domingo, 14 de fevereiro de 2016

Meninos e meninas, eis a Bárbie muçulmana!


...Porque "é desde pequenino que se torce o pepino" e é preciso ensinar doutrinar as crianças no respeito na submissão para com o Islão!



Hum... eu cá cho que falta qualquer coisa a esta Bárbie muçulmana... já sei! É o colete de explosivos e o marido abusador uns metros à frente! A Mattel tem urgentemente que fazer uma versão do Ken Maomé para acompanhar esta nova Bárbie!

21 comentários:

Simon Templar disse...

Islão significa submissão.

Afonso de Portugal disse...

Exacto.

Anónimo disse...

O mouroguês continua a aprontar pela blogosfera

Renato Santon15 de fevereiro de 2016 às 10:23

Sobre polêmicas, acho que não dá para ficar apagando tudo o tempo todo. Fez ? Então assume.
Faz parte do histórico do blogue.

Se alguém deu gostinho a "escumalha" não fui eu pois jamais realizei uma agressão gratuita. Na realidade o Thor sabe que é impulsivo e ele cometeu esses delitos, todos sabemos. O que aconteceu foi que ele irritado escreveu algo dando a entender que eu era brasileiro inferior então retorqui falando da foto na qual ele aparece com feições um pouco estranhas. mandíbula retraída, olhos esbugalhados. Mas eu a princípio até evitei falar nisso por respeito e não me importava com a raça da pessoa e sim as idéias. Sendo anti-sionista para mim já basta.

http://gangdaervilha.blogspot.com.br/2016/02/o-bolchevismo-judaico-brevemente-estara.html#comment-form

Esse não se emenda nunca.

By Snowpatrol.

Afonso de Portugal disse...

«retorqui falando da foto na qual ele aparece com feições um pouco estranhas. mandíbula retraída, olhos esbugalhados.»

Ahahahah... Em tempos, o Caps Loucão da Paraíba disse que o ex-ariano "se parecia com o vizinho do Simpson", numa alusão a essas características fisionómicas. Eu não percebi imediatamente o que ele quis dizer, mas depois vi um episódio desse seriado na TV: ele se referia ao Ned Flanders, pois claro!!!

Mas vamos mas é calar-nos, Direita... é que agora temos de ter muito cuidado! Devem-lhe ter trocado a medicação lá no Magalhães Lemos, porque ele agora anda muito violento e até já diz que vai bater nas pessoas com ferros! O valentaço de Entrecampos que tem medo dos bisontes ainda nos manda a todos para o hospital! Ahahahahah!!!!

Renato Santon disse...

AS coisas correm rápido na net...

Bem sou eu quem postou isso no blog da ervilha, que muito bom até o sujeitinho entrar.
Ele é ridículo, infantil e basta discordar dele que começam as torrentes de ofensas e confusões. Não sou racista primário anti judeu como ele, apenas contra a NOM, contra o marxismo cultural e a cúpula sionista então vieram todos os problemas.

No caso, estávamos debatendo sobre WW2, Hitler, etc... o maluco começou a defender entusiasticamente o ditador do bigodinho ( igual ao dele) e chegou a dizer que os portugueses e mediterrâneos são racialmente realmente inferiores aos alemães.( não me sinto inferior a qualquer alemão)

Chegou a exaltar as embarcações vikings como uma descoberta superior, esquecendo da história portuguesa e seus descobrimentos - no que foi logo puxado a orelha pelo muito paciente Vasco.

O sujeito é totalmente louco, depois que alguém postou uma foto na qual ele tem os olhos iguais ao do Mesut Ozil, ele entrou realmente em pânico e fica me acusando de não ser branco por não postar uma foto ( ele posta fotos falsas de outras pessoas, só a do bigodon é real), que sou Mark, Carlos, Pasqualini e até mais um outro...

Ele não para de falar o tempo todo em um tal de Caps louco, caturo, afonso, direita... é empre isso todos os dias. E parece que ele nem trabalha pois posta o dia inteiro.

O tempo em que isso era engraçado acabou e ele está transtornado destruindo o blog do ervilha. Espero que ele suma.

Saudações e agradeço pelo espaço.

Afonso de Portugal disse...

Ahahahah! Disponha, Renato! Aliás, agradeço ter partilhado a sua história!

