sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Em Espanha: ciganas indignadas por dicionário ser demasiado preciso


«Um pequeno grupo de ciganos concentrou-se hoje em protesto à frente da sede da Real Academia Espanhola (RAE) para pedir que se altere uma das definições de "cigano" no dicionário da entidade, que consideram ser "racista e humilhante".

O protesto foi convocado pela Associação Ciganas Feministas pela Diversidade para contestar uma das definições da palavra "cigano" na nova edição do dicionário, a de "trapaceiro", alguém "que com astúcia, falsidades e mentiras quer enganar" outro.

"Não somos trapaceiros", era uma das frases nos cartazes que acusam a RAE de ser racista e de ajudar a manter a perseguição de que são alvos os ciganos na sociedade espanhola.»

 Não são "trapaceiras"... são feministas!

Comentário do blogueiro: sim, parece incrível mas esta "Associação Ciganas Feministas pela Diversidade", designação que tresanda a Marxismo Cultural, existe mesmo!.. E o pior é que a Real Academia Espanhola já meteu o rabinho entre as pernas, tendo-se comprometido a rever a sua definição, conforme se pode ler aqui.
  
É assim o quotidiano na Europa do século XXI: os iminvasores mandam e os indígenas obedecem. Nesta realidade distópica em que vivemos, o racismo, seja real ou imaginado, é de longe o pior crime que se pode cometer. Sobretudo quando se diz ou, neste caso, escreve a verdade...

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