domingo, 9 de novembro de 2014

Imigrantes vigiam menos a gravidez do que portuguesas


«Um estudo feito por investigadores do Instituto Politécnico de Viseu (IPV) aponta a barreira linguística como um dos principais factores que levam as imigrantes a vigiarem menos a gravidez do que as portuguesas. 

Realizado por Carlos Pereira e Emília Coutinho, da Escola Superior de Saúde do IPV, o estudo durou dois anos e baseou-se em entrevistas presenciais a 3.232 grávidas (2.326 portuguesas e 906 imigrantes), em 32 maternidades e hospitais dos 18 distritos de Portugal Continental.

Se 86,8% das grávidas portuguesas fazem uma adequada vigilância da gravidez, essa percentagem desce para 71,7% no caso das imigrantes, concluiu o estudo.»

 Há a história do "Cavalo de Tróia"... e depois há o "Ventre de Tróia".

Comentário do blogueiro: "barreira linguística"? Será mesmo só isso, senhores investigadores? Não haverá aqui também fortes barreiras culturais?... Ou será que o facto de a taxa de fertilidade das iminvasoras ser bastante mais elevada do que a das indígenas também se fica a dever à tal "barreira linguística"?

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