Esse "Thor", conhecido na blogosfera nacionalista portuguesa como "ex-ariano", tem um longo historial de conflitualidade e de abuso em blogues alheios. Não é caso único, mas é de longe o mais grave, dada a sua insistência constante nas mesmas alucinações, insultos e teorias da conspiração.

Acaba sempre por levar o merecido troco, mas nessa altura fica muito ofendido, como se não tivesse sido ele a criar os seus próprios problemas.


«chegou a dizer que os portugueses e mediterrâneos são racialmente realmente inferiores aos alemães.( não me sinto inferior a qualquer alemão)»

Sim, a subserviência aos germânicos é um dos seus fetiches mais paradigmáticos (e mais estúpidos!). Só para o Renato ver, em tempos o ex-ariano afirmou, no blogue Gladius, que gostava muito de passar férias no Algarve (Sul de Portugal), mas só se sentia bem junto dos turistas ingleses e alemães! Mas que raio de criatura despreza assim o seu próprio povo?

Noutra ocasião, foi ainda mais longe: afirmou que o futebolista Figo se tinha casado com uma modelo nórdica por sentir vergonha da sua compleição mediterrânica! Enfim, um caso típico de projecção psicológica, em que o sujeito projecta nos outros os seus próprios complexos irracionais.

Quanto ao blogue da ervilha, o meu conselho é simples. Pura e simplesmente ignorem a personagem. Estou falando a sério! Ele só quer atenção, mais nada. Não vive sem isso. Em tempos eu o apelidei de "a maior sanguessuga emocional do universo nacionalista" e cada vez me convenço mais de que estava 100% certo.

Saudações Nacionalistas!

Renato Santon disse...

Exatamente, o sujeito queria tanto a atenção que tive que cortá-lo sutilmente, no que ele começou as agressões para receber atenção, (suspeitei estar se tratando de uma bicha, ainda com aquele bigode).
Ele ainda me pediu fotos...

De qualquer forma o blog do ervilha já foi destruído por ele e pobre do Gang que divergências à parte é um bom português.
Teve que colocar moderação estrita, o que prejudicará as discussões que eram mais animadas.

Mas com o tal de Bruno não há possibilidade de convívio, ele afasta os bons leitores.

Além de tudo ele é um anti-português, no que mesmo eu como brasileiro ( de sangue mediterrâneo, português e francês) o chamei à atenção no que ele declarou que os portugueses são realmente inferiores e Hitler - o genocida miserável - estava certo.

Que eu me lembre a tal Alemanha sempre começou as guerras e sempre perdeu vergonhosamente, causando miséria ao seu redor devido a este arrogante senso de superioridade.

Thor, o mouro ( ou turco, sei lá), também exaltou as embarcações vikings como superior e prova do gênio superior em navegações. Citou poetas alemães e não Eça, Fernando Pessoa ou Camões...

Deveria ser proibida sua menção e participação em quaisquer blogs e grupos nacionalistas, não só portugueses, mas latinos. Deveria perder a cidadania.
Ele que vá limpar banheiros de seus amigos nórdicos.

Afonso de Portugal disse...

«De qualquer forma o blog do ervilha já foi destruído por ele e pobre do Gang que divergências à parte é um bom português.»

A presença dele é sempre um problema, mas julgo que o blogue não está totalmente comprometido só por causa disso. É preciso é que o Renato e os outros comentadores mantenham a qualidade das discussões. Claro que a moderação é um saco, mas julgo que o Gangue da Ervilha ainda tem pernas para andar.

Eu tenho de ser sincero: eu não tenho interesse em participar em blogues como o do Gang, porque encaro a questão judaica como tabú. Reconheço que o problema judaico existe, é inegável a influência dos judeus no sistema financeiro mundial, nas universidades ocidentais e nos mé(r)dia, sobretudo em Hollywood. Mas eu sou um nacionalista político, i.e. um nacionalista que acredita na chegada ao poder através do voto. A alternativa (revolução), parece-me francamente improvável.

Só que a política é a arte de saber vender narrativas e há muita gente no movimento nacionalista que não consegue percebe esta realidade. Neste momento, denunciar o ZOG não vende, ou vende pouco, fruto da intensa lavagem cerebral que teve lugar no Ocidente desde o final da Segunda Guerra Mundial. Já a imigração, o Islão e a crise dos refugiados vendem. E vendem muito! Le Pen, Wilders e Akesson não seriam nada sem isso. Eu estou convencido que os nacionalistas têm de aprender com eles e seguir o seu exemplo se quiserem chegar ao poder.

