um Nacionalista, mas o simples facto de ele mencionar algumas das bandeiras do Nacionalismo despertou, em conjunto, a fúria da esquerda, dos mé(r)dia, da Igreja Católica, dos ricaços de Wall Street, dos muçulmanos, dos hispânicos, do establishment republicano e até da "direitinha" ocidental (por cá, veja-se a corrosiva campanha anti-Trump levada a cabo pelo Observador, um jornal supostamente de Direita).
  4. Isto demonstra, como se ainda houvesse dúvidas, que o Nacionalismo é de facto a única alternativa real ao sistema montado e mantido pela superclasse plutocrática mundialista, a única ideologia e forma de pensar que os senhores do mundo temem realmente e que poderá ameaçar de facto o seu status quo.
  5. Aqueles que, como eu, o Paul Joseph Watson, o Pat Condell e sobretudo o blogueiro Andrew Anglin do Daily Stormer (entre outros), perceberam imediatamente o enorme potencial que o Donald Trump tinha para pôr a descoberto a hipocrisia dos universalistas, não ficaram desiludidos; o homem mostrou que não só é possível conquistar eleitores com um discurso nacionalista (inclusive aqueles que geralmente não votam) mas, mais do que isso, provou sem margem para dúvidas que esse é o cenário que a superclasse mais teme;
  6. Fica mais uma vez bem demonstrado que, aqueles que no meio Nacionalista se recusam a apoiar certos candidatos sob 'argumentos' estúpidos do género "ai, ele não é suficientemente católico" ou "ai, ele não é suficientemente racialista" ou ainda "ai, ele não é suficientemente tradicionalista", só estão a dar um valente tiro nos pés; o grande problema do Nacionalismo no Ocidente é que, ao longo dos anos, ele tem sido praticamente invisível (e quando tem sido visível, tem-no sido pelos piores motivos); ora, como diz o povo, "longe da vista, longe do coração" e, até recentemente, o Nacionalismo tinha sido pouco mais do que uma piada; o que Trump veio demonstrar (tal como Le Pen, Farage e Wilders já tinham feito) é que, neste momento, qualquer líder político que adopte um discurso nacionalsta é bom para o movimento como um todo, porque faz as pessoas perceberem que não estão sozinhas na sua revolta contra o Totalitarismo Universalista; fá-las constatar que há muitas mais como elas, a pensar exactamente da mesma forma mas a sofrerem em silêncio; e que, afinal, são tantas que até poderão fazer a diferença!
  7. Aconteça o que acontecer a partir de agora, a grande lição a aprender com Trump é que o Nacionalista contemporâneo não pode ter medo; tem de ter a coragem de falar com as pessoas, de dizer abertamente o que pensa, de ser coerente e nunca recuar; as reacções vão ser sempre extremas, mas muitas pessoãs vão colocar-se do nosso lado.

E sabem porquê, caros leitores? Porque a razão está do nosso lado! Nós temos todo o direito de querer preservar o nosso país, a nossa cultura, o nosso património material e imaterial e as nossas gentes. Sim, as nossas gentes, o nosso povo português! Os universalistas bem podem tentar convencer-nos do contrário, doutrinar as nossas crianças nas escolas e bombardeá-las com filmes, séries de TV e reportagens desonestas a "mostrar" que os brancos são maus e só cometeram atrocidades ao longo da história... mas no seu íntimo, as pessoas sabem perfeitamente que isso é mentira, sabem o mal que fizeram e deixaram de fazer. Eu sei que nunca colonizei nem escravizei ninguém e vocês, caros leitores, também o sabem! Nós sabemos que as guerras na Síria, no Iraque e no resto do mundo não são da nossa responsabilidade. E também sabemos que não temos nenhuma obrigação moral de partilhar o que é nosso com invasores terceiro-mundistas, mal-agradecidos e violentos, precisamente porque nunca fizémos parte do processo de decisão que deu origem às suas tragédias e ao seu êxodo!

Rejeitemos, de uma vez por todas, a mentira da culpa Ocidental.
Nós temos TODO O DIREITO de viver em paz e em segurança nos nossos países.
Lutemos contra a esquerda apátrida e assassina onde é preciso: nas urnas de voto!

Porque só o Nacionalismo é solução!

4 comentários:

Bruno Dias disse...

