sexta-feira, 11 de março de 2016

Mulher do presidente da Turquia defende haréns como "instituição educacional"



   A cada dia que passa, os dirigentes da Turquia,  o tal estado "laico" e "moderno" (cof cof) da Ásia Menor que em breve fará parte da UE como membro de pleno direito, vão proferindo declarações mais e mais surreais a cada dia que passa. Mas que só surpreenderão quem andar realmente muito distraído, porque o Islão é isto mesmo, além de que não existe nenhuma versão genuinamente "moderada" da "religião da paz":

«A primeira-dama da Turquia, Emine Erdoğan, afirmou que o harém da era do Império Otomano era uma “instituição educacional que preparava as mulheres para a vida.”

As declarações da mulher do presidente turco Recep Erdoğan foram proferidas durante uma conferência sobre os sultões otomanos na passada quarta-feira no último Martes em Ancara. O comentário foi feito um dia após o presidente turco ter afirmado que uma mulher era “acima de tudo uma mãe”, numa declaração feita a propósito do Dia Internacional da Mulher.»

Emine Erdoğan: uma mulher moderna, progressista e vibrante! 
E sobretudo laica, conforme atesta a sua vestimenta!

«Emine Erdoğan afirmou quem durante o Império Otomano, as múltiplas esposas dos haréns eram educadas e alimentadas pelo sultão que governava o Império e pelos seus criados. A primeira-dama afirmou que estas mulheres podem ser consideradas como “uma inspiração”, segundo a BBC. A mulher do presidente sublinhou que nem todas as mulheres eram utilizadas para fins sexuais.

O Império Otomano, que foi criado no início do século XIV e desapareceu formalmente em 1922, com o advento da República fundada por Ataturk, era governado por um sultão que mantinha o seu harém no Palácio de Topkapi, em Istambul.

No Palácio viviam as mulheres do sultão, bem como algumas mulheres da sua família e ainda concubinas. Os homens que serviam no harém eram eunucos. O Palácio de Topkapi é agora um museu.»

 Uma vista sobre o Palácio de Topkapi 

Comentário do blogueiro: nem todas as mulheres eram usadas para fins sexuais, diz a primeira-dama da Turqia, 'Emine' de seu nome. Eu acredito! Provavelmente o Sultão não apreciava as velhas, as feias e as gordas e  apenas as utilizava como criadas.

É precisamente esta cultura que as mulheres europeias estão a incentivar a acolher quando desfilam com faixas a dizer "bem-vindo refugiados" ou "piores que os violadores são os racistas". Continuem assim e vão acabar exactamente como a Emine, suas putas tolas!

4 comentários:

Missy disse...

Não percebo como é possivel um país com uma cultura tão dispare do resto da Europa é considerado um candidato para pertencer à UE... a não ser simplesmente por interesses... relembrem-me lá porque é que temos de continuar a pertencer a este espaço e ter fronteiras abertas àqueçe tipo de gente?

mensagensnanett disse...

ANDA POR AÍ PESSOAL NUMA AZÁFAMA PARA BRANQUEAR A BANDALHEIRA: pessoal que não se preocupa com a construção duma sociedade sustentável (média de 2.1 filhos por mulher)... critica a repressão dos Direitos das mulheres... todavia, em simultâneo, para cúmulo, defende que... se deve aproveitar a 'boa produção' demográfica proveniente de determinados países {nota: 'boa produção' essa... que foi proporcionada precisamente pela repressão dos Direitos das mulheres - ex: islâmicos}... para resolver o deficit demográfico na Europa!?!?!
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Anexo:
O DIREITO À SOBREVIVÊNCIA NÃO É REFERENDÁVEL!
-» É preciso dizer não ao nazismo democrático!... ou seja: é preciso dizer não àqueles que pretendem determinar/negar democraticamente o Direito à Sobrevivência de outros!
-» Leia-se: os 'globalization-lovers', UE-lovers e afins... que fiquem na sua... desde que respeitem os Direitos dos outros... e vice-versa!
[nota: nazismo não é o ser 'alto e louro', bla bla bla,... mas sim... a busca de pretextos com o objectivo de negar o Direito à Sobrevivência de outros]
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Obs 1: Uma questão é a ajuda a refugiados... uma outra questão são os nazis que usam os refugiados como arma de arremesso para negar o direito à sobrevivência de outros (leia-se, das Identidades Autóctones)
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Obs 2: Os Nazis-Económicos (nazis-made-in-USA) terraplanam Identidades atrás de Identidades Autóctones de forma insaciável...
-» Quando se fala no (legítimo) Direito à Sobrevivência de Identidades Autóctones {nota: Inclusive as de 'baixo rendimento demográfico'... Inclusive as economicamente pouco rentáveis...} nazis-económicos - desde há séculos com a bênção de responsáveis da Igreja Católica - proclamam logo: «a sobrevivência de Identidades Autóctones provoca danos à economia...»
[nota: os nazis-económicos provocaram holocaustos massivos em Identidades Autóctones]
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Pelo Direito à Sobrevivência das Identidades Autóctones:
-» http://separatismo--50--50.blogspot.com/

Afonso de Portugal disse...

Missy disse...
«(...) relembrem-me lá porque é que temos de continuar a pertencer a este espaço e ter fronteiras abertas àqueçe tipo de gente? »

Tenho a certeza que a tua pergunta é meramente retórica, mas vou responder à mesma para aqueles que caírem aqui por acaso:

Porque há muita gente com poder na Europa que quer lucrar por um lado, com a vinda de milhões de turcos para servirem de mão-de-obra barata e, por outro lado, querem estender os seus mercados à Turquia e ao mundo islâmico.

Porque os partidos de esquerda europeus sabem que os muçulmanos votam neles e, por isso mesmo, querem trazer tantos quantos for possível para os porem a votar e assim falsificarem o processo democrático.

Porque os EUA querem a Turquia na UE como parte da sua estratégia de consolidação do seu domínio imperialista. Não basta Turquia ser membro da OTAN porque, em caso de guerra, os europeus podem ficar contra ela. É preciso que a Turquia faça efectivamente parte da Europa para que os europeus a vejam como um igual.


mensagensnanett disse...
«Obs 1: Uma questão é a ajuda a refugiados... uma outra questão são os nazis que usam os refugiados como arma de arremesso para negar o direito à sobrevivência de outros (leia-se, das Identidades Autóctones)»

A menos que a ajuda aos refugiados seja feita nos países de origem dos refugiados, a questão é exactamente a mesma, porque a ajuda aos refugiados serve de argumento para negar o direito à sobrevivência dos europeus.

É muito difícil "ajudar" alguns sob o argumento de que "fugiram à guerra" e depois negar a "ajuda" a outros só porque não saíram directamente de conflitos armados. Desde logo, porque os universalistas argumentam imediatamente que "quem foge de ditaduras brutais também merece ser ajudado" e que "a escassez de recursos nalguns países do mundo justifica que aceitemos todos os refugiados".

Mas sobretudo, ajudar apenas alguns é impraticável dada a forma como os "refujiadistas" se misturam facilmente com os refugiados de verdade, falsificando inclusivamente os seus documentos de falsificação ou, melhor ainda, não os tendo de todo!

Afonso de Portugal disse...

*documentos de identificação, evidentemente.