Claro que nada disto significa que o blogue do Gang não tenha valor. Claro que tem valor e eu nem sequer tenho nada contra os nacionalistas que escolhem os judeus como alvo prioritário do seu combate, desde que também me respeitem e me deixem ter a corrupção sistémica e a imigração islâmica como alvos prioritários. Foi precisamente isso que falhou no que respeita ao ex-ariano e a outros como ele. Eles exigiram que eu me centrasse nos judeus. E a partir daí, a interacção deteriorou-se rapidamente.


«Deveria perder a cidadania.
Ele que vá limpar banheiros de seus amigos nórdicos.
»

Julgo que o grande problema dele é mesmo esse, ter viajado muito pouco pela Europa. Se ele soubesse a forma verdadeiramente cretina como alguns germânicos (felizmente, não todos) tratam os mediterrânicos, muito por nossa culpa, porque tendemos a aceitar muita injustiça sem protestar, de certeza que não rastejava tanto perante os seus falsos deuses do Norte.

Renato Santon disse...

Muito bom e concordamos no essencial.

A questão judaica ser exarcebada é um problema psicológico de alguns e não uma situação real.
A projeção de frustrações psicológicas profundas que gera o ódio pela vida, a ser direcionado a um objeto imaginário.

É fato que existe uma elite bancária judaica, de NY, o progressismo, o marxismo cultural.
Isso há realmente.
O que o Galináceo não entendeu ainda é que na discussão que fazíamos até ele aparecer, condenávamos certas condutas do Talmud e Torah, que tem um certo teor supremacista, mas o fazíamos em abstrato. Discussões Teóricas sobre religião judaica e seus defeitos.

Já o Galináceo não se importa com nada disso, para ele o problema é concreto, é a raça e os judeus mesmo de outras religiões tem que ser esterilizados ou mortos. Ele escreveu isso e seria passível de prisão por incitar genocídio, basta descobrir facilmente pelo IP.

Não façamos confusão entre as ações, bem estudadas e planejadas desta elite sionista, que fabrica dinheiro literalmente, com o judeu comum que tem um comércio ou que tem um emprego.
Esse judeu comum é 95% e a maioria nem tem consciência de geopolítica, não tem culpa de nada, apenas vive conforme as tradições em que nasceu.

De acordo com o Bruno eles tem que ser mortos ou mandados para Madagascar.

Aquele que for boçal o suficiente para culpar ao "JUDEU", bem este estará além de ser injusto, preconceito e imoral, estará reforçando o poder daqueles que pretende condenar.

Os judeus de Israel são diferentes dos judeus no estrangeiro, os judeus de classe média não tem a influência dos judeus da elite sionista, há judeus de esquerda e direita e por aí vai;
Cada caso tem que ser avaliado em particular quando se julgam pessoas e grupos.

Bem Afonso, temos infinitas divergências ideológicas, mas sempre acreditei nos dizeres de Voltaire, posso não concordar com uma só de suas palavras, mas que meus debatedores tenham a plena liberdade democrática de se expressar.

Saudações.

Afonso de Portugal disse...

«Não façamos confusão entre as ações, bem estudadas e planejadas desta elite sionista, que fabrica dinheiro literalmente, com o judeu comum que tem um comércio ou que tem um emprego.»

Exactamente. A elite sionista é uma elite, e isso que é preciso perceber. Entre as elites ocidentais, o que não faltam são traidores. A maioria dos políticos ocidentais são nativos, porque muito que os Brunos não queiram. E se a cúpula judaica é claramente culpada de influenciar, a cúpula ariana é decididamente culpada por pactuar ou, pelo menos, por não se opor.


«Os judeus de Israel são diferentes dos judeus no estrangeiro, os judeus de classe média não tem a influência dos judeus da elite sionista, há judeus de esquerda e direita e por aí vai»

Nem mais. Focar-se no judeu apenas pelo judeu é um perfeito disparate.