Há pessoas que falam mal dele, e que ele só esta com este discurso para chamar os votos dos nacionalistas, mas eu tenho esperança que ele se mantenha fiel aos seus discursos. Cada vez que me lembro do tom de uma jornalista deficiente da tvi 24 quando falava do Donald Trump, fico com uma raiva, que me dá vontade de espancar essa gente. Era muito bom ele ganhar só para calar esse lixo de extrema esquerda que comanda os media e a nossa sociedade

João José Horta Nobre disse...

Um grande poste, sim senhora, muito bem escrito e informativo, o Afonso está de parabéns!

É inadmissível o que aconteceu no comício do Trump, mas por um lado ainda bem que aconteceu, pois assim fica mais uma vez demonstrado em que consiste realmente a "tolerância" dos estafermos do "black lives matter" e da esquerda caviar em geral.

Isto no fundo, foi a melhor coisa que podia ter acontecido ao Trump, pois as pessoas vão agora simpatizar ainda mais com ele. Esses animais da esquerda que fizeram isso, das duas uma: ou são tão burros que nem têm noção de que este tipo de comportamento da parte deles, é exactamente o que Trump quer, ou então, o establishmente está tão desesperado para travar Trump, que já nem sabe o que há-de fazer e por isso está a jogar as cartas todas que tem na manga.

Eu aposto mais na segunda hipótese, ou seja, o desespero. O establishmente e as elites em geral estão completamente desesperadas...

Afonso de Portugal disse...

Bruno Dias disse...
«eu tenho esperança que ele se mantenha fiel aos seus discursos.»

Eu não estou tão optimista, acho acima de tudo que Trump é um bom vendedor, percebeu o que muita gente queria ouvir e está a dizê-lo. A ser elteito, não creio que vá ser um presidente muito diferente do que seria o Ted Cruz ou mesmo a Clinton.

Mas o mérito que eu lhe atruibuo é o de saber vender o peixe. E, ao vender o peixe, ter demonstrado exactamente que o discurso nacionalista ainda pega, ó se pega, mesmo a fim de tantas décadas de lavagem cerebral intensiva!

E se ele vencer as primárias será realmente fantástico, porque ficará demonstrado uma vez mais que o potencial do discurso Nacionalista para a captação do eleitorado é enorme, mesmo na nação mais multicultural do mundo!

«Cada vez que me lembro do tom de uma jornalista deficiente da tvi 24 quando falava do Donald Trump, fico com uma raiva»

Acredito, porque a mim acontece-me o mesmo! E revolta-me sobretudo a atitude da nossa "direitinha" nojenta (PSD, CDS, Observador, O Insurgente) que apoia a bruxa Hilária e trata o Trump como um predador!



João José Horta Nobre disse...
«o Afonso está de parabéns!»

Obrigado, caríssimo! O elogio tem especial valor vindo de quem vem, uma vez que o JJHN é sem dúvida um dos melhores entre os blogueiros da área nacionalista portuguesa.

Eu não costumo escrever textos muito compridos e geralmente prefiro sacrificar a qualidade da escrita para postar as notícias que julgo importantes. Tenho pouco tempo nas mãos, sobretudo durante a semana, e prefiro cortar a direito!

Mas esta situação no comcício de Trump foi tão grave, não apenas para a América mas para todo o "mundo livre", que tinha mesmo de ser denunciada com um pouco mais de detalhe!


«Eu aposto mais na segunda hipótese, ou seja, o desespero. O establishmente e as elites em geral estão completamente desesperadas...»

Eu partilho a sua opinião. A condenação imediata de Trump, tanto à esquerda (CNN, MSNBC, Obama, Rachel Maddow, etc.) como à direita (Fox News, Megyn Kelly, Ted Cruz, Marco Rubio, etc.) sugere uma coordenação de esforços nesse sentido!

Nunca imaginei que umas primárias americanas pudessem ser tão interessantes... e tão instrutivas para nós, nacionalistas!

João José Horta Nobre disse...

«Obrigado, caríssimo! O elogio tem especial valor vindo de quem vem, uma vez que o JJHN é sem dúvida um dos melhores entre os blogueiros da área nacionalista portuguesa.»

Agora sou eu que tenho de agradecer tamanho elogio! É uma honra ficar a saber que sou considerado "um dos melhores".

Muito obrigado!