quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Ainda sobre a rede turca que recrutava noivas em Braga e no Porto


   Conforme vos tinha prometido, consegui deitar as mãos a um exemplar em papel da edição do JN de hoje. Para além daquilo que já vos tinha dito, a versão em papel da notícia diz que:
  • A rede operava também na Bélgica, na Holanda e em França.
  • O líder da rede, natural da Turquia, tinha 60 anos e estava desempregado; tem nacionalidade portuguesa, que foi adquirida através do casamento com uma mulher portuguesa com quem o suspeito vivia.
  • O negócio consistia em exigir, a cidadãos turcos do sexo masculino, o pagamento de uma quantia entre 12 mil a 15 mil euros em troca de um casamento arranjado com uma mulher europeia; as noivas, entre os 20 e os 30 anos, ganhavam 2 mil euros para se dirigirem à Turquia e contrairem matrimónio com os clientes da rede.
  • No total, a rede terá lucrado 180 mil euros, só em Portugal.

...Se isto já é assim agora,  imaginem quando a Turquia entrar finalmente na UE e fizer parte do Espaço Schengen!

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Ver também:

No Porto: mulher condenada por casamento de conveniência
"Pretoguesa" condenada em Inglaterra por casamento de conveniência

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