«Bem Afonso, temos infinitas divergências ideológicas»

Eu não acho, muito sinceramente. Julgo que ambos concordamos no essencial: o Ocidente tem recibido demasiados imigrantes e isso tem de parar. Se todos os nacionalistas se unissem em torno desta questão, independentemente do resto, o nacionalismo já teria chegado ao poder pelo menos num grande país europeu. Infelizmente, em cada nacionalista parece também haver um aspirante a líder. E isso estraga tudo...


«posso não concordar com uma só de suas palavras, mas que meus debatedores tenham a plena liberdade democrática de se expressar.»

Exactamente. Foi esse espírito que levou à supremacia da superior Civilização Ocidental. Enquanto pudermos falar educadamente e trocar ideias livremente, iremos sempre a algum lado. O obsucrantismo será sempre o nosso pior inimigo.

Já agora, se o Renato me permitir a pergunta, o que faria o Renato se fosse o líder de um partido nacionalista?

Renato Santon disse...

Bem Afonso, agora me põe em maus lençóis.

Uma coisa é brincarmos de fazer críticas, outra ter uma linha bem determinada de direcionamento político.
Considerando que esse nacionalismo seria português, pois este é um blogue português temos poucas possibilidades a seguir, mas são óbvias.

Em primeiro lugar é preciso acabar com a evasão dos melhores cérebros nacionais para o estrangeiro. É bem sabido que os melhores estudantes e engenheiros portugueses tem destino certo: Alemanha.
Na pátria natal ficam apenas os medianos e menos qualificados. Esta evasão tem que acabar com a implementação de medidas governamentais para valorizar o cientista ou profissional qualificado. Portugal não pode mais ser "vampirizado" pelo governo europeu, embora a saída do euro pareça impossível neste momento.

Também Portugal precisa investir em tecnologia e ciência, e acabar com o atraso que possui em relação a Alemanha, conseguir alguma auto-suficiente em áreas chave.

Em segundo lugar é preciso fechar as fronteiras. É bem conhecido o plano do Coronel Gadafi, que planejava em algumas gerações apossar-se da europa por meio do ventre de suas mulheres.
Também a imigração de sunitas é perigosa por criar uma bomba-relógio, guetos insubordinados e por destruir a unidade nacional.

Veja o que aconteceu com Marselha. Talvez a Argélia peça um plebiscito em alguns tempos. Tudo é possível.
Isso tem que ser parado imediatamente enquanto é tempo. As comemorações de ano novo na Alemanha, principalmente Koln não deixam espaço a dúvidas: é impossível a integração dos alógenos na sociedade, principalmente desses que parecem vir em idade militar, todos homens.

Também a imigração subsaariana em nada contribui para o país, esses africanos acabam na marginalidade ou no sub-emprego, ou o que é pior - trabalham por um valor baixo e reduzem até mesmo o piso salarial destas profissões prejudicando o português nato.

O desvínculo ideológico para com o governo alemão e maior poder de barganha perante Bruxelas é muito importante para os estados-nação mediterrâneos, os pejorativamente chamados PIGS.
A união de França-Moscou neste momento seria bastante oportuna por parte do "Front National" para diminuir um pouco a onipotência do governo europeu. Preferia o Jean Marie, porém que se faça o possível com a filha dele.

Para ganhar uma eleição em sistemas democráticos tudo isso não basta, o eleitor precisa de bandeiras, "jingles" e frases de efeito. O eleitor quer show, então todas essas medidas precisam ser postas sob um prisma patriótico. O que não se pode permitir é a destruição do país por parte de traidores e vendilhões.

Saudações.

João José Horta Nobre disse...

«Só que a política é a arte de saber vender narrativas e há muita gente no movimento nacionalista que não consegue percebe esta realidade. Neste momento, denunciar o ZOG não vende, ou vende pouco, fruto da intensa lavagem cerebral que teve lugar no Ocidente desde o final da Segunda Guerra Mundial. Já a imigração, o Islão e a crise dos refugiados vendem. E vendem muito! Le Pen, Wilders e Akesson não seriam nada sem isso. Eu estou convencido que os nacionalistas têm de aprender com eles e seguir o seu exemplo se quiserem chegar ao poder.

Claro que nada disto significa que o blogue do Gang não tenha valor. Claro que tem valor e eu nem sequer tenho nada contra os nacionalistas que escolhem os judeus como alvo prioritário do seu combate, desde que também me respeitem e me deixem ter a corrupção sistémica e a imigração islâmica como alvos prioritários. Foi precisamente isso que falhou no que respeita ao ex-ariano e a outros como ele. Eles exigiram que eu me centrasse nos judeus. E a partir daí, a interacção deteriorou-se rapidamente.»

