quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Um esquerdista patológico inglês na manifestação do PEGIDA


    O Channel 4 já foi uma estação de televisão interessante, sobretudo quando fazia jornalismo de qualidade como o "Undercover Mosque". Infelizmente, a superclasse parece ter-lhe deitado mão nos últimos anos e agora presenteia-nos regularmente com autênticos tesourinhos deprimentes como aquele que podemos ver no vídeo mais abaixo.

    Há pessoas que simplesmente não têm emenda. Mesmo depois de ser brutalmente agredido por uma matilha de iminvasores polacos, o académico britânico Paul Kohler (que deve certamente ser judeu, de acordo com os atrasados mentais do costume), insiste em confrontar os apoiantes do PEGIDA e acusa: «o probelma destas pessoas é que não sabem enfrentar os seus medos de uma forma racional».


O que é importante reter do vídeo acima é o seguinte: 
  1. Apesar da pretensa superioridade moral do Peter Kohler e da tentativa ridicula, por parte do Channel 4, em fazer dele um mártir racional da causa multiculturalista, ele não consegue contrariar nem desconstruir nenhum dos argumentos do líder do PEGIDA, o corajoso Tommy Robinson.
  2. Kohler sobreviveu por acaso. Os seus atacantes podiam perfeitamente ter acabado com ele. O que significa que ele não passa da uma versão masculina e mais velha da Elin Krantz, ou da Alexandra Mezher, ou da Lauren Mann e, por conseguinte, não tem qualquer legitimidade para dar conselhos às pessoas que se preocupam com as questões da segurança.
  3. Kohler demonstra perfeitamente a forma de pensar de grande parte das elites ocidentais que, não obstante experimentarem em primeira mão as "maravilhas da diversidade", insistem em impôr o dogma universal-totalitarista a todos os seus compatriotas a pretexto de falácias grosseiras e lugares-comuns ideológicos como "fazer o que está certo", "ser racional" e "não tomar o todo pela parte". A verdade é que a primeira preocupação de qualquer pessoa minimamente sensata é a segurança da sua família e da sua nação. Querer ficar bem na fotografia à custa dessa segurança, que é o que Peter Kohler está a tentar fazer (e a falhar espectacularmente porque toda a gente vê perfeitamente a sua encenação) é a marca dos irresponsáveis e dos traidores.

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