quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Entretanto, na Suécia... (3)


Esta notícia já foi publicada em vários blogues da área nacionalista, mas pode ser que algum dos meus leitores ainda não a tenha visto:

«Um jovem de 15 anos requerente de asilo na Suécia esfaqueou e matou uma trabalhadora no centro de acolhimento em que vivia, destinado a acolher menores chegados ao país sem acompanhantes. O ataque aconteceu na segunda-feira Lues, durante uma luta com outros menores residentes no centro dos arredores de Gotemburgo.

[Atenção, caros leitores, parece que o centro em causa não tem tantos menores quanto o Al-Público desonestamente nos quer fazer crer: o jornal britânico Daily Mail reporta que há lá vários homens de 24 anos a fazerem-se passar por pobres órfãozinhos...]

A jovem trabalhadora de 22 anos não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital, horas depois do ataque. A polícia não divulgou o nome e nacionalidade do atacante, que foi contido por outros rapazes do centro antes de ser detido pela polícia. A vítima foi, entretanto, identificada na imprensa sueca como Alexandra Mezher, filha de um casal nascido no Líbano.

 A vítima, Alexandra Mezher, de origem libanesa.

(...) Muitos acusam o Governo de tentar ignorar ou esconder os crimes cometidos pela população de refugiados. "As pessoas estão a perder fé na competência do Governo porque não estão a conseguir controlar a situação", diz à Reuters o politólogo Peter Esaiasson, falando sobre a recente queda na popularidade da coligação. 

A polícia sueca diz que os episódios de violência em centros de asilo subiram de 148 em 2014 para 322 no último ano e fez um novo apelo por mais meios. “Este tipo de incidentes está a tornar-se cada vez mais comum”, disse um porta-voz da polícia na segunda-feira Lues. O comissário nacional pediu 4100 novos agentes para equipas de combate ao terrorismo, patrulha de centros de acolhimento e serviços de deportação.»

Comentário do blogueiro: pois é, os "racistas", os "xenófobos" e os "nazis" fartaram-se de avisar ao longo dos anos e continuam a fartar-se de avisar ainda hoje. A propósito, um general sueco já fez soar o alarme: a Suécia pode mesmo entrar em guerra por causa da iminvasão. O general invoca a Rússia como o motivo, mas qualquer um pode ler o que ele realmente quer dizer nas entrelinhas. A Suécia também se propôs hoje a deportar 80 mil "refujiadistas" cujos pedidos de asilo foram recusados. Em relação a isso, eu sou como São Tomé, só acredito quando vir...

2 comentários:

João José Horta Nobre disse...

A Rússia e os EUA são também motivo de preocupação, pois ninguém sabe o que vai na cabeça das elites que mandam nesses países. Eu sou muito céptico em relação à Rússia (dos EUA nem vale a pena falar, porque já se sabe o que a casa gasta...), não esquecer que se os nacionalistas da Europa Ocidental se aproximarem muito da Rússia, arriscam hostilizar as relações com a esmagadora maioria dos países da Europa de Leste.

A mim o que me parece é que as elites estão à força toda a tentar arranjar guerra na Europa, custe o que custar. Pois a guerra não só lhes vai trazer lucro, como irá enfraquecer as nações que caírem nas mesma.

A ler:

http://historiamaximus.blogspot.pt/2015/06/por-um-movimento-europeu-dos-paises-nao.html

Afonso de Portugal disse...

«(...) não esquecer que se os nacionalistas da Europa Ocidental se aproximarem muito da Rússia, arriscam hostilizar as relações com a esmagadora maioria dos países da Europa de Leste.»

Sem dúvida. Aqui há uns tempos, um polaco dizia-me, numa caixa de comentários do YouTube: "nós não queremos nada nem com a Europa Ocidenal, nem com a Rússia. Basta olhar para a Ucrânia para se perceber o que é que a UE/EUA e a Rússia querem realmente de nós. Podem ir os dois para o c...!"


«A mim o que me parece é que as elites estão à força toda a tentar arranjar guerra na Europa, custe o que custar. Pois a guerra não só lhes vai trazer lucro, como irá enfraquecer as nações que caírem nas mesma.»

Pode ser que o tiro lhes saia pela culatra! Os europeus dos dias de hoje não são os analfabetos da primeira metade do séc. XX. Se a guerra chegar mesmo a acontecer, a sueprclasse poderá não se capaz de a acabar...