Há uma obsessão em alguns meios nacionalistas portugueses com os judeus. Uma obsessão total. Essa paranóia vem do integralismo lusitano e das teses de António Sardinha, Alfredo Pimenta, entre outros grandes anti-semitas portugueses.

Essa gente parece que sonha de noite com judeus, para depois falar de judeus e sionistas durante o dia e não sabem falar de mais nada.

Dou um conselho a todos os patriotas: Evitem falar de judeus, a não ser que seja para denunciar escândalos ou injustiças muito óbvias. Os merdi@ usam isto contra os nacionalistas, se nos apanham a falar de judeus de forma crítica, usam isso contra nós, nomeadamente rotulando-nos a todos de nazis e assassinos.

Idiotas como o Thor e essa malta do blog da ervilha, são exactamente aquilo que os mundialistas querem, pois essa gente só serve para nos dar má imagem e ajudam os nossos inimigos a difamar-nos.

O anti-sionismo militante é um pântano onde os nacionalistas que caiem lá dentro, ficam atolados e nunca mais conseguem sair, ou se saem, é com a imagem toda destruída e portanto inúteis para o combate político.

Afonso de Portugal disse...

Obrigado pela resposta, Renato. Nota-se que você sabe do que fala e acompanha regularmente as notícias sobre Portugal.

«É bem sabido que os melhores estudantes e engenheiros portugueses tem destino certo: Alemanha. Na pátria natal ficam apenas os medianos e menos qualificados.»

Há um pouco de tudo, gente competente que parte e outra tanta que fica. A fuga de cérebros é inegável, mas não é tão dramática como alguns pintam. Por exemplo, em 2011, apenas 11% dos emigrantes portugueses tinham um diploma do ensino superior e 41% eram trabalhadores sem habilitações a trabalhar no sector secundário e nos transportes. A percentagem de diplomados que abandonam Portugal tem vindo a subir nos últimos anos, mas eles continuam a ser minoritários entre os que partem. Seja como for, os emigrantes qualificados são maioritariamente jovens e detentores de cursos pós-graduados. Muitos deles têm formação em ciências, matemáticas e informática, seguindo-se a área das ciências sociais, comércio e direito e a das engenharias, indústria transformadora e construção, ambas com valores que rondam os 19,5%.

Seja como for, o Renato tem toda a razão quanto aos efeitos práticos desta fuga de cérebros. Há um investimento muito grande que se perde quando os portugueses formados.


«Também Portugal precisa investir em tecnologia e ciência, e acabar com o atraso que possui em relação a Alemanha, conseguir alguma auto-suficiente em áreas chave.»

É verdade, mas aqui esbarramos no grande problema de Portugal: a corrupção generalizada. Neste país há muita gente com visão e boas intenções, mas os concursos públicos e o acesso aos recursos do país estão dominados por lóbis, compadrio e nepotismo. Portugal tem sido dominado por uma classe restrita de famílias e clãs oligárquicos que controlam os partidos e, por extensão, todos os centros de decisão económica e financeira do país. Deitaram a mão a tudo, desde as construtoras até às empresas de produção e distribuição de electricidade, os bancos, os mé(r)dia, as universidades, os transportes… e fizeram-no quer a nível central como nível local, tudo está sob seu controlo e supervisão.

Aliás, este é um problema transversal a todos os países do Sul da Europa, mas é particularmente grave nos mais pequenos, porque a sua dimensão e recursos reduzidos agravam a dependência do exterior.


«Para ganhar uma eleição em sistemas democráticos tudo isso não basta, o eleitor precisa de bandeiras, "jingles" e frases de efeito. O eleitor quer show, então todas essas medidas precisam ser postas sob um prisma patriótico. O que não se pode permitir é a destruição do país por parte de traidores e vendilhões.»

Exactamente! Mas, estranhamente, uma boa parte dos nacionalistas portugueses não consegue meter isso em sua cabeça!


Saudações!

(E volte sempre que quiser. A sua participação neste espaço é bem-vinda!)

Afonso de Portugal disse...

«Evitem falar de judeus, a não ser que seja para denunciar escândalos ou injustiças muito óbvias. Os merdi@ usam isto contra os nacionalistas, se nos apanham a falar de judeus de forma crítica, usam isso contra nós, nomeadamente rotulando-nos a todos de nazis e assassinos.

(...) O anti-sionismo militante é um pântano onde os nacionalistas que caiem lá dentro, ficam atolados e nunca mais conseguem sair, ou se saem, é com a imagem toda destruída e portanto inúteis para o combate político.»

Absolutamente certeiro, como é habitual no caso do Professor. Em conversas informais, não há nada de mal em mandar umas bocas sobre os judeus. Por exemplo, numa conversa sobre bancos centrais, pode-se dizer algo do género: "Sabia que todos os presidentes da Reserva Federal Americana foram judeus? Que curioso!" Mas não se deve ir muito para além disso. Só o suificiente para despertar a curiosidade das pessoas e levá-las a fazer o seu trabalho de casa.

Mas nunca, NUNCA andar a falar nos judeus como um todo, muito menos como um bando de mafiosos sanguinários cujo único objectivo de vida é dominar o mundo. Não é que seja toalmente mentira, mas fazer disso o centro do nosso discurso é uma estratégia política ESTÚPIDA e condenada ao fracasso. Nunca nos levou a nenhum lado, antes pelo contrário, só deu força aos nossos inimigos.

João José Horta Nobre disse...

«Mas nunca, NUNCA andar a falar nos judeus como um todo, muito menos como um bando de mafiosos sanguinários cujo único objectivo de vida é dominar o mundo. Não é que seja toalmente mentira, mas fazer disso o centro do nosso discurso é uma estratégia política ESTÚPIDA e condenada ao fracasso. Nunca nos levou a nenhum lado, antes pelo contrário, só deu força aos nossos inimigos.»

Foi exactamente isso que a Marine Le Pen percebeu e viu-se como essa nova estratégia fez a Frente Nacional subir da maneira espectacular que subiu. Há até muitos judeus que podem ser nossos aliados. É como eu costumo dizer: Se não me desejarem mal a mim, eu também não lhes desejo mal a eles.

Afonso de Portugal disse...

«Foi exactamente isso que a Marine Le Pen percebeu e viu-se como essa nova estratégia fez a Frente Nacional subir da maneira espectacular que subiu.»

Em cheio! É mesmo isso, sem tirar nem pôr!

Mas o caro Prof. saberá certamente que os "nazonalistas" dizem que a FN é um partido controlado por judeus. E que foi criado pelos judeus para enganar os patriotas europeus e entreter-nos a todos enquanto eles tomam conta do mundo!

E qual é a solução que eles propõem? Apostar noutro partido que não esteja pejado de sionistas? Nada disso, a solução deles é fazer um revolução porque a democracia é uma farsa judaica!!!

Enfim... com gente tão estúpida não dá para fazer nada. Mesmo que a FN fosse um partido controlado por sionistas, a estratégia eleitoral da Marine está a ter sucesso e é isso que importa. Estes nabos estratosféricos nem isso conseguem perceber!

Não admira que o Nacionalismo tenha demorado tantas décadas a conseguir arrancar. Tinha demasiados idiotas a servir de amarras.

Renato Santon disse...

É complicado.

O blogue do tal GangErvilha acabou juntando toda a escória, tanto do Brasil como de Portugal. (Já denunciei alguns daquela corja em seus blogs pois realmente pregam violência. Felizmente eles já foram identificados e se estão livres é porque são meramente incompetentes sem valor)
Mas é um fenômeno relâmpago, que não chegará a lugar nenhum.
Concordo com o Horta Nobre, são uma "malta" complicada, difícil manter um diálogo racional com neo-nazistas porque sempre partem para a emoção e se criticas o líder torna-se um inimigo. Não podes discordar da matilha.

O nacionalismo sério não pode se vincular a idéias de genocídio, racismo primário e pregação de totalitarismo e religião.
Para ter uma idéia o dono do blog, o Gang é adepto do nazismo, mas cristão ao mesmo tempo, fica postando discursos em que o pagão e ocultista Hitler fazia menção aos cristãos favoravelmente.

Agora a tentativa é de puxar os cristãos conservadores para os caminhos do nazismo, mas para isso é necessário "limpar" a imagem do Cabo austríaco, ele sim que era um bom cristão...

Agora me digam, como um partido sério, ou uma pessoa séria pode angariar adeptos com um discurso pró-genocida, um discurso supremacista alemão ? SE vincular a uma idéia perdedora que causou tanto mal, isso é o suicídio do nacionalismo.

Pois o nazismo não era bem o que o nazista mediano quer, uma união ariana a favor dos estados europeus, o nazismo era supremacismo e belicismo alemão propriamente. Ele pregava roubar terras da Rússia, anexar a Checoslovaquia, roubar a Alsácia, as terras da Polônia. É crime atrás de crime.

...era um sistema tosco, totalitário o que nas palavras de Ortega Y Gasset produz o "homem-massa" - A ralé. Por isso se adapta tão bem a indivíduos frustrados, emocionalmente carentes que frustrados na vida precisem qualquer tipo de relação humana ou atenção.

Um blog radical, que atrai a esse tipo de pessoas não leva a muito e apenas coloca em descrédito todas as suas afirmações. Por mais que postem uma verdade que outra que ser humano normal irá dar crédito a um veículo que publique opiniões de criminosos ?

O nacionalismo sério não tem como absorver essa garotada desequilibrada.

Saindo desta linha de ação o Front National conquistou votos e pode ser uma opção futura, a direita tem crescido rapidamente na europa, porém é essencial apartar os maus elementos da participação; o lugar mais adequado a eles é o Hospício.

Renato Santon disse...

"Foi exactamente isso que a Marine Le Pen percebeu e viu-se como essa nova estratégia fez a Frente Nacional subir da maneira espectacular que subiu. Há até muitos judeus que podem ser nossos aliados. É como eu costumo dizer: Se não me desejarem mal a mim, eu também não lhes desejo mal a eles."

Ponto crucial da questão bem visto pelo Horta Nobre, é preciso incorporar Israel ao sistema internacional e negociar algumas questões com os judeus de direita. É preciso encontrar um espaço para a nação, porém incorporada ao sistema global, democrático e capitalista -algo aceitável para a elite sionista.
Nesses parâmetros seria possível uma aliança com os donos do mundo em NY e livrar um pouco o estado nação quanto a tanto progressismo e marxismo.
Tudo isso tem que ser acertado sutilmente, Israel deve ser convencido a aceitar estados nação tradicionais conquanto amigáveis e incorporados ao sistema global.

A outra opção é a revolução sangrenta.
Vamos ver quantos valentes o Thor-Bruninho arranja lá no hospital onde está internado.
Eu acredito !

Afonso de Portugal disse...

Renato Santon disse...
«Agora me digam, como um partido sério, ou uma pessoa séria pode angariar adeptos com um discurso pró-genocida, um discurso supremacista alemão ? SE vincular a uma idéia perdedora que causou tanto mal, isso é o suicídio do nacionalismo.»

Não pode! São dois conceitos perfeitamente incompatíveis, seriedade e saudosismo NS. E qualquer partido político que pretenda alcançar o poder baseando-se na glorificação do Terceiro Reich está condenado ao fracasso.


«Por mais que postem uma verdade que outra que ser humano normal irá dar crédito a um veículo que publique opiniões de criminosos?»

Em cheio! Mas eles estão tão cegos que não conseguem enxergar isso. Eles não compreendem que, para uma pessoa normal, cuja vida consiste em levantar-se de manhã e ir trabalhar, cuidar dos seus filhos e pagar as suas contas, a defesa instransigente do Nacional-Socialismo dos anos 30 do séc. XX é pura e simplesmente assustadora. O único contacto que o cidadão comum teve com o NS foi a propaganda distorcida que passa na TV e é ministrada nas escolas ocidentais. Ou seja, os simpatizantes do führer de bigodinho estão a apelar precisamente àquilo que as pessoas foram ensinadas a odiar! ...E ainda esperam ter sucesso?

É como o Renato dizer: sabe, Afonso, eu não gosto nada de arroz com feijão! E eu responder: Ah, é? Pois eu só tenho isso para dar para você!!! Esses caras são burros, mesmo! Mesmo quando não se sabe nada de marketing político, há situações que são tão óbvias que deveriam ser do senso comum!


«é preciso incorporar Israel ao sistema internacional e negociar algumas questões com os judeus de direita.»

Bem, quanto a isso eu já não peço tanto. Sou a favor de tentar dialogar com eles, mas tenho grandes desconfianças em relação aos judeus, mesmo aqueles que vivem em Israel. A história diz-nos que eles têm duas caras e portanto devemos ser muito cuidadosos a o lidar co eles.

O que eu gostaria, independentemente dos judeus, era de ver os nacionalistas ocidentais perceberem os problemas e os anseios dos seus povos. Parece-me que ainda há demasiados nacionalistas que insistem a falar em alhos quando o povo está preocupado com bugalhos. A imigração é preocupante, mas a economia, as finanças públicas, o emprego, a segurança e estabilidade também o são. Mas alguns nacionalistas apenas se preocupam com judeus! E é precisamente por isso que o Nacionalismo esteve praticamente parado durante tanto tempo.

Renato Santon disse...

"Bem, quanto a isso eu já não peço tanto. Sou a favor de tentar dialogar com eles, mas tenho grandes desconfianças em relação aos judeus, mesmo aqueles que vivem em Israel. A história diz-nos que eles têm duas caras e portanto devemos ser muito cuidadosos a o lidar co eles."

Isso é verdade pois o judeu é sempre parte de um grupo muito fechado e constitui uma coletividade forte em qualquer país.
Porém é impossível negar a necessidade de levá-los em consideração como força política, não falo em votos, mas em poder econômico e midiático.

Um grupo nacionalista que se centre diretamente nos judeus e fale abertamente contra eles será meramente transformado em pó.(além de que é preciso diferenciar o globalismo em si dos judeus)
Se hoje já está difícil ser anti governo europeu imagine anti-judeu.

Sempre achei que era preciso criar um substrato cultural antes de alçar-se ao poder de fato, é preciso implantar no coração do povo as noções do programa político e se apresentar.
Antes de apresentar um candidato nacionalista é preciso que o trabalho de base já tenha sido feito pela militância.
Que noções como anti-imigração, tradicionalismo, uma maior controle da mídia, estejam mais fortes na sociedade e então haja um clamor por mudanças.

Esse é o procedimento democrático e possível.

O outro caminho é a revolução nacional ( a prisão dos 15 jovens envolvidos nela)

Afonso de Portugal disse...

Renato Santon disse...
«Um grupo nacionalista que se centre diretamente nos judeus e fale abertamente contra eles será meramente transformado em pó.»

Eu também acho. E cada vez me convenço mais disso. Quem aspira a chegar ao poder, tem de conquistar votos. E para conquistar votos, é preciso saber escolher os nossos alvos criteriosamente.


«Sempre achei que era preciso criar um substrato cultural antes de alçar-se ao poder de fato, é preciso implantar no coração do povo as noções do programa político e se apresentar.»

Sim, mas podemos aproveitar fenómenos como a "crise dos refugiados" para ganhar momento. O povo, que é o eleitorado, move-se em função dos aconetcimentos que afectam o seu dia-a-dia. Os judeus não afectam os eleitores a um nível que seja facilmente visível para as pessoas, apesar de puxarem os seus coredlinhos nos bastidores. Para agravar o cenário, as escolas e os mé(r)dia ensinam que os judeus foram vítimas do holocausto e têm de ser compensados. É por isso que é preciso ir por outro lado, é preciso atacar as dores do povo e deixar o resto para segundo plano.


«Antes de apresentar um candidato nacionalista é preciso que o trabalho de base já tenha sido feito pela militância. Que noções como anti-imigração, tradicionalismo, uma maior controle da mídia, estejam mais fortes na sociedade e então haja um clamor por mudanças.»

Sem dúvida. E aí entram os nacionalistas, com os seus veículos de informação alternativa, os blogues, os canais de YouTube, as páginas de Facebook, as acções de rua, etc. Temos o dever de reportar as notícias que os mé(r)dia não divulgam. Só assim conseguiremos chegar ao coração do povo.


«O outro caminho é a revolução nacional (a prisão dos 15 jovens envolvidos nela)

Prisão ou morte!... Se bem que, aqui entre nós, duvido que haja coragem suficente entre essaa galera para tanto! Eles dizem que "é preciso fazer uma revolução!" mas, na hora de se mexerem, ficam todos confortavelmente sentadinhos em seus sofás! Nem para votar levantam seu rabo, quanto mais para pegar em armas!